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Garcia faz paralelo entre redesenho de software e desafios na academia
sexta-feira, 24 de setembro de 2021 às 16:30

Professor do DI fez a live da pós-graduação na terça-feira (21)

Professor Alessandro Garcia

A saúde mental tem sido bastante discutida em tempos de pandemia, mas pouco falada entre quem faz pesquisa acadêmica. Na terça-feira (21), ao apresentar o seminário virtual “Redesenho de Software: Favorecendo a Intuição do Engenheiro de Software”, o professor Alessandro Garcia fez esse alerta e traçou uma comparação entre dificuldades encontradas por pesquisadores e engenheiros de software que diariamente trabalham no redesign de sistemas, seu tema de pesquisa. Garcia ressaltou como essas dificuldades podem ser melhor contornadas quando o papel da intuição nos processos de pesquisa e de desenvolvimento de software é valorizado.

A apresentação, que faz parte das lives quinzenais da pós-graduação do Departamento de Informática (DI), foi mediada pelo coordenador da pós, o professor Marcos Kalinowski e focou nas aplicações de redesenho de software. Após fazer uma análise científica do tema, Garcia destacou que a constante revisão e a busca por melhorias no desenho do software são importantes para garantir a qualidade no funcionamento e manutenção de um sistema. Para isso, é essencial a presença da figura do engenheiro, que deve se apoiar em soluções computacionais que efetivamente gerem insights sobre quais e como elementos em um software devem ser redesenhados.

“O desenvolvedor não trabalha só com o código-fonte e outros documentos do software. Ao longo do processo, o engenheiro vai trabalhando sobre o problema e a solução de software a partir de ferramentas que instigam seus sistemas racional e intuitivo”, disse Garcia.

Segundo ele, muitas ferramentas disponíveis ao engenheiro de Software ainda são concebidas para apoiar o raciocínio lógico, mas pouco se sabe quanto essas tecnologias promovem intuições positivas. Alguns exemplos disso são a redução do esforço de racionalização e a melhora da qualidade dos sistemas que as ferramentas constroem. Por conta do dinamismo do processo de criação de um software, as ferramentas de desenvolvimento deveriam melhor apoiar o desenvolvedor ao longo das tarefas que requerem uso contínuo e harmônico dos sistemas intuitivo e racional do engenheiro.

Ao encaminhar a conversa virtual para o lado pessoal, Garcia destacou que o mundo da pesquisa acadêmica não envolve só conquistas. As dificuldades na condução de trabalhos e os erros persistentes encontrados no caminho rumo às inovações podem, alertou, trazer consequências sérias para a saúde mental dos pesquisadores. Em sua experiência pessoal, a intuição foi chave para superar tais dificuldades, assim como um engenheiro de software também depende rotineiramente dela para alcançar êxito em suas tarefas.

“O domínio dos pensamentos negativos relacionados às minhas pesquisas começou a me paralisar, impactando meu lado físico, com problemas de coluna, estômago, intestino e insônia. Estes problemas físicos estavam claramente relacionados a um quadro de depressão, algo difícil de admitir para si mesmo. Eu estou falando isso porque a gente sabe que muitos pesquisadores passam por isso e, talvez, possam se identificar com o meu caso. Meu sistema racional ‘parou de funcionar’. Se apegue a intuição nesses momentos. É importante você dar ouvido a ela e se agarrar nisso. É, muitas vezes, a solução que resta”, completou.

Garcia também ressaltou a importância da parceria com outros professores do Departamento não só no aspecto científico, mas como apoio social e moral nos momentos mais difíceis. E contou que usou, ao fim do processo, a oportunidade para comparar suas dificuldades com o próprio redesenho de software e suas pesquisas sobre o assunto. Ele listou, a partir das suas experiências ao longo de vinte anos trabalhando no tema, cinco deficiências que assolam as soluções computacionais de apoio ao engenheiro nas atividades de redesenho de software.

A live está disponível no YouTube do DI (youtube.com/dipucrio). Para não perder os próximos encontros, inscreva-se no canal e ative as notificações!


sexta-feira, 24 de setembro de 2021 às 16:30

Professor do DI fez a live da pós-graduação na terça-feira (21) A saúde mental tem sido bastante discutida em tempos […]

Estreia da parceria Conexão Rio-Campinas debate o futuro da IA
sexta-feira, 24 de setembro de 2021 às 10:56

Professores debateram os desafios de criar sistemas computacionais inteligentes em múltiplas áreas

Ao contrário do que mostram filmes e séries de ficção científica, a ideia de uma Inteligência Artificial (IA) geral, capaz de ter consciência e dominar humanos, ainda está muito distante. Ainda assim, grupos de pesquisa nas universdades e em muitas empresas de alta tecnologia em todo o mundo têm se dedicado a desenvolver métodos de aprendizado e raciocínio artificial, modelos cognitivos e algoritmos que permitam que sistemas inteligentes tenham menos vieses, funcionem de forma mais precisa, mais confiável e mais segura contra possiveis ataques pela rede.

Essas foram algumas das principais reflexões que surgiram durante o rico e animado debate inaugural da Conexão Rio-Campinas, uma parceria entre o Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio e o Instituto de Computação (IC) da Universidade de Campinas (Unicamp). O debate reuniu os professores do DI, Bruno Feijó e Jônatas Wehrmann, e os professores Anderson Rocha e Esther Colombini, do IC/Unicamp.

Jônatas Wehrmann explicou o conceito da Inteligência Artificial Geral (Artificial General Intelligence) e da IA Específica, ou estreita (Artificial Narrow Intelligence). Enquanto esta segunda aprende e realiza funções a tarefas muito específicas – geralmente até melhor e mais rápido do que nós humanos – e já é empregada nos mais diversos setores da economia, mercado financeiro, indústria de seguros, medicina, segurança, entretenimento e jogos online, a IA geral tem a meta de ser mais ampla e interdisciplinar, de ser capaz de raciocinar em vários níveis de abstração, de fazer associações cruzadas, de mostrar criatividade e ter consciencia de sua própria existência e vontade.

“Quando falamos em IA mais geral, estamos falando de habilidades cognitivas de muito mais alto nível. Consciência, entender as consequências de ações e outras habilidades cognitivas como empatia e capacidade de reconhecimento emocional. Estamos falando de capacidades de adaptação muito superiores à capacidade de resolver uma única tarefa”, explicou.

A professora Esther Colombini destacou o enorme trabalho de desenvolvimento (programação e aprendizado) que um simples sistema de IA “encorpado” demanda para ser desenvolvido. “Qualquer um que trabalha com robôs sabe a dificuldade que é fazê-los andar em diferentes ambientes, a complexidade disso. Somos a única espécie que demora um ano para andar, de tão complicado que é esse mecanismo. E também há o problema da bateria: se formos dominados, será por vinte minutos.”

Discutindo os desafios de pesquisa atuais que os pesquisadores da área ainda enfrentam, o professor Bruno Feijó, destacou que a Inteligência Artificial em sua fase atual de desenvolvimento já é capaz de gerar grandes impactos para os usuários. “Os sistemas de IA cada vez melhores, mesmo só em uma tarefa específica, podem vir a causar sérios problemas ao indivíduo e à sociendade, muito antes de atingirmos uma inteligência artificial geral. Neste momento, urge uma reforma no ensino para que todos apendam a desenvolver sistemas de IA mais robustos, confiáveis, isentos e com segurança. A gente fala pouco do problema de corrigibilidade desses sistemas, por exemplo”, explicou.

Mesmo ainda distante de ser capaz de adquirir consciência ou capacidade de emular sentimentos, a IA, através dos desencolvimentos algoritmicos recentes, já exibe avanços importantes, sobretudo em termos da interpretação e produção de sentenças (textual e voz) e de imagens. Mas o professor Anderson Rocha, do IC Unicamp, lembra que, apesar dessas inovações, a IA ainda tem atuação restrita. “A IA não consegue replicar um texto do Guimarães Rosa. Ela não tem essa criatividade. Acho que geração de manuais seria ok, não tem sentimentos. Mas livros de literatura talvez demore alguns anos”.

Você pode conferir esse bate-papo no canal do YouTube do DI (youtube.com/dipucrio). Para não perder outros encontros desse projeto, se inscreva no canal e ative as notificações.


sexta-feira, 24 de setembro de 2021 às 10:56

Professores debateram os desafios de criar sistemas computacionais inteligentes em múltiplas áreas Ao contrário do que mostram filmes e séries […]

Ex-aluno fala sobre oportunidades em Open Source em bate-papo
sexta-feira, 17 de setembro de 2021 às 12:46

Pedro Tammela discutiu as características de código aberto e o mercado de trabalho na área

Pedro Tammela. Foto: Arquivo Pessoal

Colaboração, novas tecnologias em código aberto e as vantagens de uma formação pelo Departamento de Informática (DI). Esses foram alguns dos assuntos discutidos no seminário de graduação do DI realizado na quinta-feira (16) no canal do DI no YouTube. A professora Noemi Rodriguez, ao lado do ex-aluno de Ciência da Computação Pedro Tammela, comandou um bate-papo leve que misturou conhecimento acadêmico, visões para o futuro e a nova realidade do trabalho remoto.

Formado em 2019 e com experiência no atual cenário do mercado de trabalho em Softwares Open Source, Tammela teve passagens em empresas com sedes em diferentes países, como Alemanha e Canadá, trabalhando remotamente. Foi através das pesquisas do Departamento que o ex-aluno teve sua primeira exposição à área que se tornaria o norte da sua carreira.

“Quando eu entrei na faculdade eu sabia muito pouco. Fiz um projeto de pesquisa no LabLua e, logo depois, meu mentor desse projeto me convidou para fazer um estágio que coincidentemente usava muito Open Source. Foi aí que eu tive meu primeiro contato com código aberto”, disse.

A linguagem Lua, desenvolvida inteiramente no DI e estudada no laboratório LabLua, foi concebida em Open Source e modernizada a partir de feedbacks de usuários mundo afora. O ex-aluno explicou, no seminário, que códigos abertos são aqueles onde um usuário pode baixar, modificar e transformar. Uma dinâmica colaborativa e sem as limitações impostas por códigos fechados, que não permitem a sua modificação.

“Não existem desvantagens no Open Source, pelo simples fato de um código aberto ser muito robusto, principalmente se for usado por outras pessoas. É um software que funciona independente do seu setup. As opções Open Source geralmente são muito melhores que as opções proprietárias. Tem pessoas muito boas trabalhando nesses projetos”, argumentou.

Paralelo ao seu aprendizado no DI, Tammela compartilhou experiência que obteve no Google Summer of Code (Gsoc), uma iniciativa da gigante em tecnologia que busca juntar alunos de graduação, mestrado e doutorado em equipes para desenvolvimento de projetos em código aberto. Estudantes recebem um incentivo financeiro e são orientados por um mentor de empresas selecionadas para resolver desafios reais no desenvolvimento de software.

“Falando para os alunos da graduação e pós, acho que o primeiro passo para entrar no mundo do Open Source certamente é o Gsoc. É uma oportunidade muito boa e agrega muito, não só no currículo, mas no networking. Você conhece muitas pessoas”, contou Tammela.

A partir dessas experiências, o ex-aluno reforçou como o futuro da informática está ligado ao mundo dos códigos abertos. Segundo ele, a colaboração entre pessoas ao redor do mundo para tornar softwares mais robustos, reportar bugs e criar funções mais eficientes para essas tecnologias é o que faz do Open Source uma opção cada vez mais implementada, ao invés de códigos fechados.

Tammela também contou um pouco da sua trajetória aos interessados em seguir uma carreira na computação. No segundo ano do ensino médio, ele participou de um curso de programação do PIUES (Programa de Integração Universidade, Escola e Sociedade), uma iniciativa da PUC que oferece aos estudantes a oportunidade de cursar matérias universitárias.

“Eu não via a hora de entrar na faculdade e aprender aquilo mais a fundo. A minha decisão pela Ciência da Computação foi a mais fácil da minha vida. Ela cresceu em mim conforme eu fui crescendo. Eu sempre quis entender muito como os computadores funcionam. Essa curiosidade foi o que me fez escolher o curso. Eu achei o currículo muito rico”.

Aos interessados em seguir uma carreira na informática, as inscrições para as graduações do DI estão abertas até domingo (19) no site da universidade.

Se você perdeu essa live, pode assisti-la no nosso canal no YouTube (youtube.com/dipucrio).

 


sexta-feira, 17 de setembro de 2021 às 12:46

Pedro Tammela discutiu as características de código aberto e o mercado de trabalho na área Colaboração, novas tecnologias em código […]

Aluno de mestrado em informática recebe bolsa Faperj Nota 10
quinta-feira, 16 de setembro de 2021 às 14:32

Bolsa é destinada a alunos de maior destaque em pós-graduações no Estado do Rio de Janeiro

O aluno Gabriel Diniz e o professor Hélio Lopes. Foto: Arquivo Pessoal

Mais uma conquista para a pós-graduação do Departamento de Informática (DI)! O aluno de mestrado Gabriel Diniz Junqueira Barbosa conquistou, junto ao professor Hélio Lopes, a Bolsa Faperj Nota 10. A pesquisa “Avaliação do Template de Metacomunicação Estendido para Deliberação Ética no Processo de Desenvolvimento de Sistemas de Machine Learning” foi selecionada a partir da sua qualidade e do desempenho acadêmico do candidato.

O trabalho propõe uma ferramenta para abordar os riscos resultantes da crescente adoção de sistemas baseados em modelos de Machine Learning. A pesquisa foi construída a partir de conceitos da teoria de Engenharia Semiótica.

O Programa Bolsa Nota 10 busca estimular a excelência na pós-graduação no Estado do Rio e é concedida aos alunos de mestrado e doutorado que apresentam melhor desempenho acadêmico. O incentivo é apenas oferecido aos programas de pós que apresentam o conceito Capes 5, 6 e 7.

O programa de pós-graduação do DI tem nota máxima (7) na Capes e é o mais antigo do Brasil, com forte tradição acadêmica.

Aos interessados em se juntar à pós do DI, as inscrições são abertas semestralmente no site da universidade. Também é possível frequentar os cursos com bolsas parciais e integrais.


quinta-feira, 16 de setembro de 2021 às 14:32

Bolsa é destinada a alunos de maior destaque em pós-graduações no Estado do Rio de Janeiro Mais uma conquista para […]

Alunos do Departamento discutem graduação em live
quarta-feira, 15 de setembro de 2021 às 20:11

Bate-papo apresentou as graduações em Ciências da Computação e Engenharia da Computação e tirou dúvidas de vestibulandos.

Os alunos Marcelo Paulon e Marina Magnani. Foto: Reprodução

Em um bate-papo descontraído mas com muita informação, professores, alunos e ex-alunos do Departamento de Informática fizeram ontem uma transmissão ao vivo para tirar dúvidas de vestibulandos e apresentar a eles os cursos de graduação do DI. Com as inscrições para o Vestibular 2022 da PUC-Rio na reta final, eles mostraram também como o departamento prepara os alunos para o mercado de trabalho.

Exemplo disso são os três alunos que participaram do papo. Eles contaram suas trajetórias de sucesso no mercado de trabalho e também na academia, ao lado dos professores Augusto Baffa e Luiz Fernando Seibel, que comandaram o papo.

“Tudo na faculdade conspira a favor do aluno. É algo que eu considero muito especial”, disse na live Marina Magagnin, aluna do 7º período de Engenharia da Computação. Vinda do curso de Engenharia Civil e acolhida pelo DI ao decidir trocar de graduação para Engenharia da Computação, a estudante hoje trabalha no Globo Esporte fazendo parte da equipe do Cartola FC, um jogo eletrônico onde usuários montam seus próprios times de futebol.

Marina não poupou elogios à sua experiência no DI e descreveu como, apesar das dificuldades, o graduando em Engenharia da Computação passa por uma formação muito completa. “As turmas são perfeitas, do tamanho certo. Os professores te conhecem, prestam atenção em você. O ciclo básico é muito trabalho, mas é muito legal. Você vai aprender muita coisa com professores incríveis. É trabalho, mas é ótimo”.

Ao longo do bate-papo, vestibulandos e interessados mandaram perguntas e dúvidas aos alunos e professores, como as que questionavam sobre as possibilidades de estágio. Os professores Augusto Baffa e Luiz Fernando Seibel lembraram das oportunidades que existem dentro dos 14 laboratórios do próprio DI, como o Tecgraf, que é referência no país. Foi lá que outro dos participantes, o ex-aluno Marcelo Paulon, começou sua trajetória profissional. Hoje, Paulon, que é mestre pelo DI e atual doutorando do departamento, trabalha em uma empresa da crescente área de games.

Ele contou na live que as inúmeras possibilidades de inserção no mercado, assim como o ambiente da universidade, contribuíram para seu sucesso profissional. “É possível, sim, equilibrar mercado com vida acadêmica. Uma das coisas mais bacanas da universidade são os colegas. Tenho boas lembranças de estudar no bosque da PUC com os amigos. Os alunos se apoiam, os professores são excelentes. Aprendemos várias ferramentas para lidar com desafios”, disse Paulon, que cursou Ciência da Computação, onde disse ter tido um aprendizado amplo sobre programação.

“O que é bacana no curso de Ciência da Computação é que quando você adquire a base de programação, é muito fácil conhecer outras linguagens. Não existe um ‘programador em C’, ou um ‘programador em Java’. Linguagem é uma ferramenta. Somos pau pra toda obra”, disse Paulon.

Para os iniciantes no assunto, os professores Augusto Baffa e Luiz Fernando Seibel explicaram as diferenças entre as graduações em Ciência da Computação e Engenharia da Computação. “A diferença dos cursos está na origem. A Engenharia terá todo o ciclo básico, um pouco mais a parte de imagem, informação para trabalhar com hardware. Irá conhecer mais da parte eletrônica, do funcionamento de sistemas eletrônicos que terão algum tipo de software. A Engenharia da Computação é essa ponte entre hardware e software. A Ciência da Computação foca mais na computação mesmo, software”, disse Baffa.

“O curso de Ciência da Computação é mais voltado para soluções, software. As duas graduações têm muito em comum. É uma questão de você ver qual é o seu foco. É hardware, um pézinho mais na Engenharia, ou é mais essa parte de software?”, concluiu o professor, que destacou ainda, no papo, uma parceria bem recente entre o DI e a Fundação Behring, que está oferecendo bolsas integrais aos oito primeiros colocados no vestibular.

Mas alunos dos dois cursos não precisam, necessariamente, se ater aos seus respectivos currículos. Os professores lembraram, na live, que os estudantes da PUC-Rio podem cursar eletivas de qualquer departamento da universidade, de graduação ou até mesmo de pós-graduação.

Com bastante participação e engajamento dos assistentes, a live mostrou também que os cursos do DI não preparam só para o mercado nacional.  A ex-aluna de Engenharia da Computação Bruna Aleixo, que também participou do papo, contou como um estágio na PUC-Rio e as aulas do DI a prepararam para, ainda recém-formada, assumir uma posição em sistemas de análise de risco no Goldman Sachs, o maior banco de investimentos do mundo, em Londres, no Reino Unido, onde está atualmente.

“Eu comecei a minha carreira na Apple Developer Academy, que é uma parceria que a PUC tem com a Apple. Eu comecei bem no início da faculdade, no segundo período, como desenvolvedora de IOS, e considero que isso tenha sido essencial para eu ter conseguido fazer a quantidade de coisas que eu fiz até hoje. Essa minha habilidade em computação foi um grande diferencial no mercado”, afirmou.

E justamente para atender a essas demandas do mercado, sem deixar de lado as necessidades acadêmicas de aspirantes à pesquisa, que os cursos são preparados e atualizados a cada semestre, segundo contaram os professores que comandaram o papo.

O Departamento, lembraram eles, ensina todas as principais linguagens de programação exigidas no mundo profissional, o que torna o graduado um profissional completo.

Os 14 laboratórios do Departamento abordam os mais variados tópicos em informática, desde computação gráfica até programação, passando por métodos formais, interação humano-computador, inteligência artificial e mais. Alunos de graduação podem fazer parte das pesquisas feitas nesses laboratórios a partir de um processo de seleção realizado por meio de edital.

Perdeu esse bate-papo? Você pode assistir a live na íntegra no canal do DI (youtube.com/dipucrio). As inscrições para o vestibular estão abertas até esse domingo (19) no site da universidade.


quarta-feira, 15 de setembro de 2021 às 20:11

Bate-papo apresentou as graduações em Ciências da Computação e Engenharia da Computação e tirou dúvidas de vestibulandos. Em um bate-papo […]

Informática da PUC-Rio oferece bolsas integrais no Vestibular 2022
terça-feira, 14 de setembro de 2021 às 15:19

Com apoio da Fundação Behring, curso da Ciência da Computação oferecerá bolsas integrais aos oito primeiros colocados

Foto: Arquivo Pessoal

Ótima notícia para os vestibulandos que desejam fazer Ciência da Computação! O Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio, em parceria com a Fundação Behring, vai oferecer bolsas integrais aos oito primeiros colocados no Vestibular 2022. Os alunos contemplados com a “Behring scholarship” receberão o incentivo ao longo dos quatro anos de curso.

O aporte financeiro da Fundação Behring irá se somar ao valor para bolsas parciais já previstas pela Vice-Reitoria Acadêmica PUC-Rio (VRAC), tornando as bolsas integrais. O objetivo é estimular a entrada de alunos excelentes e dedicados no curso da Ciência da Computação.

“O Departamento de Informática da PUC-Rio tem uma graduação de excelência e muito demandada pelo mercado, mas o custo das mensalidades impede que muitos alunos bons sejam privados de cursar a graduação de seus sonhos. Para esses alunos talentosos e extraordinários queremos dar um incentivo a mais, e a oportunidade de cursar Ciência da Computação com a bolsa integral. Isso é muito importante, especialmente hoje em dia, em que o mercado de trabalho brasileiro para profissionais em Informática e Ciência de Dados sofre um apagão de mão de obra qualificada”, afirma Markus Endler, diretor do DI

Endler detalha ainda que uma das condições para a contribuição da Fundação Behring foi o aumento de vagas oferecidas. No Vestibular 2022, o número já subiu de 60 para 90, um aumento de 50%. “Essas bolsas são um chamariz para alunos talentosos e, também uma primeira ação de um movimento para aumentar a quantidade de alunos de graduação porque sabemos que o mercado precisa de profissionais qualificados nessa área”.

A Fundação Behring é uma fundação familiar sem fins lucrativos que busca apoiar pessoas e iniciativas sociais comprometidas em valorizar o potencial de jovens para transformação da sociedade. A Fundação prioriza o investimento nas novas gerações, assim como a garantia de suas oportunidades para o futuro na economia digital.

“Acreditamos que investir na formação de talentos para a área de tecnologia é investir no futuro do Brasil. Estamos muito felizes em firmar esta parceria com um centro de excelência como o DI da PUC-Rio, dando oportunidade à uma educação na fronteira do conhecimento para jovens brasileiros, com um potencial extraordinário de impacto à sua frente”, diz Lucas Giannini, diretor executivo da Fundação Behring.

As condições para manutenção das bolsas seguem as diretrizes estipuladas pelo VRAC. Todos os alunos contemplados devem manter, semestralmente, um alto Coeficiente de Rendimento (CR) e cursar no mínimo 20 créditos. Além disso, os bolsistas poderão ter acompanhamento e aconselhamento profissional pela Fundação Behring ao longo do curso.

O Departamento de Informática da PUC-Rio, fundado em 1967, é pioneiro em Computação no Brasil e tem reconhecida excelência em ensino , pesquisa e inovação tecnológica em computação. Do DI surgiram muitas teorias, algoritmos e tecnologias usados mundialmente. O curso foi especialmente projetado para a formação de líderes e profissionais capazes de solucionar problemas extremamente complexos e inovar frente aos grandes desafios da tecnologia.

O curso de graduação em Ciência da Computação tem currículo flexível, onde o aluno pode se especializar nos mais diferentes assuntos da informática, como Inteligência Artificial, Ciência de Dados, Games, Realidade Virtual e Aumentada, UI/UX, Otimização, Internet das Coisas, Linguagens de Programação, Bancos de Dados, sistemas de apoio à decisão, entre outros. Ainda há a possibilidade de cursar algumas disciplinas da pós-graduação como optativas, encurtando assim a duração de um posterior mestrado.

Através desse contato com a pós-graduação e a pesquisa, o aluno se qualifica ainda mais para o mercado de TI, que cada vez mais reconhece a importância da pesquisa, da inovação e da formação continuada.

As inscrições para o vestibular estão abertas até 19 de setembro e podem ser feitas no site da universidade. Para aqueles que querem se preparar para as provas, o site da PUC-Rio disponibiliza um repositório de exames anteriores, assim como os critérios de correção das avaliações.


terça-feira, 14 de setembro de 2021 às 15:19

Com apoio da Fundação Behring, curso da Ciência da Computação oferecerá bolsas integrais aos oito primeiros colocados Ótima notícia para […]

Palestra da “Conexão Rio-Campinas” debate implicações sociais da IA
sexta-feira, 10 de setembro de 2021 às 16:33

Professor Virgílio Almeida discutiu a importância da interação entre computação e ciências humanas

Professor Virgílio Almeida. Foto: Unicamp

Como a computação pode influenciar nossas decisões individuais? Essa foi uma das perguntas que orientou a palestra online “Impactos sociais da Inteligência Artificial: Ensino e Pesquisa”, dada pelo Professor Virgílio Almeida, da UFMG. A live fez parte da Conexão Rio-Campinas, a nova parceria entre o Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio e o Instituto de Computação (IC) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Professor associado ao Berkman Klein Center da Universidade de Harvard, Almeida também é Emérito do Departamento de Ciência da Computação da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e pesquisador 1A, mais alto grau classificação de um pesquisador, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq),

O encontro contou com a presença do Diretor do DI, Markus Endler, que abriu a palestra destacando a importância da colaboração entre o Departamento de Informática e o Instituto da Computação da Unicamp para o desenvolvimento científico. “A escolha do IC Unicamp como nosso parceiro nessa “Conexão Rio Campinas”, foi mais do que natural. Além da reconhecida excelência em pesquisa e ensino, percebemos uma preocupação comum em ambas as instituições, sobre vários aspectos econômicos e sociais atuais, e sabemos que a computação está em um momento muito crucial do desenvolvimento de nosso país. Acho que o nosso papel, por entender um pouco mais dos fundamentos e da teoria por detrás dessas tecnologias, é esclarecer para o público, tanto colegas da academia como para os leigos, como está evoluindo a computação e quais são os benefícios que ela pode trazer.”

Foto: Reprodução

Na live, o professor Virgílio Almeida discutiu como algoritmos e aprendizado de máquina têm diferentes impactos sociais, além da forma como as tecnologias são imprescindíveis para habilitar grandes transformações em sociedade.

Descrevendo o mundo atual como uma “sociedade algorítmica”, Almeida apresentou, através da citação de vários artigos científicos, as diversas formas como a tecnologia exerce influência através da comunicação, desde algoritmos que sugerem quais informações o público deve consumir até conversas conduzidas por IA em call centers. Dessa forma, segundo o professor, a tecnologia passa a ser um elemento central em termos de decisões individuais.

Ao falar sobre desinformação, Almeida levou ao público uma reflexão sobre o papel algorítmico na radicalização do público consumidor de conteúdo de extrema-direita. Nesse contexto, o professor sublinhou a importância da parceria entre a computação e as ciências sociais para embasar os algoritmos em teorias sociais consolidadas e ajudar a identificar melhor esses problemas, ampliando assim as frentes de uso de tecnologia para o bem de uma sociedade plural e democrática.

“Nós, como pesquisadores, temos que começar a pensar no papel da computação como refutação. Os novos papéis que eu vejo que a computação deveria seguir, devem ser complementados pelas ciências sociais. Psicólogos, antropólogos, filósofos, ciências políticas, engenharia. Um melhor enfoque para abordar esses problemas deveria ser, de talvez, mover a ciência da computação da área de engenharias e exatas e suplementá-la com as ciências sociais”, destacou Almeida.

Para o professor, a colaboração entre diversas áreas das ciências humanas contribuem para um avanço da computação que contemple todas as nuances sociológicas dos usuários.

Por fim, Almeida deixou uma mensagem para os interessados em começar uma carreira na computação. “Tenho uma curiosidade grande até hoje. A curiosidade é o principal fator, e ela deve extrapolar os limites da computação. Deve-se participar de projetos que envolvem pesquisadores de outras áreas. Existem dificuldades práticas, claro. Mas as oportunidades estão na fronteira dessa área com as outras áreas”, completou.

O projeto Conexão Rio-Campinas, que estréia oficialmente próximo dia 22 de setembro, contará com encontros mensais entre professores e pesquisadores da PUC-Rio e da Unicamp, e que debaterão assuntos científicos e suas influências sobre a sociedade. É uma ótima oportunidade para ficar por dentro dos assuntos de pesquisa mais quentes na computação, além de conhecer um pouco mais do corpo docente de ambos os renomados departamentos.

Perdeu essa apresentação? Você pode conferi-la no canal YouTube do DI, youtube.com/dipucrio e do IC/ Unicamp.


sexta-feira, 10 de setembro de 2021 às 16:33

Professor Virgílio Almeida discutiu a importância da interação entre computação e ciências humanas Como a computação pode influenciar nossas decisões […]

Departamento de Informática oferece novo curso de extensão em IA
quinta-feira, 9 de setembro de 2021 às 17:49

Inscrições para “Inteligência Artificial: Conceitos e Aplicações” estão abertas até o dia 13/10 

Foto: Unsplash

Desmistificar a Inteligência Artificial (IA) e explicá-la de forma simples a todos os públicos é o objetivo do novo curso do Departamento de Informática (DI) sobre os principais conceitos, aplicações e usabilidades desta tecnologia. As aulas vão apresentar o assunto de maneira simples e objetiva para alunos de todas as áreas, até mesmo quem não tem conhecimento prévio em programação.

O norte do curso, que será virtual e lecionado pelo professor do DI Augusto Baffa, será explicar o que é a IA e como ela funciona na resolução de problemas. O aprendizado dessa tecnologia pode contribuir muito para o posicionamento dos alunos no mercado, já que as técnicas de IA podem ser utilizadas para a automatização de trabalhos.

Ao todo serão 27 horas de aulas conduzidas totalmente on-line. O curso busca trazer exemplos práticos e ferramentas visuais para explicar conceitos de IA, abordando assuntos desde sistemas conversacionais e Machine Learning até sistemas de recomendação e Deep Learning. As aulas serão interativas e contarão com atividades assíncronas para fixação do conteúdo.

O curso também tem foco na tomada de decisão, permitindo ao gestor conhecer as aplicações de IA e onde utilizá-las. Desta forma, ele poderá demandar e delegar a tarefa para uma consultoria especializada ou profissional da área.

“O curso é uma boa porta de entrada ao tema de IA e Machine Learning. A ideia central é justamente expor quais são as principais aplicações e como elas auxiliam a resolver certos problemas. Também experimentar seu uso através de uma ferramenta visual, que não demanda programação. Hoje, o tema está sendo muito discutido, mas há uma certa aura de mistério, parece algo mágico. A ideia é a de ser o ‘Mister M’ da IA, explicar de fato como a mágica funciona por detrás do palco e como ela pode ajudar no dia a dia das pessoas”, explicou Baffa.

As inscrições já estão abertas no site da CCE. Venha fazer parte!


quinta-feira, 9 de setembro de 2021 às 17:49

Inscrições para “Inteligência Artificial: Conceitos e Aplicações” estão abertas até o dia 13/10  Desmistificar a Inteligência Artificial (IA) e explicá-la […]

Cinco áreas da computação que você pode estudar na graduação do DI
segunda-feira, 6 de setembro de 2021 às 11:17

Departamento oferece oportunidades nos mais diferentes campos da computação

Imagem: Unsplash

Entretenimento, dados e até bioinformática. Esses são só três de uma diversidade de temas que são ensinados, sob a ótica da computação, aos alunos das graduações do Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio.

Voltados para atender as demandas mais atuais do mercado, os cursos de Ciência da Computação e Engenharia da Computação oferecem um amplo leque para quem sonha com uma carreira em tecnologia. Veja algumas das áreas que os graduandos do DI aprendem ao longo dos cursos:  

 

  • Entretenimento Digital

Jogos virtuais são construídos com base em software, e é por isso que o DI oferece as mais diferentes oportunidades para se aventurar nessa área. O ICAD/VisionLab (Laboratório de Visualização, TV/Cinema Digitais e Jogos) é um laboratório de pesquisa e desenvolvimento que promove a inovação e estuda os conceitos de jogos, efeitos visuais, gamificação e entretenimento digital. O laboratório também cria jogos indie para testar novos modelos de montagem de equipes e processos para a indústria.

 

  • Bioinformática

Você sabia que a computação tem papel crucial em diversos tratamentos médicos? No laboratório BioBD, alunos de graduação podem interagir com estudantes na pós em pesquisas sobre biologia computacional e sistemas de banco de dados. Os trabalhos conduzidos investigam principalmente aspectos relativos à gestão, consistência e acesso eficiente a dados na área de biologia molecular e bases de dados científicas. O laboratório tem parcerias com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto de Bioquímica Médica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IBqM UFRJ), garantindo contato interdisciplinar com profissionais da área de biológicas.

 

  • Métodos formais

A biologia não é a única área onde a computação pode atuar em conjunto. No laboratório TecMF, a informática e as ciências humanas andam lado a lado. O TecMF conta com a parceria do Departamento de Filosofia para a condução de projetos em métodos formais. Para definir o que exatamente é uma prova em computação, os pesquisadores do DI trabalham lado a lado com insights de filósofos. O laboratório também estuda Teoria das Categorias e Sistemas Lógicos.

 

  • Computação Gráfica

A computação gráfica tem as mais diferentes aplicabilidades, entre elas o processamento de imagens, visão 3D e realidade aumentada. No instituto Tecgraf, que trabalha em colaboração com a Engenharia Mecânica, Civil e de Produção, são conduzidos trabalhos que contemplam desde a Indústria de Óleo e Gás até a medicina, passando por segurança e até mesmo entretenimento. São diversos projetos que aliam o que é ensinado durante a graduação à prática.

 

  • Ciência de Dados

Ciência de Dados (Data Science) é uma área interdisciplinar que investiga modelos, métodos, processos, algoritmos e diversas outras ferramentas. Dentro dessa área, é possível estudar assuntos como modelagem e análise de grandes volumes de dados. Esse estudo é crucial para viabilizar tecnologias como o streaming, por exemplo. No DI, o Software Science Lab faz pesquisas experimentais na área de Engenharia de Software e Ciência de dados e colabora internacionalmente para progredir nos estudos desse campo da computação.

Se interessou? As inscrições para o vestibular da PUC-Rio já estão abertas! Clique no link e venha fazer parte do DI!

Você também pode saber mais sobre o curso de Ciência da Computação e Engenharia da Computação no nosso canal do YouTube, youtube.com/dipucrio. Inscreva-se e ative as notificações!

 


segunda-feira, 6 de setembro de 2021 às 11:17

Departamento oferece oportunidades nos mais diferentes campos da computação Entretenimento, dados e até bioinformática. Esses são só três de uma […]

Artigos de alunos da pós-graduação do DI são premiados na Europa
sexta-feira, 3 de setembro de 2021 às 17:17

Os alunos Cláuvin Almeida (esq.), Silvio Alonso e Hugo Villamizar

Trabalhos foram apresentados na EuroMicro Conference on Software Engineering and Advanced Applications

As pesquisas desenvolvidas no Departamento de Informática (DI) receberam nesta sexta-feira (3) mais um reconhecimento. Dois dos três artigos produzidos no programa de pós-graduação do DI aceitos na EuroMicro Conference on Software Engineering and Advanced Applications (SEAA) foram destacados entre os melhores da conferência. A SEAA é uma tradicional conferência internacional sobre desenvolvimento de software que se encontra em sua 47a edição. O destaque foi dado para somente 7 dos 45 artigos aceitos. As pesquisas foram conduzidas em parcerias entre alunos e professores do DI e focaram em diferentes temas.

Um dos trabalhos do DI que entraram na lista dos sete melhores foi o artigo “A Systematic Mapping Study on the Use of Software Engineering Practices to Develop MVPs”, escrito por Silvio Alonso, aluno de mestrado orientado pelo professor Marcos Kalinowski, em uma colaboração com a professora Simone Barbosa e com os co-autores Marx Viana (doutor em informática pelo programa) e Bruna Ferreira (aluna de doutorado do programa). O trabalho discute práticas de engenharia de software utilizadas para desenvolver produtos mínimos viáveis (MVPs).

O artigo “A Systematic Mapping of Negative Effects of Gamification in Education/Learning Systems”, de Clauvin Almeida, recém mestre pelo DI, orientado pelos professores  do DI Bruno Feijó e Marcos Kalinowski também foi um dos destaques da conferência. A pesquisa traz à tona possíveis efeitos negativos de elementos de gamification para sistemas de educação.

A aluna de doutorado Bruna Ferreira (Foto: Acervo Pessoal)

O aluno de doutorado do DI Hugo Villamizar, que também teve seu artigo “Requirements Engineering for Machine Learning: A Systematic Mapping Study” aceito na conferência, destacou a importância da cooperação entre os professores para a condução da pesquisa. Hugo é orientado pelo professor Marcos Kalinowski e o artigo contou ainda com a colaboração da professora Tatiana Escovedo.

“O processo de elaboração do artigo foi dinâmico e coordenado. Agora, a sensação de ter um artigo aceito em uma conferência internacional é um plus para nós, pois mostra-se que aqui na região também podem ser criados trabalhos de qualidade que podem competir mundo afora. O feedback recebido por parte dos professores ao longo da elaboração do artigo foi fundamental para atingir os objetivos e um adicional foi a atitude e energia positiva que recebi desses professores.”

Os bons resultados, para o coordenador da pós-graduação, Marcos Kalinowski, são consequência do trabalho científico de qualidade desenvolvido no DI. “Estou muito satisfeito com o destaque que recebemos na Euromicro SEAA, mas mais do que isso estou satisfeito com as contribuições científicas registradas nos artigos, que possuem grande valor para quem atua na área de software. O artigo liderado pelo Cláuvin auxilia desenvolvedores na escolha de elementos de gamificação, evitando efeitos indesejados. O artigo do Hugo delineia como requisitos de software são tratados no contexto de machine learning. Por fim, o artigo do Silvio revela como definir e avaliar produtos mínimos viáveis (MVPs) que ganharam grande popularidade em iniciativas de transformação digital. Todos estes assuntos são úteis para as empresas que querem se posicionar no mercado de software de maneira diferenciada e estamos sempre abertos para o diálogo e para transferência de tecnologia”.

Kalinowski acrescenta: “Os três artigos foram escritos seguindo uma metodologia própria que definimos em trabalhos anteriores (com a participação de Érica Mourão, Leonardo Murta, Emilia Mendes e Claes Wohlin), uma estratégia híbrida de busca por evidências científicas.”

Em sua entrevista para nossa assessoria de imprensa, ele destacou ainda o clima do DI. “Cabe ressaltar o clima de parceria e colaboração dentro do DI. Esses artigos só foram possíveis graças às colaborações do meu laboratório (Software Science Lab) com os laboratórios ICAD-IGames/VisionLab, coordenado pelo professor Bruno Feijó, e o IDEIAS-SERG, coordenado pela pela professora Simone Barbosa”, completou.

Para quem quiser fazer parte das pesquisas científicas de ponta desenvolvidas no DI, o programa de pós-graduação (mestrado/doutorado) recebe inscrições semestrais e abrirá seu próximo edital em Outubro. Alunos da graduação do DI também são bem-vindos para colaborar com a pesquisa dos laboratórios e vivenciar as novidades do front científico, os interessados devem procurar os coordenadores de cada laboratório temático.

Para quem ainda quer ingressar na área, as inscrições para o vestibular dos cursos de Ciência da Computação e Engenharia da Computação da PUC-Rio estão abertas até o dia 22 de setembro! Clique no link e inscreva-se!

 


sexta-feira, 3 de setembro de 2021 às 17:17

Trabalhos foram apresentados na EuroMicro Conference on Software Engineering and Advanced Applications As pesquisas desenvolvidas no Departamento de Informática (DI) […]

Inscrições abertas para Engenharia de Software e Ciência de Dados
quarta-feira, 1 de setembro de 2021 às 15:56

Extensão do DI é a primeira da área no Brasil e aceita matrículas até 17/10

Foto: Unsplash

Atenção aos interessados em Ciência de Dados e construção de sistemas em Machine Learning: O curso de Engenharia de Software para Ciência de Dados está com inscrições abertas até o dia 17 de Outubro. As aulas serão totalmente on-line e conduzidas ao vivo pelo coordenador de pós-graduação do Departamento de Informática (DI), Marcos Kalinowski.

O curso, o primeiro do gênero em todo o país, busca capacitar profissionais que desejem ingressar ou atuantes na área de Ciência de Dados a seguirem as melhores práticas da Engenharia de Software. São bem-vindos vindos alunos dos mais diversos campos do conhecimento, desde desenvolvedores de software e cientistas de dados até profissionais envolvidos em iniciativas de transformação digital.

De acordo com o professor, o curso está diretamente alinhado com as demandas profissionais do mercado. “A ideia surgiu de um perfil que nos é muito demandado pelo mercado, de profissionais que saibam prover soluções de Ciência de Dados (por exemplo, utilizando aprendizado de máquina) seguindo as melhores práticas da Engenharia de Software. Queremos dar aos profissionais da área de TI esta oportunidade de uma formação objetiva e focada nas necessidades do mercado”, destacou.

Mas fique ligado: para ser habilitado a participar do curso, o estudante deve ter conhecimentos prévios em lógica da programação.

O programa de aulas é abrangente, e além de capacitar na implementação de sistemas baseados em aprendizado de máquina, cobre diversos assuntos de Engenharia de Software aplicados à Ciência de Dados, como Arquitetura e projeto de sistemas, Engenharia de Requisitos, Gerência de Configuração e Controle de Qualidade.

O curso Engenharia de Software para Ciência de Dados acontece entre 21/10/2021 e 16/12, sempre às quintas-feiras, das 19h às 22h. Para se inscrever, clique neste link.


quarta-feira, 1 de setembro de 2021 às 15:56

Extensão do DI é a primeira da área no Brasil e aceita matrículas até 17/10 Atenção aos interessados em Ciência […]

DI faz parceria com a Unicamp para divulgação científica
terça-feira, 31 de agosto de 2021 às 18:14

Professores do DI se reunirão mensalmente com docentes do IC Unicamp para discutir inovações em informática

Foto: Reprodução

Rio e Campinas se unirão a partir de setembro para divulgar o que há de mais novo em pesquisas sobre computação. Em um parceria inédita que acabam de firmar, o Departamento de Informática (DI) e o Instituto de Computação da Universidade Estadual de Campinas (IC-Unicamp) vão realizar juntos uma série de mesas redondas sobre as mais recentes produções científicas em computação conduzidas nas duas universidades.

Batizado de “Conexão Rio-Campinas”, o projeto começará no dia 22 de setembro e terá encontros mensais, transmitidos ao vivo no YouTube do DI, com a participação de professores e pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Rio (PUC-Rio) e da Unicamp. É uma ótima oportunidade para ficar por dentro do que está sendo estudado de mais novo no mundo da computação, além de conhecer um pouco mais dos dois renomados departamentos.

O professor Anderson Rocha, do IC Unicamp, diz que a parceria será de grande importância para a divulgação científica na área da informática. “Estamos bastante animados com essa parceria. A ciência da computação, de forma geral, está em todos os aspectos da nossa vida. Com esse dinamismo, nada melhor do que juntar os maiores talentos de duas das melhores universidades do país para poder discutir temas relevantes para a computação de forma geral e disponibilizar para o maior público possível. O interesse nosso nessa parceria é desde a divulgação de ciência e da divulgação de ciência de qualidade, mas também passar por assuntos importantes como o impacto da computação na vida das pessoas. Essa junção de forças do DI e do IC é muito importante para a sociedade como um todo”, declarou.

O Diretor do DI, Markus Endler, destacou que a colaboração entre pesquisadores é essencial para a produção científica. “É uma honra iniciar essa parceria com o IC Unicamp. Eles são um dos departamentos mais fortes em computação, e assim como o DI, gozam de grande reputação na comunidade científica Brasileira. Então, essa pareceria inédita entre duas instituições representativas promete criar uma boa sinergia, não só em divulgação científica, mas também no ensino, na pesquisa e na formação de hubs de inovação. O nosso entendimento compartilhado entre os docentes em ambos os lados é que as Universidades não podem mais ficar apenas na “torre de marfim da academia”, mas precisam se voltar para os problemas e as demandas específicas da sociedade e se aproximar do mercado, divulgando amplamente os seus projetos de pesquisa e inovação, e buscando parcerias também com empresas. É nesse sentido que a Conexão Rio Campinas pretende ser uma iniciativa disruptiva.”

Fique ligado! Para não perder essa e outras novidades no canal do DI, se inscreva youtube.com/dipucrio e ative as notificações!


terça-feira, 31 de agosto de 2021 às 18:14

Professores do DI se reunirão mensalmente com docentes do IC Unicamp para discutir inovações em informática Rio e Campinas se […]