Garcia faz paralelo entre redesenho de software e desafios na academia

Professor do DI fez a live da pós-graduação na terça-feira (21)

Professor Alessandro Garcia

A saúde mental tem sido bastante discutida em tempos de pandemia, mas pouco falada entre quem faz pesquisa acadêmica. Na terça-feira (21), ao apresentar o seminário virtual “Redesenho de Software: Favorecendo a Intuição do Engenheiro de Software”, o professor Alessandro Garcia fez esse alerta e traçou uma comparação entre dificuldades encontradas por pesquisadores e engenheiros de software que diariamente trabalham no redesign de sistemas, seu tema de pesquisa. Garcia ressaltou como essas dificuldades podem ser melhor contornadas quando o papel da intuição nos processos de pesquisa e de desenvolvimento de software é valorizado.

A apresentação, que faz parte das lives quinzenais da pós-graduação do Departamento de Informática (DI), foi mediada pelo coordenador da pós, o professor Marcos Kalinowski e focou nas aplicações de redesenho de software. Após fazer uma análise científica do tema, Garcia destacou que a constante revisão e a busca por melhorias no desenho do software são importantes para garantir a qualidade no funcionamento e manutenção de um sistema. Para isso, é essencial a presença da figura do engenheiro, que deve se apoiar em soluções computacionais que efetivamente gerem insights sobre quais e como elementos em um software devem ser redesenhados.

“O desenvolvedor não trabalha só com o código-fonte e outros documentos do software. Ao longo do processo, o engenheiro vai trabalhando sobre o problema e a solução de software a partir de ferramentas que instigam seus sistemas racional e intuitivo”, disse Garcia.

Segundo ele, muitas ferramentas disponíveis ao engenheiro de Software ainda são concebidas para apoiar o raciocínio lógico, mas pouco se sabe quanto essas tecnologias promovem intuições positivas. Alguns exemplos disso são a redução do esforço de racionalização e a melhora da qualidade dos sistemas que as ferramentas constroem. Por conta do dinamismo do processo de criação de um software, as ferramentas de desenvolvimento deveriam melhor apoiar o desenvolvedor ao longo das tarefas que requerem uso contínuo e harmônico dos sistemas intuitivo e racional do engenheiro.

Ao encaminhar a conversa virtual para o lado pessoal, Garcia destacou que o mundo da pesquisa acadêmica não envolve só conquistas. As dificuldades na condução de trabalhos e os erros persistentes encontrados no caminho rumo às inovações podem, alertou, trazer consequências sérias para a saúde mental dos pesquisadores. Em sua experiência pessoal, a intuição foi chave para superar tais dificuldades, assim como um engenheiro de software também depende rotineiramente dela para alcançar êxito em suas tarefas.

“O domínio dos pensamentos negativos relacionados às minhas pesquisas começou a me paralisar, impactando meu lado físico, com problemas de coluna, estômago, intestino e insônia. Estes problemas físicos estavam claramente relacionados a um quadro de depressão, algo difícil de admitir para si mesmo. Eu estou falando isso porque a gente sabe que muitos pesquisadores passam por isso e, talvez, possam se identificar com o meu caso. Meu sistema racional ‘parou de funcionar’. Se apegue a intuição nesses momentos. É importante você dar ouvido a ela e se agarrar nisso. É, muitas vezes, a solução que resta”, completou.

Garcia também ressaltou a importância da parceria com outros professores do Departamento não só no aspecto científico, mas como apoio social e moral nos momentos mais difíceis. E contou que usou, ao fim do processo, a oportunidade para comparar suas dificuldades com o próprio redesenho de software e suas pesquisas sobre o assunto. Ele listou, a partir das suas experiências ao longo de vinte anos trabalhando no tema, cinco deficiências que assolam as soluções computacionais de apoio ao engenheiro nas atividades de redesenho de software.

A live está disponível no YouTube do DI (youtube.com/dipucrio). Para não perder os próximos encontros, inscreva-se no canal e ative as notificações!

Estreia da parceria Conexão Rio-Campinas debate o futuro da IA

Professores debateram os desafios de criar sistemas computacionais inteligentes em múltiplas áreas

Ao contrário do que mostram filmes e séries de ficção científica, a ideia de uma Inteligência Artificial (IA) geral, capaz de ter consciência e dominar humanos, ainda está muito distante. Ainda assim, grupos de pesquisa nas universdades e em muitas empresas de alta tecnologia em todo o mundo têm se dedicado a desenvolver métodos de aprendizado e raciocínio artificial, modelos cognitivos e algoritmos que permitam que sistemas inteligentes tenham menos vieses, funcionem de forma mais precisa, mais confiável e mais segura contra possiveis ataques pela rede.

Essas foram algumas das principais reflexões que surgiram durante o rico e animado debate inaugural da Conexão Rio-Campinas, uma parceria entre o Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio e o Instituto de Computação (IC) da Universidade de Campinas (Unicamp). O debate reuniu os professores do DI, Bruno Feijó e Jônatas Wehrmann, e os professores Anderson Rocha e Esther Colombini, do IC/Unicamp.

Jônatas Wehrmann explicou o conceito da Inteligência Artificial Geral (Artificial General Intelligence) e da IA Específica, ou estreita (Artificial Narrow Intelligence). Enquanto esta segunda aprende e realiza funções a tarefas muito específicas – geralmente até melhor e mais rápido do que nós humanos – e já é empregada nos mais diversos setores da economia, mercado financeiro, indústria de seguros, medicina, segurança, entretenimento e jogos online, a IA geral tem a meta de ser mais ampla e interdisciplinar, de ser capaz de raciocinar em vários níveis de abstração, de fazer associações cruzadas, de mostrar criatividade e ter consciencia de sua própria existência e vontade.

“Quando falamos em IA mais geral, estamos falando de habilidades cognitivas de muito mais alto nível. Consciência, entender as consequências de ações e outras habilidades cognitivas como empatia e capacidade de reconhecimento emocional. Estamos falando de capacidades de adaptação muito superiores à capacidade de resolver uma única tarefa”, explicou.

A professora Esther Colombini destacou o enorme trabalho de desenvolvimento (programação e aprendizado) que um simples sistema de IA “encorpado” demanda para ser desenvolvido. “Qualquer um que trabalha com robôs sabe a dificuldade que é fazê-los andar em diferentes ambientes, a complexidade disso. Somos a única espécie que demora um ano para andar, de tão complicado que é esse mecanismo. E também há o problema da bateria: se formos dominados, será por vinte minutos.”

Discutindo os desafios de pesquisa atuais que os pesquisadores da área ainda enfrentam, o professor Bruno Feijó, destacou que a Inteligência Artificial em sua fase atual de desenvolvimento já é capaz de gerar grandes impactos para os usuários. “Os sistemas de IA cada vez melhores, mesmo só em uma tarefa específica, podem vir a causar sérios problemas ao indivíduo e à sociendade, muito antes de atingirmos uma inteligência artificial geral. Neste momento, urge uma reforma no ensino para que todos apendam a desenvolver sistemas de IA mais robustos, confiáveis, isentos e com segurança. A gente fala pouco do problema de corrigibilidade desses sistemas, por exemplo”, explicou.

Mesmo ainda distante de ser capaz de adquirir consciência ou capacidade de emular sentimentos, a IA, através dos desencolvimentos algoritmicos recentes, já exibe avanços importantes, sobretudo em termos da interpretação e produção de sentenças (textual e voz) e de imagens. Mas o professor Anderson Rocha, do IC Unicamp, lembra que, apesar dessas inovações, a IA ainda tem atuação restrita. “A IA não consegue replicar um texto do Guimarães Rosa. Ela não tem essa criatividade. Acho que geração de manuais seria ok, não tem sentimentos. Mas livros de literatura talvez demore alguns anos”.

Você pode conferir esse bate-papo no canal do YouTube do DI (youtube.com/dipucrio). Para não perder outros encontros desse projeto, se inscreva no canal e ative as notificações.

Ex-aluno fala sobre oportunidades em Open Source em bate-papo

Pedro Tammela discutiu as características de código aberto e o mercado de trabalho na área

Pedro Tammela. Foto: Arquivo Pessoal

Colaboração, novas tecnologias em código aberto e as vantagens de uma formação pelo Departamento de Informática (DI). Esses foram alguns dos assuntos discutidos no seminário de graduação do DI realizado na quinta-feira (16) no canal do DI no YouTube. A professora Noemi Rodriguez, ao lado do ex-aluno de Ciência da Computação Pedro Tammela, comandou um bate-papo leve que misturou conhecimento acadêmico, visões para o futuro e a nova realidade do trabalho remoto.

Formado em 2019 e com experiência no atual cenário do mercado de trabalho em Softwares Open Source, Tammela teve passagens em empresas com sedes em diferentes países, como Alemanha e Canadá, trabalhando remotamente. Foi através das pesquisas do Departamento que o ex-aluno teve sua primeira exposição à área que se tornaria o norte da sua carreira.

“Quando eu entrei na faculdade eu sabia muito pouco. Fiz um projeto de pesquisa no LabLua e, logo depois, meu mentor desse projeto me convidou para fazer um estágio que coincidentemente usava muito Open Source. Foi aí que eu tive meu primeiro contato com código aberto”, disse.

A linguagem Lua, desenvolvida inteiramente no DI e estudada no laboratório LabLua, foi concebida em Open Source e modernizada a partir de feedbacks de usuários mundo afora. O ex-aluno explicou, no seminário, que códigos abertos são aqueles onde um usuário pode baixar, modificar e transformar. Uma dinâmica colaborativa e sem as limitações impostas por códigos fechados, que não permitem a sua modificação.

“Não existem desvantagens no Open Source, pelo simples fato de um código aberto ser muito robusto, principalmente se for usado por outras pessoas. É um software que funciona independente do seu setup. As opções Open Source geralmente são muito melhores que as opções proprietárias. Tem pessoas muito boas trabalhando nesses projetos”, argumentou.

Paralelo ao seu aprendizado no DI, Tammela compartilhou experiência que obteve no Google Summer of Code (Gsoc), uma iniciativa da gigante em tecnologia que busca juntar alunos de graduação, mestrado e doutorado em equipes para desenvolvimento de projetos em código aberto. Estudantes recebem um incentivo financeiro e são orientados por um mentor de empresas selecionadas para resolver desafios reais no desenvolvimento de software.

“Falando para os alunos da graduação e pós, acho que o primeiro passo para entrar no mundo do Open Source certamente é o Gsoc. É uma oportunidade muito boa e agrega muito, não só no currículo, mas no networking. Você conhece muitas pessoas”, contou Tammela.

A partir dessas experiências, o ex-aluno reforçou como o futuro da informática está ligado ao mundo dos códigos abertos. Segundo ele, a colaboração entre pessoas ao redor do mundo para tornar softwares mais robustos, reportar bugs e criar funções mais eficientes para essas tecnologias é o que faz do Open Source uma opção cada vez mais implementada, ao invés de códigos fechados.

Tammela também contou um pouco da sua trajetória aos interessados em seguir uma carreira na computação. No segundo ano do ensino médio, ele participou de um curso de programação do PIUES (Programa de Integração Universidade, Escola e Sociedade), uma iniciativa da PUC que oferece aos estudantes a oportunidade de cursar matérias universitárias.

“Eu não via a hora de entrar na faculdade e aprender aquilo mais a fundo. A minha decisão pela Ciência da Computação foi a mais fácil da minha vida. Ela cresceu em mim conforme eu fui crescendo. Eu sempre quis entender muito como os computadores funcionam. Essa curiosidade foi o que me fez escolher o curso. Eu achei o currículo muito rico”.

Aos interessados em seguir uma carreira na informática, as inscrições para as graduações do DI estão abertas até domingo (19) no site da universidade.

Se você perdeu essa live, pode assisti-la no nosso canal no YouTube (youtube.com/dipucrio).

 

Aluno de mestrado em informática recebe bolsa Faperj Nota 10

Bolsa é destinada a alunos de maior destaque em pós-graduações no Estado do Rio de Janeiro

O aluno Gabriel Diniz e o professor Hélio Lopes. Foto: Arquivo Pessoal

Mais uma conquista para a pós-graduação do Departamento de Informática (DI)! O aluno de mestrado Gabriel Diniz Junqueira Barbosa conquistou, junto ao professor Hélio Lopes, a Bolsa Faperj Nota 10. A pesquisa “Avaliação do Template de Metacomunicação Estendido para Deliberação Ética no Processo de Desenvolvimento de Sistemas de Machine Learning” foi selecionada a partir da sua qualidade e do desempenho acadêmico do candidato.

O trabalho propõe uma ferramenta para abordar os riscos resultantes da crescente adoção de sistemas baseados em modelos de Machine Learning. A pesquisa foi construída a partir de conceitos da teoria de Engenharia Semiótica.

O Programa Bolsa Nota 10 busca estimular a excelência na pós-graduação no Estado do Rio e é concedida aos alunos de mestrado e doutorado que apresentam melhor desempenho acadêmico. O incentivo é apenas oferecido aos programas de pós que apresentam o conceito Capes 5, 6 e 7.

O programa de pós-graduação do DI tem nota máxima (7) na Capes e é o mais antigo do Brasil, com forte tradição acadêmica.

Aos interessados em se juntar à pós do DI, as inscrições são abertas semestralmente no site da universidade. Também é possível frequentar os cursos com bolsas parciais e integrais.

Alunos do Departamento discutem graduação em live

Bate-papo apresentou as graduações em Ciências da Computação e Engenharia da Computação e tirou dúvidas de vestibulandos.

Os alunos Marcelo Paulon e Marina Magnani. Foto: Reprodução

Em um bate-papo descontraído mas com muita informação, professores, alunos e ex-alunos do Departamento de Informática fizeram ontem uma transmissão ao vivo para tirar dúvidas de vestibulandos e apresentar a eles os cursos de graduação do DI. Com as inscrições para o Vestibular 2022 da PUC-Rio na reta final, eles mostraram também como o departamento prepara os alunos para o mercado de trabalho.

Exemplo disso são os três alunos que participaram do papo. Eles contaram suas trajetórias de sucesso no mercado de trabalho e também na academia, ao lado dos professores Augusto Baffa e Luiz Fernando Seibel, que comandaram o papo.

“Tudo na faculdade conspira a favor do aluno. É algo que eu considero muito especial”, disse na live Marina Magagnin, aluna do 7º período de Engenharia da Computação. Vinda do curso de Engenharia Civil e acolhida pelo DI ao decidir trocar de graduação para Engenharia da Computação, a estudante hoje trabalha no Globo Esporte fazendo parte da equipe do Cartola FC, um jogo eletrônico onde usuários montam seus próprios times de futebol.

Marina não poupou elogios à sua experiência no DI e descreveu como, apesar das dificuldades, o graduando em Engenharia da Computação passa por uma formação muito completa. “As turmas são perfeitas, do tamanho certo. Os professores te conhecem, prestam atenção em você. O ciclo básico é muito trabalho, mas é muito legal. Você vai aprender muita coisa com professores incríveis. É trabalho, mas é ótimo”.

Ao longo do bate-papo, vestibulandos e interessados mandaram perguntas e dúvidas aos alunos e professores, como as que questionavam sobre as possibilidades de estágio. Os professores Augusto Baffa e Luiz Fernando Seibel lembraram das oportunidades que existem dentro dos 14 laboratórios do próprio DI, como o Tecgraf, que é referência no país. Foi lá que outro dos participantes, o ex-aluno Marcelo Paulon, começou sua trajetória profissional. Hoje, Paulon, que é mestre pelo DI e atual doutorando do departamento, trabalha em uma empresa da crescente área de games.

Ele contou na live que as inúmeras possibilidades de inserção no mercado, assim como o ambiente da universidade, contribuíram para seu sucesso profissional. “É possível, sim, equilibrar mercado com vida acadêmica. Uma das coisas mais bacanas da universidade são os colegas. Tenho boas lembranças de estudar no bosque da PUC com os amigos. Os alunos se apoiam, os professores são excelentes. Aprendemos várias ferramentas para lidar com desafios”, disse Paulon, que cursou Ciência da Computação, onde disse ter tido um aprendizado amplo sobre programação.

“O que é bacana no curso de Ciência da Computação é que quando você adquire a base de programação, é muito fácil conhecer outras linguagens. Não existe um ‘programador em C’, ou um ‘programador em Java’. Linguagem é uma ferramenta. Somos pau pra toda obra”, disse Paulon.

Para os iniciantes no assunto, os professores Augusto Baffa e Luiz Fernando Seibel explicaram as diferenças entre as graduações em Ciência da Computação e Engenharia da Computação. “A diferença dos cursos está na origem. A Engenharia terá todo o ciclo básico, um pouco mais a parte de imagem, informação para trabalhar com hardware. Irá conhecer mais da parte eletrônica, do funcionamento de sistemas eletrônicos que terão algum tipo de software. A Engenharia da Computação é essa ponte entre hardware e software. A Ciência da Computação foca mais na computação mesmo, software”, disse Baffa.

“O curso de Ciência da Computação é mais voltado para soluções, software. As duas graduações têm muito em comum. É uma questão de você ver qual é o seu foco. É hardware, um pézinho mais na Engenharia, ou é mais essa parte de software?”, concluiu o professor, que destacou ainda, no papo, uma parceria bem recente entre o DI e a Fundação Behring, que está oferecendo bolsas integrais aos oito primeiros colocados no vestibular.

Mas alunos dos dois cursos não precisam, necessariamente, se ater aos seus respectivos currículos. Os professores lembraram, na live, que os estudantes da PUC-Rio podem cursar eletivas de qualquer departamento da universidade, de graduação ou até mesmo de pós-graduação.

Com bastante participação e engajamento dos assistentes, a live mostrou também que os cursos do DI não preparam só para o mercado nacional.  A ex-aluna de Engenharia da Computação Bruna Aleixo, que também participou do papo, contou como um estágio na PUC-Rio e as aulas do DI a prepararam para, ainda recém-formada, assumir uma posição em sistemas de análise de risco no Goldman Sachs, o maior banco de investimentos do mundo, em Londres, no Reino Unido, onde está atualmente.

“Eu comecei a minha carreira na Apple Developer Academy, que é uma parceria que a PUC tem com a Apple. Eu comecei bem no início da faculdade, no segundo período, como desenvolvedora de IOS, e considero que isso tenha sido essencial para eu ter conseguido fazer a quantidade de coisas que eu fiz até hoje. Essa minha habilidade em computação foi um grande diferencial no mercado”, afirmou.

E justamente para atender a essas demandas do mercado, sem deixar de lado as necessidades acadêmicas de aspirantes à pesquisa, que os cursos são preparados e atualizados a cada semestre, segundo contaram os professores que comandaram o papo.

O Departamento, lembraram eles, ensina todas as principais linguagens de programação exigidas no mundo profissional, o que torna o graduado um profissional completo.

Os 14 laboratórios do Departamento abordam os mais variados tópicos em informática, desde computação gráfica até programação, passando por métodos formais, interação humano-computador, inteligência artificial e mais. Alunos de graduação podem fazer parte das pesquisas feitas nesses laboratórios a partir de um processo de seleção realizado por meio de edital.

Perdeu esse bate-papo? Você pode assistir a live na íntegra no canal do DI (youtube.com/dipucrio). As inscrições para o vestibular estão abertas até esse domingo (19) no site da universidade.