DI contribui com matérias no jornal O Globo e na Veja Rio

Reportagens falaram sobre conquista do desafio mundial da Apple e falta de profissionais de TI no mercado

 

A conquista dos nove alunos do Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio que venceram o concurso Swift Student Challenge 2021, da Worldwide Developers Conference (WWDC), conferência anual de desenvolvedores da Apple, foi destaque em uma matéria publicada na Veja Rio, na sexta-feira (11). Já o diretor do DI, Markus Endler, colaborou para uma matéria do jornal O Globo publicada neste domingo (13).

A reportagem do Globo abordou estratégias que empresas brasileiras têm adotado para driblar o déficit de profissionais de TI no mercado de trabalho, como a capacitação de parte de seus funcionários para exercerem funções na área. Endler contribuiu com informações para uma arte, na edição impressa do jornal, que ilustra as habilidades que um profissional de TI deve ter para entrar e se manter no ramo. Pensar fora da caixa, ter grande capacidade de foco, trabalho em equipe e boa formação em matemática, português e inglês são algumas delas (veja a arte abaixo).

Na mesma edição de O Globo, uma segunda reportagem trata de como o estudo a distância em TI pode abrir portas no mercado de trabalho. O professor Ivan Mathias Filho, coordenador do curso de Ciência da Computação da graduação do DI, indica que para alcançar os melhores cargos é importante uma faculdade na área, e que uma formação básica pode ajudar em vagas que requerem apenas o ensino médio.

Alunos do DI são destaque na Veja Rio

Os alunos do DI Karina Tronkos e Matheus Kulick relataram à repórter Luiza Maia, da Veja Rio, como foi a experiência de participar e ganhar o Swift Student Challenge 2021. Os alunos tiveram que desenvolver, em duas semanas, um aplicativo utilizando Swift, linguagem de programação criada pela empresa de tecnologia em parceria com a comunidade Open Source.

“Eu estava em período de provas na faculdade, então foi muito desafiador desenvolver tudo no prazo. Estava tenso, porque só testei o recurso uma vez”, disse Kulick à revista. Em seu projeto, o estudante usou a tecnologia de face tracking, uma ferramenta de acessibilidade que consegue mapear alguns movimentos do rosto do usuário e transformar em ações no aplicativo. “A tecnologia me encantou pela acessibilidade, já que além do exemplo do jogo, ela pode ser usada para outros diversos aplicativos”, compartilhou.

Pentacampeã na competição, Karina falou do empenho que teve para conquistar o prêmio. “O nervosismo que eu senti foi como se fosse a primeira vez, porque eu busco me dedicar ao máximo para fazer toda parte de programação, design, além de trabalhar todo o conceito que eu quero transmitir aos avaliadores”, contou à Veja Rio.