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DI abre inscrições para mestrado e doutorado em Informática 
quinta-feira, 6 de maio de 2021 às 18:25

Foto: Freepik

Primeira pós-graduação stricto sensu brasileira da área tem conceito máximo da Capes; inscrições podem ser feitas até 18 de junho

Você tem interesse em seguir carreira na área de computação e deseja ingressar em um dos cursos de pós-graduação stricto sensu mais prestigiados do país? Então aproveite a oportunidade, pois as inscrições para o mestrado e doutorado em Informática pela PUC-Rio estão abertas. As aplicações podem ser feitas até o dia 18 de junho de 2021 pela página de processo seletivo para pós-graduação no site da Coordenação Central de Planejamento e Avaliação (CCPA) da PUC-Rio. 

O resultado será divulgado até o dia 16 de julho de 2021, e a data de início das aulas do segundo semestre será divulgada em breve no calendário da PUC-Rio. O programa oferece bolsa de fomento ou bolsa de isenção total aos candidatos mais bem avaliados no processo seletivo. 

Segundo o coordenador da pós-graduação, Marcos Kalinowski, o mestrado e o doutorado em Informática do Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio abrem portas tanto para a carreira acadêmica quanto para o mercado de trabalho. “Os egressos da pós-graduação do DI normalmente se tornam pesquisadores de referência, empreendedores, ou então são absorvidos por empresas internacionais de referência que valorizam uma formação de ponta, como Amazon, Facebook, Google, IBM Research, Microsoft Research, entre outras”, disse. 

O programa de pós-graduação do DI da PUC-Rio tem sua excelência reconhecida por pesquisadores e instituições nacionais e internacionais, bem como por órgãos dos ministérios de Ciência e Tecnologia e da Educação que avaliam os pesquisadores e os programas de pós-graduação do Brasil.  

Fundado em 1967, este foi o primeiro programa de pós-graduação stricto sensu na área de Computação no Brasil. Também foi o primeiro da área a obter a nota máxima (7) na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e sempre manteve o conceito desde a implantação do sistema atual de avaliação. “Ao longo dos anos, o DI tem inovado e mantido seu elevado perfil de excelência em pesquisa e a formação avançada de recursos humanos, tanto no mestrado quanto no doutorado”, disse Kalinowski, que também atua na pós-graduação como orientador na área de Engenharia de Software.

O quadro de docentes é composto por 21 professores, cuja grande maioria é bolsista de produtividade do CNPq. O programa também conta com a colaboração dos professores eméritos do DI Antônio Furtado e Clarisse de Souza.

Diversas áreas contemplam a pós-graduação em Informática, entre elas: bancos de dados; ciência de dados; computação gráfica; engenharia de software; hipertexto e multimídia; interação humano-computador; linguagens de programação; otimização e raciocínio automático; redes de computadores e sistemas distribuídos; e teoria da computação. Cada área abrange diferentes linhas de pesquisa, como jogos e entretenimento digital; visualização 3D, computação móvel, bioinformática e inteligência artificial, entre outras. 

Como se inscrever?

Os interessados no mestrado e no doutorado em informática do DI devem entregar a documentação de inscrição requerida, que consiste em: 

  • diploma de Nível Superior; 
  • currículo atualizado;
  • duas ou mais cartas de referências, que devem ser preenchidas pelos professores indicados na inscrição através do site;
  • e formulários de inscrição preenchidos online através do site.

Além disso, o processo seletivo pede uma documentação adicional obrigatória aos candidatos ao doutorado, que consiste no plano de pesquisa pré-aprovado pelo orientador pretendido. O orientador deve integrar o quadro de docentes permanentes do Programa de Pós-Graduação do DI. 

Outro documento adicional e fortemente recomendado é o exame do POSCOMP, organizado anualmente pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC). A realização do POSCOMP não é obrigatória, mas é indicada para candidatos que sejam: graduados em outra área, que não a de Ciência da Computação ou Informática; graduados em instituição de ensino superior estrangeira; ou que queiram confirmar ou reforçar seu perfil acadêmico. No caso da pós-graduação stricto sensu do DI, o candidato que realizou qualquer edição anterior do POSCOMP pode anexar o seu resultado.

Todos os aprovados devem confirmar a sua vinda para o programa de Pós-Graduação do DI entre os dias 19 a 23 de julho de 2021, entregar a documentação na Diretoria de Admissão e Registro (D.A.R.) da PUC-Rio e realizar sua matrícula conforme indicado no calendário da PUC-Rio

Mais informações sobre as inscrições e o processo seletivo estão disponíveis no edital do programa.


quinta-feira, 6 de maio de 2021 às 18:25

Primeira pós-graduação stricto sensu brasileira da área tem conceito máximo da Capes; inscrições podem ser feitas até 18 de junho […]

Gattass relembra desafios do Tecgraf em projetos com a Petrobras
terça-feira, 4 de maio de 2021 às 12:52

Foto: Reprodução/YouTube

Em live, professor do DI e diretor do Instituto falou do trabalho visando à proteção ambiental

Tecnologia e preservação do meio ambiente não são áreas afins, aparentemente. Mas podem, sim, andar lado a lado, aponta o professor do Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio Marcelo Gattass, diretor do Tecgraf. O instituto mantém uma parceria de mais de três décadas com a Petrobras, e ajuda a empresa na prevenção de desastres ecológicos. 

Para falar sobre esses e outros projetos desenvolvidos em parceria com a indústria de óleo e gás, Gattass apresentou a live “Capacitação tecnológica das empresas de petróleo e a segurança e proteção do meio ambiente – Os trabalhos dos últimos 34 anos do grupo Tecgraf” na sexta-feira (30). 

O professor relembrou algumas fases marcantes da atuação do Tecgraf com a Petrobras. Ele contou que, nos anos 1990, o grupo do instituto precisava identificar desafios que justificassem a manutenção do trabalho conjunto com a petrolífera. Com esse intuito, os pesquisadores começaram a desenvolver ferramentas e programas gráfico-interativos para apoio às atividades de engenharia e geologia da companhia. 

Em 1996, uma abertura na lei brasileira permitiu que as empresas pudessem importar software, algo que até então não era permitido por aqui. Com isso, o Tecgraf readaptou seu modelo de trabalho na Petrobras, tornando-se desenvolvedor e integrador. “Como já conhecíamos bem a parte de geociências, a gente não só sobreviveu, mas também cresceu a partir daí”, disse Gatass na live. 

A partir dos anos 2000, o Tecgraf ampliou o escopo dos serviços para todas as áreas da empresa, incluindo sísmica, reservatório, automação, meio ambiente e logística. Outro destaque da atuação se deu em 2007, após a descoberta da camada pré-sal. Na ocasião, os pesquisadores se envolveram não só no desenvolvimento de produtos, mas também no treinamento, consultoria e suporte à estatal, tentando resolver diretamente os problemas enfrentados no contexto do pré-sal. 

Projetos e desafios 

Gattass citou, na live, situações desafiadoras vividas ao longo das décadas de parceria. “O primeiro desafio mais direto que enfrentamos foi quando a Petrobras, no início da exploração marítima, tinha uma frota de navios petroleiros e precisava de uma frota de plataformas”, narrou. Segundo ele, a ideia era aposentar esses navios ou tentar adaptá-los para plataformas novas. “Junto com uma série de cooperações, colocamos um anel gigantesco embaixo dos navios, para que ficassem parados em uma posição. Então, em vez de o navio ser um meio de transporte, ele virou uma unidade estacionária.”

Porém, ocorreu um problema: navios ancorados possuem uma base três vezes maior do que a altura da lâmina da água. Quando há muitas embarcações reunidas num mesmo lugar, existe o risco elevado de uma interferir na operação da outra. E isso pode provocar vazamentos de óleo, um grave problema ambiental. “Sendo assim, desenvolvemos modelos que criassem sistemas para prender as plataformas de forma mais eficiente, evitando a ocorrência de algum desastre”, esclareceu.  

O professor relembrou outro episódio marcante da atuação do grupo do Tecgraf, e que também envolveu a proteção ao meio ambiente. Em 2000, houve o rompimento de um duto da Petrobras, e o despejo de mais de 1 milhão de litros de petróleo no fundo da Baía de Guanabara. O Tecgraf foi chamado para ajudar a analisar o que aconteceu. 

“Um dos nossos papéis foi coordenar diversas unidades do Brasil para fazer uma base de dados geográficos, levantando a sensibilidade de cada trecho da costa brasileira”, contou Gattass. No período, foram desenvolvidos sistemas de combate ao derramamento de óleo.

Gattass também reforçou a importância de se pensar sempre na manutenção desses sistemas, evitando novos derramamentos. Para ele, o aporte tecnológico é fundamental, mas é preciso também se manter em estado de vigília para que os recursos sejam usados de forma efetiva.

Ao longo da live, Gattass respondeu às perguntas do público, que acompanhava em tempo real, e rememorou outras soluções adotadas diante de percalços vividos pela indústria do petróleo. 

Ele destacou ainda a atuação de diferentes áreas do Tecgraf, como o desenvolvimento do sistema Recon MS, voltado para a restauração de modelos geográficos e a avaliação de falhas que possam interferir no ecossistema, e a área de gerenciamento de reservatórios (Geresim), que estuda a produção do reservatório e as formas seguras de trabalhar essa produção.

Por fim, o professor ressaltou que o Tecgraf vem obtendo reconhecimento por seu trabalho. O Instituto tem parceiros de relevo, como as empresas Shell Brasil e Eneva. 

A live do professor Marcelo Gattass faz parte dos seminários de pós-graduação e foi transmitida no YouTube e no Facebook do DI. Inscreva-se no canal, e siga a nossa página para ficar por dentro das novidades!


terça-feira, 4 de maio de 2021 às 12:52

Em live, professor do DI e diretor do Instituto falou do trabalho visando à proteção ambiental Tecnologia e preservação do […]

PUC-Rio é a melhor universidade privada do Brasil, segundo indicador do governo
segunda-feira, 3 de maio de 2021 às 15:00

Foto: Acervo Comunicar PUC-Rio

Índice Geral de Cursos (IGC) foi divulgado em 23 de abril

Reconhecida pelo ensino de excelência, pesquisa e projetos, a PUC-Rio conquistou mais uma vitória: é a melhor universidade privada brasileira, segundo o Índice Geral de Cursos (IGC), relativo a 2019. Os dados foram anunciados na sexta-feira (23) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do MEC responsável pela avaliação. 

O resultado só foi divulgado agora por conta da coleta de dados relacionados à pós-graduação, que saíram depois dos referentes à graduação. Para o professor e diretor do Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio, Markus Endler, a notícia confirma o alto nível da universidade, e de seu corpo docente.

Endler destacou que, por se tratar de uma universidade privada, a PUC-Rio tem um corpo docente menor do que o das universidades federais e depende das taxas escolares de seu alunado, bem como das parcerias em projetos com a iniciativa privada para manter o seu alto padrão. “É louvável que mesmo diante dessas dificuldades, ela figure tão bem na avaliação”, disse o diretor. 

O DI se orgulha de fazer parte da história da PUC-Rio. Há mais de 50 anos, o departamento vem atuando com destaque no ensino superior e pesquisa nacionais, foi pioneiro em várias áreas da computação e criador de vários softwares mundialmente conhecidos, como Lua e Ginga. “Eu tenho o maior prazer de estar como diretor do departamento e poder direcionar e tomar decisões que melhorem ainda mais o nosso desempenho”, afirmou Endler.

A excelência do Departamento de Informática pode ser confirmada pelo conceito máximo (7) de seu programa de pós-graduação, conferido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e mantido desde que o sistema de avaliação foi criado pela a agência, e também pelas estreitas parcerias com a indústria, que trazem recursos e notoriedade não só para o departamento, mas para a universidade como um todo. 

A Informática da PUC-Rio, vale ressaltar, está em 1º lugar na lista de cursos de universidades brasileiras da área que mantêm projetos com a indústria, feita pelo Emerging Economies University Rankings 2021. O ranking é divulgado pela prestigiosa revista inglesa “Times Higher Education”, e este último saiu em março. 

Saiba mais sobre o IGC

O Índice Geral de Cursos avalia universidades, faculdades e centros universitários, e é calculado pela combinação dos dados coletados por meio do Conceito Preliminar de Cursos (CPC), outro indicador do governo federal voltado a esta análise. O ranqueamento também considera notas dos programas de pós-graduação stricto sensu das instituições, atribuídos pela Capes. 

Essa avaliação é feita pela média das informações coletadas nos três últimos anos – neste caso, o IGC levou em consideração os dados de 2017, 2018 e 2019. 


segunda-feira, 3 de maio de 2021 às 15:00

Índice Geral de Cursos (IGC) foi divulgado em 23 de abril Reconhecida pelo ensino de excelência, pesquisa e projetos, a […]

‘Segurança da informação é um tema muito amplo’, diz Oliveira em live
sexta-feira, 30 de abril de 2021 às 18:28

Foto: Reprodução/YouTube

Professor Anderson Oliveira dá dicas a interessados em trabalhar na área

O que faz um especialista em segurança da informação? O assunto está em alta, mas nem todo mundo conhece o dia a dia deste profissional, hoje muito procurado por empresas e mesmo por pessoas físicas. Na live “Prática e pesquisa em segurança da informação”, na quinta-feira (29), o professor do Departamento de Informática (DI) Anderson Oliveira conversou com a coordenadora da graduação, professora Noemi Rodriguez, a este respeito. Lembrou um pouco de sua trajetória acadêmica, e falou dos trabalhos atuais em segurança da informação desenvolvidos no DI.

Professor do quadro complementar do departamento desde 2001, Oliveira atua na área desde a década de 1990. Na live, ele destacou a grande evolução da disciplina de segurança da informação ao longo destes anos. “Ela procura preparar nossos alunos para construir sistemas de processamento de informação seguros. Mas também é muito importante que o aluno tenha uma boa base de segurança da informação”, explicou.

Segundo Oliveira, a disciplina é dividida em quatro partes. A primeira tem como foco a gestão da segurança da informação. Os estudantes, neste momento, conhecem as normas da área. A segunda parte aborda, entre outros pontos, a implementação de sistemas seguros, e as técnicas de autenticação para controle de acesso a um sistema. A terceira parte estuda segurança ofensiva; ou seja, quais são as etapas e técnicas de ataque. Por fim, a quarta discorre sobre segurança defensiva. 

“Quando a gente pensa em segurança da informação, existem cinco pilares: integridade, autenticidade, confidencialidade, controle de acesso e disponibilidade”, resumiu o professor, que respondeu a perguntas que chegaram pelo chat. Quando perguntado quais são os principais pontos que um aluno deve dominar para ser um bom profissional em segurança da informação, ele disse que é necessário interagir com todas as áreas de TI, e apresentar boas soluções quando instado a tal.

Uma dica relevante para quem quer ter êxito na área é buscar uma sólida formação em Ciência da Computação e em Engenharia da Computação, sublinhou o professor. Ele também falou da necessidade de se buscar certificações na área – elas costumam ser exigidas pelo mercado. “Dessa forma, você mostra que está preparado para assumir o papel de gestor de segurança de informação ou de atuante na operação da segurança de TI”, explicou.

Novo curso sobre compliance de dados e formação DPO

Com a entrada em vigor da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), entender de compliance de dados de formação DPO (data protection office) é uma exigência para muitos profissionais. Oliveira é um dos coordenadores do curso on-line Compliance de Dados e Formação de DPO, oferecido em conjunto pelo DI e pelo Instituto de Direito da PUC-Rio, e que começa na próxima segunda-feira (3). Na live, ele deu mais detalhes sobre a função de um DPO, quais são suas áreas de interesse e por que esse é um cargo que está cada vez mais requisitado pelas empresas.

O trabalho de pesquisa no LAC (Laboratory for Advanced Collaboration), laboratório do DI voltado para a área de internet das coisas, foi outro tema tratado na transmissão. Oliveira falou sobre os desafios de segurança enfrentados quando do desenvolvimento de aplicações com este fim.

Além das aulas na graduação e da pesquisa no LAC, o professor também coordena a equipe de suporte do DI. Ele levou para a live exemplos do que enfrenta no dia a dia, e quais soluções mais usa. O professor revelou que a adoção de boas práticas de segurança da informação dentro da rede do departamento resultou em baixíssimos índices de incidentes de segurança ao longo dos últimos anos.

A live “Prática e pesquisa em segurança da informação” faz parte dos seminários da graduação, realizados duas vezes por mês. Está disponível no nosso canal no YouTube e no Facebook. Assista, e não deixe de se inscrever no canal e de curtir a página!


sexta-feira, 30 de abril de 2021 às 18:28

Professor Anderson Oliveira dá dicas a interessados em trabalhar na área O que faz um especialista em segurança da informação? […]

Gattass faz live sobre proteção do meio ambiente na indústria de óleo e gás
quinta-feira, 29 de abril de 2021 às 14:21

Professor Marcelo Gattass. Foto: Arquivo pessoal

O professor do DI e diretor do Instituto Tecgraf mostrará os projetos desenvolvidos pelo grupo na área de proteção da vida e do meio ambiente

Um dos grandes marcos do Instituto Tecgraf, vinculado ao Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio, é a sua parceria com a indústria de óleo e gás. Entre os diversos projetos desenvolvidos para essas empresas, está o desenvolvimento de sistemas que atuam na segurança do trabalho e na proteção do meio ambiente. Para falar sobre esses trabalhos, o professor do DI e diretor do Tecgraf, Marcelo Gattass, apresentará a live “Capacitação tecnológica das empresas de petróleo e a segurança e proteção do meio ambiente – Os trabalhos dos últimos 34 anos do grupo Tecgraf” nesta sexta-feira (30), às 15h.

Durante a apresentação, Gattass falará sobre o desenvolvimento desses projetos e compartilhará alguns exemplos ao longo das mais de três décadas de cooperação com importantes empresas do setor.  

Um dos exemplos desenvolvidos pelo grupo, e que será retratado na palestra, é um sistema que impede o vazamento de petróleo nos mares e oceanos. “Esses sistemas garantem uma operação de trabalho mais segura, protegendo o meio ambiente e a vida dos funcionários”, disse Gatass.

A principal parceira do Tecgraf é a Petrobras, com quem o instituto coopera desde a sua criação, em 1986. Porém, o grupo vinculado ao DI também tem projetos em parceria com outras empresas, como Transpetro, GE Brasil, Eneva, Shell Brasil e Marinha do Brasil. O Tecgraf também colabora com outros departamentos acadêmicos da PUC-Rio, com instituições de ensino e pesquisa nacionais e internacionais, e com empresas dos setores de segurança, entretenimento e medicina, 

A live do professor Marcelo Gattass faz parte dos seminários de pós-graduação e será transmitida no YouTube e no Facebook do DI. Inscreva-se no canal e siga a nossa página para ficar por dentro das nossas novidades!


quinta-feira, 29 de abril de 2021 às 14:21

O professor do DI e diretor do Instituto Tecgraf mostrará os projetos desenvolvidos pelo grupo na área de proteção da […]

Anderson Oliveira falará sobre segurança da informação em live da graduação
quarta-feira, 28 de abril de 2021 às 18:25

Professor Anderson Oliveira. Foto: Arquivo pessoal

Apresentação ocorrerá nesta quinta-feira (29) no YouTube e no Facebook do DI

Segurança da informação é um tema cada vez mais urgente para empresas e pessoas físicas. O uso de computadores pessoais no home office, a crescente onda de ataques de hackers e a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) são fatores que ampliaram o interesse nessa área. Para falar sobre este tema, o professor do Departamento de Informática (DI) Anderson Oliveira fará a live “Prática e pesquisa em segurança da informação” nesta quinta-feira (29), às 18h, no YouTube e no Facebook do DI.

A live será conduzida pela professora e coordenadora da graduação, Noemi Rodriguez. No bate-papo, Oliveira falará sobre o seu trabalho de pesquisa no LAC, laboratório do DI voltado para a área de Internet of Things (IoT) e coordenado pelo professor e diretor do departamento, Markus Endler

“Eu oriento um grupo que está implementando um protocolo de comunicação segura no Contextnet, que é o middleware de IoT do LAC. Nós desenvolvemos esse protocolo com algoritmos criptográficos que sejam adequados aos sensores e atuadores utilizados no contexto de IoT”, explicou.

Professor do quadro complementar do DI, Oliveira leciona a disciplina de segurança da informação no curso de graduação e falará sobre os tópicos abordados na ementa e como a disciplina evoluiu com o passar dos anos. 

Responsável pela gestão da infraestrutura de TI do departamento, Oliveira trará para a live questões de segurança que aparecem em seu dia a dia. Outro tema da conversa será o curso online Compliance de Dados e Formação de DPO (data protection officer), oferecido em conjunto pelo DI e pelo Instituto de Direito da PUC-Rio. O professor é um dos coordenadores do curso, que começa em 3 de maio. No seminário, Oliveira explicará a relação entre o DPO e a LGPD e por que é importante que os (futuros) profissionais de segurança da informação, da área jurídica e de compliance se familiarizem com esse conceito.

A live “Prática e pesquisa em segurança da informação” faz parte dos seminários da graduação, que ocorrem duas vezes por mês. Para assistir e acompanhar as próximas apresentações, inscreva-se no nosso canal no YouTube e curta a nossa página no Facebook!


quarta-feira, 28 de abril de 2021 às 18:25

Apresentação ocorrerá nesta quinta-feira (29) no YouTube e no Facebook do DI Segurança da informação é um tema cada vez […]

Por Dentro do DI: IDEIAS-SERG une IHC com engenharia semiótica
quarta-feira, 28 de abril de 2021 às 16:08

Foto: Pixabay

Laboratório nasceu da parceria entre os dois grupos de pesquisa, e se destaca pela sua atuação e pela união com demais NITs do DI

Produzir tecnologia e contribuir para a sociedade. Esse é o objetivo do IDEIAS-SERG, laboratório de pesquisa e desenvolvimento multidisciplinar do Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio. O laboratório é coordenado pelas professoras Simone D.J. Barbosa e Clarisse Sieckenius de Souza e realiza pesquisa nas áreas de Semiótica, Visualização de Informação e Visual Analytics, Desenvolvimento por Usuários Finais e Computação Centrada em Humanos.

Fundado em 2019, o IDEIAS-SERG nasceu da junção de dois grupos que já existiam no departamento: o IDEIAS, fundado em 2010, e o SERG (Semiotic Engineering Research Group), fundado em 1996. O IDEIAS, então coordenado por Simone, nasceu da necessidade de possibilitar pesquisas e trabalhos em Interação Humano-Computador (IHC). Já o SERG, supervisionado por Clarisse, tinha o objetivo de estudar semiótica computacional. Foi pioneiro no desenvolvimento de pesquisas em engenharia semiótica e se tornou um centro de referência internacional na área. 

Mas como os grupos se juntaram? De acordo com Simone, os seus trabalhos tinham o mesmo objetivo: de contribuir para a sociedade através da tecnologia. Além disso, a professora contou que, por causa da sua própria formação, a engenharia semiótica contribuía para todos os seus trabalhos em IHC. “Houve essa junção por causa da afinidade dos temas e dos objetivos de melhorar a vida das pessoas”, disse. 

Simone Diniz Junqueira Barbosa

Professora Simone D. J. Barbosa. Foto: Divulgação

E essa foi uma união de peso. Tanto o IDEIAS quanto o SERG titularam mestres e doutores e receberam prêmios. Os pesquisadores sênior do SERG, por exemplo, receberam duas distinções da Association for Computing Machinery (ACM). Em particular, Clarisse se tornou membro do ACM SIGCHI Academy, grupo de pesquisadores ilustres da área. Tanto Clarisse como Simone receberam o prêmio internacional IFIP TC13 Pioneer e o prêmio nacional Carreira de Destaque em IHC (CEIHC-SBC), prêmios esses dedicados a pesquisadores que muito contribuíram para a área de IHC.

Parcerias e projetos

O IDEIAS-SERG tem tido projetos em parceria com outros laboratórios do DI — em particular, com daslab, ExACTa, LES, Tecgraf e Telemídia

De acordo com Simone, essa união ocorre quando um cliente procura um dos laboratórios para soluções em experiência do usuário (UX), forte do IDEIAS-SERG. Aliás, o termo “experiência do usuário” é muito utilizado na indústria, enquanto a sigla IHC é mais frequente na academia. 

“No final das contas, a gente pode dizer que entrega soluções em IHC/UX”, disse Simone.

A coordenadora do laboratório explicou como ocorrem os trabalhos em conjunto com os demais Núcleos de Inovação Tecnológica do DI.Essas parcerias se estabelecem quando os laboratórios identificam a necessidade de um trabalho mais aprofundado em IHC/UX em seus projetos, e nos convidam para colaborar.”

A cultura de colaboração dos laboratórios tem grande impacto no trabalho de todos os envolvidos. “Todos se ajudam em suas respectivas pesquisas, tirando vantagem das habilidades complementares da equipe”, disse o mestrando Gabriel Diniz Junqueira Barbosa, que atua no IDEIAS-SERG. 

Professora Clarisse de Souza. Foto: Divulgação

Além dos projetos em design e avaliação de interface do usuário desenvolvidos para diferentes tipos de indústria, desde óleo e gás até mídia, Simone destacou outra atuação do IDEIAS-SERG: os treinamentos e capacitação nessas áreas. De acordo com Simone, esses trabalhos trazem casos reais para o laboratório, e eles retribuem entregando resultados de pesquisa de ponta. “Todo mundo ganha”, comemorou.

Referência de dentro para fora

A atuação do IDEIAS-SERG é reconhecida nacional e internacionalmente, mas o seu prestígio nasceu dentro do próprio laboratório. Atualmente, conta com 23 colaboradores, além dos pesquisadores dos demais NITs do DI que também atuam em seus projetos. 

Um fato é unânime: os alunos exaltam os trabalhos realizados no laboratório e frisam a sua importância em suas trajetórias profissionais. Entre eles, está a pesquisadora Ariane Bueno, que está finalizando o doutorado em Informática e já conhece a professora Simone de longa data. “Ela é minha orientadora desde a graduação. Sempre que estive na PUC como aluna e participei dos projetos de pesquisa do IDEIAS-SERG, atuando como pesquisadora de IHC”, disse Ariane, que também atua no daslab com projetos de data science e visualização de dados. 

“Entre o mestrado e o doutorado, eu fiquei longe da PUC trabalhando exclusivamente na Petrobras como consultora de IHC. Tudo o que aprendi e desenvolvi no IDEIAS-SERG foi fundamental para a minha trajetória profissional. Porém, o mais importante é que me trouxe de volta à universidade para o doutorado, estabelecendo minha carreira como pesquisadora”, contou.

Já Gabriel ressaltou o valor de atuar em um grupo pioneiro na teoria de Engenharia Semiótica, sua área atual de pesquisa. “Estar no laboratório onde ela foi inventada e trabalhar com as pessoas que ajudaram a avançá-la é um privilégio enorme”, contou. 

Com relação ao seu trabalho, Gabriel disse que está estudando como desenvolvedores inscrevem significados em sistemas baseados em machine learning. “Temos uma boa diversidade de áreas de investigação no laboratório, conduzindo pesquisas desde Visualização de Informação até Model-based Design, utilizando uma grande variedade de metodologias.”

Se você é aluno de graduação, mestrado ou doutorado e tem interesse em saber mais sobre o laboratório e como ingressá-lo, entre em contato pelo e-mail ideias@inf.puc-rio.br


quarta-feira, 28 de abril de 2021 às 16:08

Laboratório nasceu da parceria entre os dois grupos de pesquisa, e se destaca pela sua atuação e pela união com […]

Alunos da Especialização em Ciência de Dados têm artigos aceitos no SBSI
segunda-feira, 26 de abril de 2021 às 11:08

Da esquerda para a direita: Ney Barchilon, José Douglas Nascimento e Márcio Afonso. Foto: Arquivo pessoal

Curso lato sensu do DI se destaca por promover produção científica em suas turmas

Na pós-graduação stricto sensu – ou seja, no mestrado e no doutorado em Informática do Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio, faz parte da formação dos alunos atuar em pesquisas de ponta e relatar os resultados em artigos científicos. Apesar desse tipo de produção não ser comum em cursos lato sensu, o DI incentiva a produção científica também de seus alunos de especialização, o que trouxe notícias muito positivas: três artigos da turma de 2019 da Especialização em Ciência de Dados foram aceitos para publicação no Simpósio Brasileiro de Sistemas de Informação (SBSI). Detalhe: nenhum dos alunos havia submetido um artigo científico antes. 

Os trabalhos “Machine Learning Aplicado ao Resultado de Pedido de Concessão de Benefícios do INSS”, de Ney Barchilon; “Construção de Tábuas de Mortalidade com a utilização de Redes Neurais LSTM”, de José Douglas Nascimento; e “Clusters of Brazilian municipalities and the relationship with their fiscal management”, de Márcio Afonso, serão apresentados na conferência em junho, que será online por conta da pandemia de Covid-19.

A coordenadora da especialização e orientadora dos trabalhos, Tatiana Escovedo, destacou a taxa de aceitação rigorosa do SBSI. “As conferências mais prestigiadas têm uma seletiva taxa de aceitação. Esta edição do SBSI, por exemplo, teve em torno de 30%”, disse. No total, foram 179 artigos submetidos e 59 aceitos. Dentre os aceitos, três são dos nossos alunos da pós lato sensu em Ciência de Dados. 

Orgulhosa, Tatiana espera que o fato inspire não só as atuais turmas de 2020 e 2021, mas também os futuros alunos do curso. “Participar de produções científicas pode estimular e abrir oportunidade para que os alunos ingressem no mestrado e no doutorado”, contou a professora, também destacando um potencial da pesquisa lato sensu. “Como muitos alunos atuam no mercado, é possível haver uma colaboração forte entre indústria e academia.”

Conheça os trabalhos

O artigo “Machine Learning Aplicado ao Resultado de Pedido de Concessão de Benefícios do INSS”, de Ney Barchilon, propõe um modelo de machine learning para agilizar os processos de concessão de benefícios no INSS. Segundo Barchilon, essa aplicação ajudaria a prever se determinado pedido seria concedido ou não, possibilitando a redução do tempo de espera. “Eu percebi que podia montar um algoritmo para fazer essa previsão a partir dos dados abertos do INSS, disponíveis no site do Governo Federal”, disse. 

Já o trabalho “Construção de Tábuas de Mortalidade com a utilização de Redes Neurais LSTM”, de José Douglas Nascimento, consiste em um modelo específico de machine learning (no caso, as aplicações de redes neurais LSTM) para estimar a taxa de mortalidade da população brasileira nos próximos 10 anos, de forma que os estados possam mensurar riscos na área de previdência e de seguros. Essa técnica poderia facilitar o atual formato calculado e divulgado pelo IBGE. 

Por fim, o artigo “Clusters of Brazilian municipalities and the relationship with their fiscal management”, de Márcio Afonso, analisa os municípios brasileiros e suas características socioeconômicas para propor um modelo estatístico capaz de agrupá-los em diferentes combinações, percebendo se existem influências sobre como as prefeituras estão gerindo os recursos públicos. 

Essa foi a primeira vez em que os três autores submeteram artigos científicos para publicação, e o sentimento de orgulho foi grande para todos. Tanto Barchilon, formado em Estatística, quanto Márcio Afonso, economista de formação, acharam que não teriam chances. “Ter sido aprovado na minha primeira tentativa foi bastante surpreendente e positivo”, disse Afonso. 

José Douglas Nascimento, que é atuário, também se surpreendeu com a experiência. “Escrever um artigo foi um grande alcance, valeu por tudo que eu fiz”, disse emocionado. Durante o curso, Nascimento contraiu Covid-19, foi internado na UTI e, mesmo assim, acompanhou as aulas por se identificar com o que estava aprendendo. “A pós foi muito importante para eu receber a denominação de cientista de dados. Não era só uma realização profissional, eu também precisava desse ganho na minha vida”, contou. 

Mais sobre a pós em Ciência de Dados

A pós-graduação lato sensu em Ciência de Dados do DI inclui possui uma ementa abrangente e diferenciada, fornecendo a formação ideal para um cientista de dados. São abordados tópicos como Machine Learning, Inteligência Artificial, Banco de Dados, Big Data, Cloud Computing, LGPD e Gestão de Dados. 

A próxima turma iniciará em Março de 2022 e, assim como as turmas atuais, adotará o formato online. Para Barchilon, Afonso e Nascimento, o curso fez toda a diferença em suas carreiras. Eles elogiaram o corpo docente, a ementa proposta e as aplicações teóricas e práticas ao longo das aulas. 

De acordo com Tatiana, os próximos passos são estreitar laços entre a pós-graduação lato sensu e a stricto sensu da PUC-Rio. “Planejamos envolver professores do mestrado e doutorado na produção destes artigos, promovendo um intercâmbio de experiências com os pesquisadores de referência nessas áreas”, contou.


segunda-feira, 26 de abril de 2021 às 11:08

Curso lato sensu do DI se destaca por promover produção científica em suas turmas Na pós-graduação stricto sensu – ou […]

Cidades inteligentes e internet das coisas é tema de tese de doutorado do DI
quinta-feira, 22 de abril de 2021 às 16:07

Prof. Alexandre Meslin. Foto: Divulgação

Alexandre Meslin foi orientado pelos professores Noemi Rodriguez e Markus Endler; trabalho abordou aplicações para smart cities

Você já imaginou morar em uma cidade repleta de sensores e sistemas que ajudam a coletar dados e a gerenciar os aspectos do dia a dia? Talvez você não se dê conta, mas o uso da tecnologia para esses fins é uma tendência que tem crescido cada vez mais e que promete se consolidar no futuro. O desenvolvimento de aplicações para as chamadas cidades inteligentes é o ponto de partida da tese de doutorado do professor agregado do Departamento de Informática (DI) Alexandre Meslin,MUSANet: A multitier platform for developing smart-city applications“, defendida na sexta-feira (16). 

O trabalho foi orientado pela professora Noemi Rodriguez, coordenadora da graduação, e co-orientado pelo diretor do DI, professor Markus Endler, e se trata de um testbed, middleware, para a Internet das Coisas voltado para hospedar aplicações para cidades inteligentes. Esse conceito, conhecido em inglês como smart cities, está crescendo cada vez mais rápido e traz diversos benefícios para gestores e habitantes, ajudando-os em diversos aspectos como economia, educação, segurança, saúde, entre outros.

Uma cidade inteligente pode ter uma grande quantidade de sensores instalados e espalhados, com o objetivo de coletar dados que precisam ser analisados, de forma que os moradores e gestores tenham acesso às mudanças que a cidade apresentou ao longo do tempo. Portanto, cabe aos programadores a projeção de sistemas que façam esse processamento. “No futuro, quando essas cidades tiverem realmente monitoradas por milhões de sensores, elas vão precisar de um middleware geograficamente distribuído e altamente escalável”, disse Meslin. 

A pergunta que norteia o trabalho é relacionada à arquitetura que quer investigar essa distribuição de sensores. “Desenvolvemos uma arquitetura em três camadas: na nuvem (cloud), na névoa (fog) e na borda (edge), todas com capacidade de processamento para permitir que a aplicação distribua o seu processamento de forma hierárquica”, explicou. 

Diversas ferramentas em metodologias de monitoramento, emulação e captura de dados foram adicionadas nesse testbed, para que os desenvolvedores possam investigar e conhecer o sistema que eles estão desenvolvendo. Isso permite que eles investiguem a melhor forma de distribuir o processamento na nuvem, névoa ou borda, além de permitir a distribuição geográfica da computação dentro de cada camada.

Para Meslin, o trabalho foca em uma solução que não é só imediata, mas sim que poderá ser utilizada para novas aplicações, grandes cidades e muitos sensores.. “No futuro, as cidades ao redor do mundo terão milhões de sensores que vão retransmitir informações. Até que ponto a sua rede vai escalar com isso?”, indaga. 

Conciliação de estudos e do trabalho

Meslin é professor do DI desde 1995. Atualmente, ele ensina software básico e programação para os alunos de Informática e do ciclo básico de Engenharia da PUC-Rio. 

Durante quatro anos, ele foi professor e aluno do DI ao mesmo tempo – mas por não ser aluno de tempo integral, teve um pouco mais de tempo para se dedicar à tese. “Durante esse tempo, tentamos imaginar o que faríamos, para conhecer (o assunto) e saber o que já existia de sistema ao nosso redor”, contou. 

Meslin atribui o sucesso do trabalho aos orientadores, Noemi Rodriguez e Markus Endler, e à colaboração de outros laboratórios, como o Instituto de Matemática e Estatística (IME), da USP, que lhe ofereceu o ambiente para modelar a cidade; e o Laboratory for Advanced Collaboration (LAC), do DI da PUC-Rio, onde ele conseguiu processar informações e coletar os dados. Esses ambientes foram integrados no trabalho. Inclusive, o Contextnet, middleware criado dentro do LAC, é um dos sistemas citados e trabalhados dentro da tese. 

Em um vídeo publicado no YouTube do DI, Meslin explica brevemente a sua tese e apresenta as suas hipóteses, aplicações desenvolvidas e resultados. Você pode assistir aqui. Aproveite para se inscrever no nosso canal e acompanhar os nossos vídeos!


quinta-feira, 22 de abril de 2021 às 16:07

Alexandre Meslin foi orientado pelos professores Noemi Rodriguez e Markus Endler; trabalho abordou aplicações para smart cities Você já imaginou […]

Simone Barbosa aborda reconhecimento facial ao Guia do Estudante 
terça-feira, 20 de abril de 2021 às 16:28

Professora Simone Barbosa. Foto: Divulgação

Documentário disponível na Netflix que denuncia racismo em algoritmos foi tema de reportagem

O documentário “Coded Bias”, de 2020, está disponível na Netflix desde o início de abril. O filme mostra o mecanismo racista de algoritmos de reconhecimento facial, um desdobramento indesejável da inteligência artificial (IA). Para falar sobre o assunto, o site Guia do Estudante entrevistou a professora do Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio Simone Barbosa, especialista na área de Interação Humano-Computador (IHC). 

Na reportagem, Simone explicou de que forma a tecnologia de reconhecimento facial foi desenvolvida, e apresentou um caminho para se tentar minimizar este caráter discriminatório e nada ético da IA. 

“A tecnologia de reconhecimento foi construída utilizando uma amostragem menor de rostos negros e de mulheres. Esse fato impede uma taxa de acertos maior. Foi uma escolha enviesada. No entanto, é possível realimentar o algoritmo para reduzir o viés e melhorar a classificação”, disse a professora, que também mostrou usos do reconhecimento facial em diferentes contextos. 

O texto do Guia do Estudante cita o grupo de Ética e Mediação Algorítmica de Processos Sociais (EMAPS), coordenado pela professora emérita do DI, Clarisse Sieckenius de Souza. Outro ponto abordado foi a utilização de dados pessoais por empresas ou governos de maneira controversa. 

Para ler a matéria na íntegra, clique aqui.  

Saiba mais sobre o documentário

“Coded Bias” é dirigido por Shalini Kantayya, e trata da experiência da pesquisadora do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets) Joy Buolamwini, que é negra e não teve o rosto reconhecido por uma tela com dispositivo de IA. 

Joy só conseguiu ser identificada pelo programa ao colocar uma máscara branca. Sendo assim, fica claro que os sistemas de inteligência artificial são instruídos a reconhecer o mesmo padrão de conjunto de dados, notadamente, homens brancos, o que dificulta o reconhecimento de rostos negros e/ou femininos. 

O filme também aborda o fortalecimento de sistemas de vigilância a partir do desenvolvimento das tecnologias de reconhecimento facial.


terça-feira, 20 de abril de 2021 às 16:28

Documentário disponível na Netflix que denuncia racismo em algoritmos foi tema de reportagem O documentário “Coded Bias”, de 2020, está […]

Em live, Waldemar Celes fala de projetos do Tecgraf com a Petrobras
segunda-feira, 19 de abril de 2021 às 18:30

Foto: Reprodução/YouTube

Professor do DI e coordenador de projetos do instituto discorreu sobre área de Visualização Científica

Buscar soluções inovadoras na área de óleo e gás é o propósito dos projetos de cooperação que o Instituto Tecgraf mantém com a Petrobras. Para falar sobre esse trabalho, o professor do Departamento de Informática (DI) e coordenador de projetos do Tecgraf, Waldemar Celes, apresentou a live “Visualização científica na indústria de óleo e gás: desafios, soluções e benefícios” na última sexta (16). 

Segundo Celes, os resultados obtidos pela equipe do Tecgraf são ricos não apenas para a indústria, mas também para o instituto. “Essa cooperação é muito benéfica para a gente, porque ela traz desafios que precisam de soluções operacionais a serem entregues aos usuários”, explicou.

O professor falou sobre o principal projeto do Tecgraf com a Petrobras, o Geresim, sigla para Gerência de Simulação Numérica de Reservatório. “Quando uma indústria de óleo e gás descobre um reservatório, ele tem que planejar a sua exploração. O domínio do reservatório, muitas vezes, gigantesco, é subdividido em pequenas células que acompanham o modelo geológico que você está considerando dentro da área do seu reservatório”, disse o professor. Ele também explicou como os reservatórios podem ser caracterizados e de que forma é realizado o planejamento da exploração de campos de petróleo.

A partir desses aspectos, Celes demonstrou como o simulador numérico ajuda a prever a produção de óleo nos próximos anos. A projeção pode ser de até cinco décadas para frente. Como o volume de informação que resulta em uma simulação como essa é muito grande, o professor explicou que a visualização científica ajuda a interpretar os resultados. Para ele, é desafiador trabalhar com esse tipo de modelo em grandes dimensões, sobretudo em se tratando dos campos de pré-sal explorados pela Petrobras. 

Ao longo da live, o coordenador de projetos do Tecgraf também falou sobre a principal função do Geresim, que é a de inspeção de resultados. Ele discorreu ainda sobre o suporte do projeto à visualização de análise de geomecânica de reservatórios.

Técnicas de visualização

O professor também compartilhou as técnicas de visualização que o instituto emprega, para atender à demanda do projeto de reservatório. 

Dentre os tipos de modelos apresentados, Celes citou o modelo regular, de grade, tipicamente encontrado na área médica, o de malha não estruturada, e o de malha topologicamente estruturada, que é o caso do reservatório. “Em todos esses casos, posso ter um campo escalar ou um campo vetorial”, disse o professor.

Ele também mostrou como se explora o volume de informação, e apontou duas técnicas para inspecionar o interior de um volume, as visualizações baseadas em geometria e as baseadas no campo escalar. Celes mostrou os respectivos desafios e soluções. Ao fim da live, o professor respondeu a perguntas dos espectadores. 

A apresentação completa, que faz parte da série de seminários da pós-graduação, está disponível no canal do YouTube e no Facebook do DI. Não deixe de se inscrever no nosso canal para acompanhar as próximas lives!


segunda-feira, 19 de abril de 2021 às 18:30

Professor do DI e coordenador de projetos do instituto discorreu sobre área de Visualização Científica Buscar soluções inovadoras na área […]

Waldemar Celes apresenta live sobre projetos para indústria do óleo e gás
quinta-feira, 15 de abril de 2021 às 17:05

Prof. Waldemar Celes. Foto: Divulgação

Professor coordena projetos do Tecgraf, que tem décadas de parceria com a Petrobras

O Departamento de Informática (DI) tem larga experiência em projetos na área de óleo e gás. Parte dessa história será contada pelo professor Waldemar Celes, coordenador de projetos na área de Visualização Gráfica do Instituto Tecgraf/PUC-Rio, na live “Visualização científica na indústria de óleo e gás: desafios, soluções e benefícios”. A apresentação será nesta sexta-feira (16), às 15h. 

Celes vai falar sobre os projetos de cooperação que o Tecgraf mantém com a Petrobras. A parceria já tem mais de 30 anos. “Vamos apresentar como os desafios impostos têm impulsionado pesquisas, trazendo soluções tecnológicas inovadores, em especial para o tratamento dos campos de petróleo gigantes do pré-sal”, adiantou o professor.  

Ele lembra que a indústria de óleo e gás sempre buscou aplicar tecnologias de visualização no auxílio de interpretações de dados geológicos. Para ele, a complexidade das estruturas e o volume de informações requerem técnicas avançadas de visualização, que estão em constante evolução.

A live, que faz parte da série de seminários da pós-graduação, será transmitida no canal do DI no YouTube e na nossa página do Facebook. Os espectadores podem fazer perguntas pelo chat. Para não esquecer, inscreva-se no canal e ative o lembrete! Fique por dentro desta e de outras apresentações do DI!


quinta-feira, 15 de abril de 2021 às 17:05

Professor coordena projetos do Tecgraf, que tem décadas de parceria com a Petrobras O Departamento de Informática (DI) tem larga […]