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Defesa de Dissertação de Mestrado: A method for interpreting concept drifts in a streaming environment
sexta-feira, 16 de abril de 2021 às 20:19

Autor: João Guilherme Mattos de Oliveira Santos

Orientador: Hélio Côrtes Vieira Lopes

Data e Hora: 23/04/2021 às 15:00


sexta-feira, 16 de abril de 2021 às 20:19

Autor: João Guilherme Mattos de Oliveira Santos Orientador: Hélio Côrtes Vieira Lopes Data e Hora: 23/04/2021 às 15:00

Defesa de Dissertação de Mestrado: A Novel Solution to Empower Natural Language Interfaces to Databases (NLIDB) to Handle Aggregations
sexta-feira, 16 de abril de 2021 às 20:15

Autor: Alexandre Ferreira Novello

Orientador: Marco Antonio Casanova

Data e Hora: 23/04/2021 às 15:00


sexta-feira, 16 de abril de 2021 às 20:15

Autor: Alexandre Ferreira Novello Orientador: Marco Antonio Casanova Data e Hora: 23/04/2021 às 15:00

Defesa de Dissertação de Mestrado: Optimizing the Pallene Compiler
sexta-feira, 16 de abril de 2021 às 20:09

Autor: Leonardo Krause Lipet Slipoi Kaplan

Orientador: Roberto Ierusalimschy

Data e Hora: 23/04/2021 às 13:00

 


sexta-feira, 16 de abril de 2021 às 20:09

Autor: Leonardo Krause Lipet Slipoi Kaplan Orientador: Roberto Ierusalimschy Data e Hora: 23/04/2021 às 13:00  

Waldemar Celes apresenta live sobre projetos para indústria do óleo e gás
quinta-feira, 15 de abril de 2021 às 17:05

Prof. Waldemar Celes. Foto: Divulgação

Professor coordena projetos do Tecgraf, que tem décadas de parceria com a Petrobras

O Departamento de Informática (DI) tem larga experiência em projetos na área de óleo e gás. Parte dessa história será contada pelo professor Waldemar Celes, coordenador de projetos na área de Visualização Gráfica do Instituto Tecgraf/PUC-Rio, na live “Visualização científica na indústria de óleo e gás: desafios, soluções e benefícios”. A apresentação será nesta sexta-feira (16), às 15h. 

Celes vai falar sobre os projetos de cooperação que o Tecgraf mantém com a Petrobras. A parceria já tem mais de 30 anos. “Vamos apresentar como os desafios impostos têm impulsionado pesquisas, trazendo soluções tecnológicas inovadores, em especial para o tratamento dos campos de petróleo gigantes do pré-sal”, adiantou o professor.  

Ele lembra que a indústria de óleo e gás sempre buscou aplicar tecnologias de visualização no auxílio de interpretações de dados geológicos. Para ele, a complexidade das estruturas e o volume de informações requerem técnicas avançadas de visualização, que estão em constante evolução.

A live, que faz parte da série de seminários da pós-graduação, será transmitida no canal do DI no YouTube e na nossa página do Facebook. Os espectadores podem fazer perguntas pelo chat. Para não esquecer, inscreva-se no canal e ative o lembrete! Fique por dentro desta e de outras apresentações do DI!


quinta-feira, 15 de abril de 2021 às 17:05

Professor coordena projetos do Tecgraf, que tem décadas de parceria com a Petrobras O Departamento de Informática (DI) tem larga […]

Linguagem Lua é destaque na imprensa devido ao sucesso da Roblox 
terça-feira, 13 de abril de 2021 às 18:09

Foto: Divulgação/Roblox Corporation

Folha e Globo detalham plataforma de games desenvolvida a partir da linguagem criada no DI

Plataforma de games queridinha do momento, a Roblox tem em seu DNA a linguagem de programação Lua, criada no Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio. Licenciada em código aberto, a Lua pode ser usada livremente por qualquer pessoa e foi a partir dela que nasceu, em 2006, a Roblox. A história da plataforma ganhou destaque em duas reportagens publicadas recentemente nos jornais O Globo e Folha de S. Paulo. 

Em março, a empresa Roblox Corporation ingressou na Bolsa de Nova York e fechou o primeiro dia alcançando US$ 45,3 bilhões (cerca de R$ 254,3 bilhões) em valor de mercado, superando gigantes do meio, como a Electronic Arts. 

Tamanho sucesso tem chamado a atenção da mídia, como foi o caso da reportagem na coluna “Capital”, do O Globo, publicada em 10 de abril, e do artigo do colunista Ronaldo Lemos, na Folha, publicado em 21 de março. Os textos lembraram a criação da linguagem Lua dentro do Instituto Tecgraf, vinculado ao DI, pelos professores Roberto Ierusalimschy e Waldemar Celes, e pelo pesquisador do IMPA e ex-membro do Tecgraf, Luiz Henrique de Figueiredo, e mencionam que os desenvolvedores da Lua não obtiveram partes dos ganhos da Roblox, já que é uma linguagem de código aberto.  

“É uma satisfação ver a Lua tendo um uso tão bem sucedido. Angry Birds também usa Lua, mas quem joga não sabe. O bacana da Roblox é que expõe a linguagem para usuários não técnicos. E muitos podem acabar virando programadores”, disse Ierusalimschy para O Globo. 

Saiba mais sobre a Roblox

A Roblox é uma plataforma que permite aos usuários criarem os seus próprios jogos com a ajuda da ferramenta Roblox Studio. Com isso, os jogadores podem se deparar com diversos games dentro da plataforma, das mais diferentes naturezas. Além disso, outra grande vantagem é que os criadores dos games podem ser remunerados pelas suas invenções.  

De acordo com o artigo do O Globo, a plataforma recebe 37 milhões de usuários por dia, além de conter 8 milhões de desenvolvedores. 

As reportagens abordam os principais atributos e conquistas recentes da Roblox, assim como destacam a eficiência e a facilidade de uso da Lua. 

Leia as matérias completas (disponíveis para assinantes): O Globo e Folha de S. Paulo


terça-feira, 13 de abril de 2021 às 18:09

Folha e Globo detalham plataforma de games desenvolvida a partir da linguagem criada no DI Plataforma de games queridinha do […]

‘Queremos trazer avanços para a nova geração de TVs’, diz Colcher em live
segunda-feira, 12 de abril de 2021 às 16:21

Foto: Reprodução/YouTube

Seminário destacou projetos atuais do laboratório do DI TeleMídia

Os Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) do Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio são reconhecidos pela excelência em inovação, pesquisa e parcerias com a indústria. Dentro da universidade, já foram publicados diversos trabalhos que mostram o alcance nacional e internacional dos projetos – entre eles, os desenvolvidos no TeleMídia, laboratório coordenado pelo professor Sérgio Colcher. Essa trajetória de sucesso foi apresentada por Colcher na live “Pesquisa e Desenvolvimento no Laboratório TeleMídia”, realizada na última sexta-feira (9).  

A primeira parte da apresentação foi dedicada à história do laboratório do DI, fundado pelo professor Luiz Fernando Gomes Soares na década de 1990. O “embrião” do TeleMídia surgiu ainda em 1979, quando a Embratel e o CPqD da Telebrás iniciaram um projeto para a construção de uma rede comutada por pacotes, conhecida como REXPAC (Rede Experimental de Pacotes). Um dos objetivos desse trabalho era desenvolver uma central para essa rede, e duas universidades brasileiras foram escolhidas para a missão: a PUC-Rio e a USP.

A partir daí, nasceu a Redpuc, que dava suporte à concepção distribuída das centrais, e que tinha os professores Daniel Menasce e Luiz Fernando Gomes Soares à frente. Na live, Colcher explicou o caminho da Redpuc até o início das atividades do TeleMídia. 

“O TeleMídia começou voltado para pesquisas na área de redes de computadores. Com o passar do tempo, passamos a pesquisar as áreas de sistemas multimídia, hipermídia e, mais recentemente, de aprendizado de máquina”, disse Colcher.

O professor também destacou um dos principais trabalhos do laboratório, em conjunto com outros grupos de pesquisa: o desenvolvimento do middleware Ginga-NCL, que é uma camada de software que funciona entre os aplicativos e o sistema operacional das TVs. O Ginga foi ganhando visibilidade nos órgãos de padronização, a ponto de se tornar o ambiente declarativo do middleware do padrão brasileiro de TV digital terrestre, em 2007, e de obter a Recomendação ITU-T H.761 para serviços IPTV, em 2009. Foi o que fez dele um padrão totalmente brasileiro aceito mundo afora. 

Na live, Colcher também discorreu sobre o desenvolvimento da linguagem NCL (Nested Context Language), criada no laboratório, e que serviu de base para a criação do Ginga, também sobre a interatividade no sistema brasileiro de TV digital até se chegar aos modelos atuais.

Pesquisas e projetos atuais

Colcher jogou luz aos trabalhos que estão sendo desenvolvidos atualmente no TeleMídia. Caso da área de atuação mais recente do laboratório, que é o machine learning. “A gente tem começado a colocar novas formas de entender o vídeo em nossos sistemas”, explicou. 

Dentre os projetos baseados em machine learning, o professor sublinhou três diferentes aplicações de datasets: um que ajuda a detectar cenas impróprias em vídeos educacionais, outro que atua na melhoria da qualidade de imagens de vídeos, e um terceiro que detecta placas de veículos nacionais. Outro ponto ressaltado foi a atuação dos chatbots, dos mecanismos de reconhecimento facial e de vídeo 360. 

A longeva parceria com empresas e institutos também foi citada, como as cooperações com o banco BTG Pactual, a Fiocruz e o INCA. Ao final da live, o professor respondeu perguntas dos espectadores. 

Ele falou sobre o futuro do TeleMídia, e da meta de trazer avanços tecnológicos para as novas gerações de televisores. Colcher encerrou com uma bela homenagem ao professor Luiz Fernando Gomes Soares, fundador do laboratório, que morreu em 2015. 

A live “Pesquisa e Desenvolvimento no Laboratório TeleMídia” integra o ciclo de seminários da pós-graduação, que ocorrem todas as sextas-feiras, às 15h, no canal do YouTube do DI, com transmissão simultânea ao Facebook. Inscreva-se no canal e fique por dentro das próximas apresentações!

Leia também: Por Dentro do DI: TeleMídia trabalha com sistemas multimídia e hipermídia


segunda-feira, 12 de abril de 2021 às 16:21

Seminário destacou projetos atuais do laboratório do DI TeleMídia Os Núcleos de Inovação Tecnológica (NITs) do Departamento de Informática (DI) […]

Defesa de Dissertação de Mestrado: Deep Reinforcement Learning for Voltage Control in Power Systems
segunda-feira, 12 de abril de 2021 às 14:57

Autor: Mauricio Raphael Waisblum Barg

Orientador: Marcus Vinicius Soledade Poggi de Aragão

Data e Hora: 19/04/2021 às 18:00

 

 

 


segunda-feira, 12 de abril de 2021 às 14:57

Autor: Mauricio Raphael Waisblum Barg Orientador: Marcus Vinicius Soledade Poggi de Aragão Data e Hora: 19/04/2021 às 18:00     […]

Defesa de Dissertação de Mestrado: Detecção de logotipos em real-time
sexta-feira, 9 de abril de 2021 às 17:18

Autor: Claudio Vieira Escudero

Orientador: Marcus Vinicius Soledade Poggi de Aragão

Data e Hora: 16/04/2021 às 15:00


sexta-feira, 9 de abril de 2021 às 17:18

Autor: Claudio Vieira Escudero Orientador: Marcus Vinicius Soledade Poggi de Aragão Data e Hora: 16/04/2021 às 15:00

Defesa de Tese de Doutorado: Computing here, there, and everywhere: investigating layered processing in a smart city middleware
sexta-feira, 9 de abril de 2021 às 17:09

Autor: Alexandre Malheiros Meslin

Orientador: Noemi de La Rocque Rodriguez

Data e Hora: 16/04/2021 às 14:00


sexta-feira, 9 de abril de 2021 às 17:09

Autor: Alexandre Malheiros Meslin Orientador: Noemi de La Rocque Rodriguez Data e Hora: 16/04/2021 às 14:00

Em live, pesquisadora do Tecgraf fala de formação e inserção no mercado  
sexta-feira, 9 de abril de 2021 às 16:44

Foto: Reprodução/YouTube

Maria Julia Dias de Lima conta a rotina do trabalho na área de sistemas distribuídos

É possível um profissional do mercado da ciência da computação conciliar o trabalho com os estudos que um mestrado e um doutorado exigem? Para a pesquisadora do Instituto Tecgraf Maria Julia Dias de Lima, a resposta é sim. Este foi um dos assuntos tratados pela professora, que fez essa opção pela dedicação dupla, na live “Desenvolvimento de sistemas nativos de nuvem pelo Tecgraf” na quinta-feira (8). O evento faz parte da série de seminários da graduação do Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio, e foi transmitido para o YouTube e o Facebook

Na apresentação, Maria Julia respondeu a perguntas da coordenadora de graduação, Noemi Rodriguez. A convidada falou sobre a sua escolha pela Ciência da Computação e o que a levou a trilhar o caminho acadêmico, paralelo à sua vida como profissional da área. “(A escolha) teve a ver com o meu gosto por estudar. Quando terminei a graduação, eu já estava trabalhando, mas pensei: ‘não posso parar de estudar’. Assim, resolvi fazer o mestrado como forma de dar continuidade”, contou.

Após a conclusão do mestrado, cerca de sete anos mais tarde, veio o desejo de fazer o doutorado. Na época, Maria Julia trabalhava na IBM. “Eu sempre tive muita vontade de trabalhar em projetos e aplicar o que eu estava aprendendo ao estudar, me aprofundando em temas que a academia e a pesquisa me proporcionaram”, disse.

A pesquisadora também discorreu sobre sua experiência em engenharia de software e sistemas distribuídos, e sobre o trabalho com sistemas nativos de nuvem. Para ela, estamos num momento muito interessante para a área de sistemas distribuídos. Isso porque as tecnologias atuais, como a nuvem e os ambientes de orquestração de containers, possibilitam o desenvolvimento dos sistemas, facilitando aspectos como escalabilidade (crescimento) e replicação de serviços. 

Atuação no Tecgraf

Durante a conversa, Maria Julia expôs como se dá sua atuação no Tecgraf, do qual é coordenadora e consultora em projetos na área de computação distribuída, sistemas de alto-desempenho, computação em grade, computação em nuvem e integração de sistemas. Ela ingressou no instituto após concluir o doutorado. A pesquisadora comemorou a colaboração entre os projetos e a academia. “Trabalhar no Tecgraf me proporcionou isso”, definiu. 

Outro ponto abordado na conversa foi a atuação de sua equipe, composta por mais 13 pessoas. Sob sua liderança, o grupo tem estudado a área de arquiteturas baseadas em microsserviços, explorando a ideia de construir soluções preparadas para escalabilidade. 

Quando questionada por Noemi sobre os métodos de trabalho usados no dia a dia, Maria Julia disse ser adepta de ferramentas como a metodologia ágil Scrum, que ajuda a planejar a rotina. Durante a pandemia, ela contou, os pesquisadores têm feito reuniões técnicas semanais, nas quais discutem os seus aprendizados. Eles usam diferentes ferramentas de comunicação a fim de se manterem próximos, apesar da distância física. 

Para quem tiver interesse em trabalhar na área, a pesquisadora mencionou os atributos que procura em um colaborador: “Saber trabalhar em equipe, gostar de aprender, ter curiosidade e ser interessado em se aprofundar no que está fazendo”.

Ao final da live, Maria Julia reforçou a importância da presença feminina na computação, e defendeu o incentivo à entrada de mais mulheres na área. Ela também elogiou o painel “Mulheres da Computação”, organizado pelo Centro Acadêmico de Informática da PUC-Rio (CAINF) e que teve as participações da professora emérita do DI Clarisse de Souza, da desenvolvedora front-end Laura Grassi e da aluna do DI Nina da Hora. A pesquisadora também respondeu às perguntas dos espectadores presentes, que enviaram os seus comentários via chat. 

Você pode assistir à apresentação completa aqui. Fique ligado no nosso canal do YouTube, que traz uma série de seminários mensais da graduação, além de lives semanais da pós-graduação!


sexta-feira, 9 de abril de 2021 às 16:44

Maria Julia Dias de Lima conta a rotina do trabalho na área de sistemas distribuídos É possível um profissional do […]

Por Dentro do DI: Instituto Tecgraf é pioneiro em parceria com indústria
quinta-feira, 8 de abril de 2021 às 17:29

O diretor do Tecgraf/PUC-Rio, prof. Marcelo Gattass (segundo à esquerda), ao lado de colaboradores do Instituto, no estande do Tecgraf na Rio Oil & Gas 2018. Foto: Reprodução / Instituto Tecgraf/PUC-Rio

Laboratório, que tem a computação gráfica como área de pesquisa, colabora há mais de 30 anos com a Petrobras

Mais de três décadas de pesquisa e desenvolvimento na área de computação gráfica e uma sólida parceria com a indústria. Esses são alguns dos atributos do Instituto Tecgraf, vinculado ao Departamento de Informática da PUC-Rio. O laboratório é coordenado pelo professor do DI Marcelo Gattass e desenvolve sistemas computacionais, simulações numéricas, computação distribuída e visualização gráfica interativa tridimensional.

O instituto nasceu como um ponto de interseção da Informática com os departamentos de Engenharia Civil e Matemática da universidade. Foi criado em 1985, pelo professor Luís de Castro Martins, que era diretor do Rio Data Centro (RDC) da PUC-Rio. A ideia era desenvolver a área de computação gráfica no campus. 

Abrigados em duas salas dentro do RDC, a missão da equipe inicial do Tecgraf era também ajudar no desenvolvimento da biblioteca GKS/PUC, uma implementação nacional do então padrão internacional Graphical Kernel System, usado para desenvolver programas gráficos interativos. 

Gattass fez parte daquele primeiro núcleo, e logo passou a liderar os trabalhos desenvolvidos por lá, o que chamou a atenção da diretoria do DI. Após o convite do então diretor, José Lucas Rangel, Gattass ingressou no nosso departamento, assim como o Tecgraf, que foi totalmente abraçado pela Informática da PUC-Rio até 2013. Foi neste ano que o laboratório se tornou um instituto diretamente ligado à Vice-Reitoria de Desenvolvimento da universidade. 

Segundo Gattass, o atual objetivo é manter o Tecgraf engajado tanto no ambiente acadêmico quanto na sociedade de uma forma geral. “Eu sempre procurei fazer algo que colocasse a PUC como uma universidade de produção de conhecimento, de formação de pessoas de excelência”, define. 

Leia também: Perfil: Marcelo Gattass trouxe parcerias com empresas e indústria ao DI

Parceria com a indústria

Não há como falar do Tecgraf sem destacar sua longa colaboração com o setor industrial. A principal parceira do grupo é a Petrobras. A cooperação com a empresa vem desde a criação do Instituto. 

De lá para cá, o Tecgraf desenvolve, implementa e mantém diversos sistemas em operação na Petrobras, nas áreas da exploração, produção e abastecimento, e também com foco na segurança e na proteção do meio ambiente. Um dos projetos de responsabilidade do instituto é justamente o do sistema que previne derramamento de petróleo dos navios e plataformas da Petrobras. “A gente ajudou muito o setor a se tornar mais seguro e a combater vazamentos”, conta Gattass. 

Marcelo Gattass durante inauguração do Prédio Pe. Laércio em 17 de outubro de 2013. Foto: Arquivo pessoal

O Tecgraf também tem projetos em parceria com empresas como Transpetro, GE Brasil, Eneva, Shell Brasil e Marinha do Brasil. O Instituto também colabora com outros departamentos acadêmicos da PUC-Rio e instituições de ensino e pesquisa nacionais e internacionais.

Além da indústria de óleo e gás, o instituto trabalha nos setores de segurança, entretenimento e medicina, atuando de forma ampla em diversas áreas de competência, como Modelagem e Simulação Computacional, Gestão de Dados e Ciência de Dados, Tecnologias de Interatividade Digital,  Indústria 4.0 e Otimização e Logística. “Nosso intuito é buscar o envolvimento dos alunos em um trabalho que seja relevante, e gerar riqueza com isso”, explica o professor. 

A longa e abrangente associação com o setor industrial rendeu diversos prêmios e conquistas ao Tecgraf, ao Gattass, aos seus colaboradores e à própria universidade. Recentemente, a Ciência da Computação da PUC-Rio conquistou o 1º lugar na lista de cursos de universidades brasileiras da área que mantêm projetos com a indústria no Emerging Economies University Rankings 2021, divulgado pela prestigiosa revista inglesa “Times Higher Education”. “Grande parte do nosso reconhecimento com a indústria vem do Tecgraf”, ressalta o diretor do DI, Markus Endler. 

Equipe ampla e engajada 

Em 1987, o Tecgraf começou com uma equipe de 12 pessoas. Hoje, são mais de 400 colaboradores, que trabalham em projetos dos mais diversos clientes. Tamanho crescimento exigiu preparo e suporte. Na coordenação das gerências que compõem o Tecgraf hoje, está o gerente geral técnico e ex-aluno do DI Carlos Cassino. É ele quem mapeia as novas demandas e busca estimular um trabalho colaborativo em prol dos bons resultados. “Meu papel é ter uma visão geral do que os grupos estão fazendo, tentar integrá-los e fazer prospecção com empresas para buscar novos projetos”, explica.

Equipe do Tecgraf responsável por desenvolver o Projeto CCPD – Centro de Controle de Proteção de Dutos para a Transpetro: Ricardo Terzian, Leonardo Barros, Douglas Carriço, Maria Julia Lima, Samir Azzam, Silvio Hamacher, Carlos Cassino, Carlos Coutinho Netto, Rodrigo Iaigner (em pé da esquerda para direita); Melissa Lemos, Daniel Gonçalves e Rodnei Silva Couto (sentados da esquerda para direita). Foto: Reprodução / Instituto Tecgraf/PUC-Rio

Por sua vez, a pesquisadora Melissa Lemos, ex-aluna do DI, é a gerente de projetos na área de big data, trabalhando com busca e integração de dados. Um dos que estão sendo tocados por sua equipe é o Danke, com um tecnologia de busca de dados que não exige que os usuários tenham habilidades técnicas específicas para pesquisar, recuperar, explorar e resumir informações em bancos de dados.

Esse modo de operar do Danke é usado em produtos pensados para vários clientes do Tecgraf, como a Petrobras. “Já aplicamos busca para diversos projetos da indústria de óleo e gás, como, por exemplo, na área de inspeção, manutenção e segurança de plataformas”, conta Melissa. Mais recentemente, o Danke foi utilizado em aplicações web para ajudar a extrair dados relacionados à Covid-19.

Para os pesquisadores, o crescimento do Tecgraf é fruto de um ambiente colaborativo e de valorização de pessoas. “Precisamos fazer com que o conhecimento reflita para todo o ambiente, gerando uma espiral positiva que atraia cada vez mais alunos e pessoas”, disse o professor. 

Se você é aluno de graduação, mestrado ou doutorado e tem interesse em saber mais sobre o Tecgraf e em como ingressar no instituto, acesse a área de Trabalhe Conosco do site e acompanhe as suas redes sociais, no Facebook e no LinkedIn.

 


quinta-feira, 8 de abril de 2021 às 17:29

Laboratório, que tem a computação gráfica como área de pesquisa, colabora há mais de 30 anos com a Petrobras Mais […]

Defesa de Dissertação de Mestrado: A robust real-time component for personal protective equipment detection in an industrial setting.
quinta-feira, 8 de abril de 2021 às 16:18

Autor: Pedro Henrique Lopes Torres

Orientador: Hélio Côrtes Vieira Lopes

Data e Hora: 14/04/2021 às 09:00


quinta-feira, 8 de abril de 2021 às 16:18

Autor: Pedro Henrique Lopes Torres Orientador: Hélio Côrtes Vieira Lopes Data e Hora: 14/04/2021 às 09:00