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Por Dentro do DI: ICAD/VisionLab atua com games e entretenimento digital
quinta-feira, 13 de maio de 2021 às 17:59

Estande do ICAD/VisionLab no evento “PUC por um dia” de 2017. Foto: Divulgação

Trabalho do laboratório, o primeiro do DI, também inclui efeitos visuais e storytelling interativo

Jogos, efeitos visuais VFX, realidade estendida, gamificação e entretenimento digital são alguns dos conceitos que fazem parte do dia a dia do ICAD/VisionLab, o laboratório de Visualização, TV/Cinema Digitais e Jogos do Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio. A proposta deste Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT), o primeiro criado no departamento, em 1989, é trabalhar pesquisa e desenvolvimento promovendo a inovação a partir da convergência da visualização, simulação e narratologia computacional.

Coordenado pelo professor e fundador Bruno Feijó, o laboratório é pioneiro na América Latina em pesquisa em storytelling interativo, data storytelling e narratologia computacional. Além disso, cria jogos independentes para testar novos modelos de montagem de equipes e processos para a indústria. O entretenimento digital é hoje o chamariz do grupo de pesquisadores. Não por acaso, a relação com a computação gráfica vem de muitos anos.

Professor Bruno Feijó. Foto: Divulgação

Quando de sua fundação, o ICAD, à época parcialmente financiado pela Faperj, já tinha essa vertente. “O laboratório otimizava os conceitos de Inteligência Artificial para os desenhos de CAD (Computer-Aided Design), então sempre foi muito focado na parte de computação gráfica”, explica o professor Augusto Baffa, líder de pesquisa do ICAD/VisionLab. Ele destaca ainda que o DI foi o primeiro do Brasil a implantar um programa de pesquisa na área de CAD e animação por computador. 

Foi a partir de 1997 que o ICAD deu início a experimentos com jogos e efeitos visuais para TV. Começava, assim, uma longa contribuição científica para a área de jogos e simulações. Em 2002, o ICAD auxiliou a Finep no projeto de um novo centro de pesquisa e desenvolvimento na área de imagens digitais. Um ano depois, era criado o grupo de pesquisa no DI VisionLab, cuja missão era tornar o Brasil um player internacional na área de visualização e entretenimento digital. 

O DI foi mais uma vez pioneiro ao ser o primeiro do país a realizar pesquisas acadêmicas nas áreas de estudos de jogos e produção de conteúdo digital. Criou-se um novo modelo, alinhado a uma política industrial governamental induzida pela Finep. Foi daí que surgiu a Rede Brasileira de Visualização (RBV), que integrou P&D em visualização em diversos setores estratégicos, como TV digital e cinema, games, energia e manufatura. Após o fim da parceria com a RBV, em 2008, os grupos se juntaram e deram origem ao nome atual do laboratório.

Projetos e conquistas

Ao longo de sua história, o ICAD/VisionLab fez parcerias de peso. Colaborou em projetos da TV Globo e do instituto Oi Futuro; com este, na criação de um centro de educação em mídias digitais denominado NAVE, voltado para escolas públicas técnicas de ensino médio. “Nós sempre tivemos uma grande preocupação social. Por isso, o laboratório dedicou muito esforço e recursos para ações educacionais, como a parceria com o Oi Futuro”, disse Feijó.

Premiação no SBGames 2017. Foto: Arquivo pessoal

Entre os games desenvolvidos no ICAD/VisionLab, destaca-se o Spookyard, jogo multiplayer com dinâmicas diferentes e competitivas, que ajudou o laboratório a conquistar o 2º lugar na feira de exposição de jogos do Congresso SBGames 2017. Trata-se do maior evento acadêmico da América Latina na área de Jogos e Entretenimento Digital.

Também no SBGames, mas na edição de 2020, o aluno do DI e integrante do laboratório Felipe Holanda Bezerra ganhou o primeiro lugar na categoria “sound design” pelo trabalho na trilha sonora do jogo Rythenia, desenvolvido por ele.

Você pode assistir ao trailer do Spookyard, do Rythenia e de outros jogos desenvolvidos dentro do ICAD/VisionLab no canal do YouTube do laboratório. Lá, também está disponível um documentário com a história do Spookyard. 

Atualmente, o ICAD/VisionLab tem dezenas de colaboradores, entre pesquisadores e alunos de graduação, mestrado e doutorado. São quatro grupos de pesquisa: Jogos, VFX e Animação,  Multimídia e Educação e Storytelling Interativo. Neste último, Feijó trabalha em conjunto com o professor emérito Antônio Furtado, também fundador, e conta com apoio do professor Baffa e do pesquisador Edirlei Soares de Lima. “Estamos estudando um novo conceito chamado data storytelling, que traz a interação entre a transmissão de dados e a narrativa, o storytelling”, disse Feijó.

Um dos produtos do grupo é o Logtell, projeto de pesquisa no campo da narrativa interativa que visa ao desenvolvimento de ferramentas integradas para gerenciar a geração e representação de histórias interativas dinâmicas.

Professor Augusto Baffa (na fileira do meio à direita) com grupo do laboratório. Foto: Arquivo pessoal

Ajudar na formação de profissionais versáteis é uma das missões de Feijó à frente do laboratório. “Procuro capacitar os alunos a desenvolverem projetos e novas técnicas, dando liberdade para eles. Acho essa uma forma disruptiva de educação”, diz. 

O mestrando Luís Fernando Bicalho trabalhou no desenvolvimento do Spookyard durante a graduação. Hoje, realiza trabalhos voltados à pesquisa no ICAD/VisionLab. Ele leciona a disciplina de Introdução à Engenharia da Computação no DI, e tem incentivado alunos na criação de jogos digitais. “Levo a bagagem do laboratório para a sala de aula. Desenvolvi a didática com a troca de experiências no ICAD/VisionLab”, conta. 

Se você tem interesse em saber mais sobre o trabalho do ICAD/VisionLab, pode entrar em contato pelo e-mail coord@icad.puc-rio.br


quinta-feira, 13 de maio de 2021 às 17:59

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Live com engenheiros da Microsoft aborda nova arquitetura em datacenters
quinta-feira, 13 de maio de 2021 às 15:38

Ricardo Bianchini e Marcus Fontoura. Foto: Arquivo pessoal

Marcos Fontoura, ex-aluno do DI, e Ricardo Bianchini falam na sexta (14) sobre projeto que traz melhorias a servidores, softwares e datacenters

Um dos principais desafios em datacenters é manter os servidores numa temperatura estável, evitando o aquecimento dos equipamentos de TI e possíveis falhas nos componentes. A gigante Microsoft está trabalhando em um projeto inovador que promove a interseção de datacenters, sistemas de hardware e softwares, e pode evitar tais problemas. Esse será o tema da live “Zissou – Uma nova arquitetura de software, servidores e datacenters usando resfriamento por imersão”, que será apresentada nesta sexta-feira (14), às 15h. 

A palestra será apresentada por Ricardo Bianchini, distinguished engineer (reconhecimento dado a profissionais do mais alto nível) da Microsoft Research, e Marcus Fontoura, que atua como pesquisador technical fellow, é vice-presidente corporativo da Microsoft Azure e ex-aluno do Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio.

Na apresentação, Bianchini e Fontoura vão apresentar o Zissou, aplicado dentro da Microsoft e responsável por aprimorar o recurso de resfriamento de datacenters. “Os servidores estão consumindo cada vez mais energia, até o ponto que resfriá-los apenas com ar se torna muito difícil. Por isso, estamos estudando uma nova técnica de resfriamento, chamada resfriamento por imersão”, disse Bianchini. 

O resfriamento por imersão líquida possibilita a operação dos servidores em uma temperatura mais amena e estabilizada, e melhora o funcionamento de servidores e softwares. Entre os seus benefícios, estão o aumento da densidade dos servidores e a redução de falhas nos componentes.  “A ideia é que a gente consiga manter esses servidores em uma temperatura constante, possibilitando o uso mais eficiente dos computadores”, explicou Fontoura. 

A apresentação também vai abordar os caminhos de pesquisa abertos pelo Zissou, como a criação de novos modelos de gerenciamento de falhas e o dilema entre desempenho, potência e confiabilidade com overclock de componentes.

Ao final da live, os espectadores vão poder participar de uma sessão de perguntas e respostas moderadas pelo coordenador de pós-graduação, professor Marcos Kalinowski. Então, não perca: a palestra será na sexta (14), às 15h, com transmissão pelo YouTube e pelo Facebook do DI. Ative o lembrete para não esquecer!


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Marcos Fontoura, ex-aluno do DI, e Ricardo Bianchini falam na sexta (14) sobre projeto que traz melhorias a servidores, softwares […]

União entre pesquisa em software e empreendedorismo é tema de live do DI
quarta-feira, 12 de maio de 2021 às 14:23

Foto: Arquivo pessoal

Ex-aluno, Thiago Araújo, co-fundador da AevoTech, falará sobre a influência da trajetória acadêmica em seus empreendimentos

É possível conciliar pesquisa com mercado de trabalho e empreendedorismo? Com certeza! Essa é a premissa da live “Qualidade de Software e Inovação” com o co-fundador e CTO da AevoTech, Thiago Araújo, que acontecerá na quinta-feira (13), às 18h, no YouTube e no Facebook do Departamento de Informática (DI).

Thiago tem uma longa trajetória no DI: graduação em Engenharia da Computação (2007), mestrado (2009) e doutorado (2014) em Ciência da Computação. Foi orientado pelo professor Arndt von Staa durante a pós-graduação stricto sensu – aliás, a sua inspiração para ingressar no mercado. “O professor Arndt me disse que eu precisava trabalhar em uma empresa para ter experiência, e foi daí que veio o gatilho para encaixar pesquisa no trabalho do dia a dia”, disse. 

E não demorou muito para Thiago se encantar pelo universo do empreendedorismo. Em 2011, ele co-fundou a AevoTech, uma venture builder que ajuda a desenvolver startups de tecnologia, fornecendo engenharia de software como serviço para projetos de inovação na indústria. A metodologia da AevoTech foi desenvolvida durante seu doutorado (mesmo não sendo a sua tese) e no contexto de projetos de inovação para o mercado de óleo e gás. 

Na live, que será conduzida pela professora e coordenadora da graduação, Noemi Rodriguez, Thiago falará sobre os seus empreendimentos, além da AevoTech, as metodologias que foram utilizadas na prática em desenvolvimento de software, e sobre como ele articulou a carreira de empreendedor e inovador com os assuntos nos quais trabalhou academicamente no DI. Atualmente, suas principais áreas de atuação são Engenharia de Software e Sistemas Distribuídos, com foco em qualidade de software, sistemas auto-adaptáveis e sistemas orientados para recuperação.

Este será mais um seminário da graduação, que ocorre duas vezes por mês. Para não ficar de fora e acompanhar todas as lives do DI, inscreva-se no nosso canal no YouTube e curta nossa página no Facebook!


quarta-feira, 12 de maio de 2021 às 14:23

Ex-aluno, Thiago Araújo, co-fundador da AevoTech, falará sobre a influência da trajetória acadêmica em seus empreendimentos É possível conciliar pesquisa […]

Defesa de Dissertação de Mestrado: Redes Convolucionais aplicadas à Segmentação Semântica de Imagens Sísmicas
quarta-feira, 12 de maio de 2021 às 10:45

Autor: Mateus Cabral Torres

Orientador: Sergio Colcher Data e Hora:

17/05/2021 às 14:00


quarta-feira, 12 de maio de 2021 às 10:45

Autor: Mateus Cabral Torres Orientador: Sergio Colcher Data e Hora: 17/05/2021 às 14:00

Defesa de Dissertação de Mestrado: Unsupervised multi-review summarization using fine-tuned Transformer language models
quarta-feira, 12 de maio de 2021 às 10:39

Autor: Lucas Roberto da Silva

Orientador: Sergio Colcher

Data e Hora: 14/05/2021 às 09:00


quarta-feira, 12 de maio de 2021 às 10:39

Autor: Lucas Roberto da Silva Orientador: Sergio Colcher Data e Hora: 14/05/2021 às 09:00

Professor especializado em Inteligência Artificial integra quadro do DI
sexta-feira, 7 de maio de 2021 às 18:03

Foto: Arquivo pessoal

Jônatas Wehrmann, que tem forte experiência em redes neurais e deep learning, vai lecionar na graduação e pós-graduação

O Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio é amplamente reconhecido pela sua excelência em pesquisa e ensino, com um corpo docente de altíssima qualidade. A partir deste mês, o quadro terá um reforço de peso: o professor Jônatas Wehrmann. Sua contratação foi financiada pela Fundação Behring, que atuou como parceira do departamento. Wehrmann ocupará o inédito cargo “Professor Fundação Behring de Inteligência Artificial”. A função também lhe dá direito a receber verbas para equipamentos e a oferecer três bolsas para alunos de graduação e mestrado. 

O pesquisador tem forte experiência em redes neurais e deep learning, que são subáreas de Inteligência Artificial. “Existem muitas pesquisas sobre redes neurais no exterior, mas exploramos pouco esse tipo de tecnologia no Brasil. Como esse é um assunto que venho trabalhando há muito tempo, acredito que meu trabalho irá contribuir para a disseminação desse conhecimento”, explicou. 

No DI, ele atuará na graduação e na pós-graduação stricto sensu com o objetivo de aproximar o uso dessas tecnologias para a realidade dos alunos, e não escondeu a sua animação para essa nova etapa. A proposta de Wehrmann traz um pensamento inovador e alinhado aos propósitos do departamento, ainda mais em um momento no qual o mercado de trabalho para Inteligência Artificial está bastante aquecido, tanto no Brasil quanto no exterior. 

“Tenho muitas ideias, vários projetos diferentes tanto para pesquisa de base quanto aplicada. Vários destes, tentam resolver problemas importantes no mundo real e da IA como um todo. Também gostaria de começar movimentos para aumentar a quantidade de conteúdos direcionados para Inteligência Artificial nos currículos e ‘plantar a semente’ para trazer mais pesquisa à área”, disse o professor. 

E antes mesmo de ingressar oficialmente no departamento, Wehrmann já começou a sua atuação na PUC-Rio. Ele está pré-orientando três alunos de graduação, cujas monografias são voltadas ao uso de redes neurais para solucionar problemas no mundo real. “Uma das pesquisas tenta usar essa tecnologia para diagnosticar casos de Covid-19 em exames de Raio-X. Então o modelo faz isso de forma automática, para ajudar no diagnóstico”, contou. 

Saiba mais sobre a carreira do professor

Mestre e Doutor em Ciência da Computação pela PUC-RS, a pesquisa de Wehrmann teve foco em Aprendizagem Multimodal com Redes Neurais, incluindo tópicos como Visão Computacional e Processamento de Linguagem Natural. Seu trabalho foi aceito em diversas conferências de prestígio, como a Conference on Computer Vision and Pattern Recognition (CVPR) e a International Conference on Computer Vision (ICCV), ambas consideradas as principais na área de visão computacional. 

Durante o mestrado, ele desenvolveu alguns projetos para a Motorola, na área de desenvolvimento de soluções de processamento de texto. Com base nesses resultados, submeteu um projeto em doutorado para o Prêmio de Pesquisa da América Latina do Google (LARA). Ganhou a bolsa e fez a progressão do mestrado para o doutorado, trabalhando fortemente em arquiteturas e modelos de aprendizado multimodal.

As imagens do exemplo acima não fotos de objetos reais. Elas foram geradas a partir de um modelo de aprendizado multimodal, proposta por um trabalho de Wehrmann juntamente com colegas do grupo de pesquisa.

“São modelos que aprendem automaticamente a entender conteúdos de imagens e textos ao mesmo tempo. Assim, estes podem ser usados na resolução de várias tarefas, como busca de imagens a partir de texto, ou até mesmo geração de novas imagens a partir de uma descrição textual. Por exemplo: se você escreve que quer uma foto de um pássaro voando, alguns desses modelos são capazes de imaginar possíveis cenas e desenhar elas para você”, explicou.

Wehrmann também trabalhou em projetos com outras empresas, como Shell, Samsung, Kunumi e OSF Global Services, e é vencedor de três Prêmios de Pesquisa da América Latina do Google. Agora, ele ingressa no quadro de professores do DI para replicar a sua expertise em Inteligência Artificial aos nossos alunos. 


sexta-feira, 7 de maio de 2021 às 18:03

Jônatas Wehrmann, que tem forte experiência em redes neurais e deep learning, vai lecionar na graduação e pós-graduação O Departamento […]

DI abre inscrições para mestrado e doutorado em Informática 
quinta-feira, 6 de maio de 2021 às 18:25

Foto: Freepik

Primeira pós-graduação stricto sensu brasileira da área tem conceito máximo da Capes; inscrições podem ser feitas até 18 de junho

Você tem interesse em seguir carreira na área de computação e deseja ingressar em um dos cursos de pós-graduação stricto sensu mais prestigiados do país? Então aproveite a oportunidade, pois as inscrições para o mestrado e doutorado em Informática pela PUC-Rio estão abertas. As aplicações podem ser feitas até o dia 18 de junho de 2021 pela página de processo seletivo para pós-graduação no site da Coordenação Central de Planejamento e Avaliação (CCPA) da PUC-Rio. 

O resultado será divulgado até o dia 16 de julho de 2021, e a data de início das aulas do segundo semestre será divulgada em breve no calendário da PUC-Rio. Pelo menos neste ano, as aulas ocorrerão de forma online. O programa oferece bolsa de fomento ou bolsa de isenção total aos candidatos mais bem avaliados no processo seletivo. 

Segundo o coordenador da pós-graduação, Marcos Kalinowski, o mestrado e o doutorado em Informática do Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio abrem portas tanto para a carreira acadêmica quanto para o mercado de trabalho. “Os egressos da pós-graduação do DI normalmente se tornam pesquisadores de referência, empreendedores, ou então são absorvidos por empresas internacionais de referência que valorizam uma formação de ponta, como Amazon, Facebook, Google, IBM Research, Microsoft Research, entre outras”, disse. 

O programa de pós-graduação do DI da PUC-Rio tem sua excelência reconhecida por pesquisadores e instituições nacionais e internacionais, bem como por órgãos dos ministérios de Ciência e Tecnologia e da Educação que avaliam os pesquisadores e os programas de pós-graduação do Brasil.  

Fundado em 1967, este foi o primeiro programa de pós-graduação stricto sensu na área de Computação no Brasil. Também foi o primeiro da área a obter a nota máxima (7) na avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e sempre manteve o conceito desde a implantação do sistema atual de avaliação. “Ao longo dos anos, o DI tem inovado e mantido seu perfil de excelência em pesquisa e na formação de recursos humanos”, disse Kalinowski, que também atua na pós-graduação como orientador na área de Engenharia de Software.

O quadro de docentes é composto por 21 professores, cuja grande maioria é bolsista de produtividade do CNPq. O programa também conta com a colaboração dos professores eméritos do DI Antônio Furtado e Clarisse de Souza.

Diversas áreas contemplam a pós-graduação em Informática, entre elas: bancos de dados; ciência de dados; computação gráfica; engenharia de software; hipertexto e multimídia; interação humano-computador; linguagens de programação; otimização e raciocínio automático; redes de computadores e sistemas distribuídos; e teoria da computação. Cada área abrange diferentes linhas de pesquisa, como jogos e entretenimento digital; visualização 3D, computação móvel, bioinformática e inteligência artificial, entre outras. 

Como se inscrever?

Os interessados no mestrado e no doutorado em informática do DI devem entregar a documentação de inscrição requerida, que consiste em: 

  • diploma de Nível Superior; 
  • currículo atualizado;
  • duas ou mais cartas de referências, que devem ser preenchidas pelos professores indicados na inscrição através do site;
  • e formulários de inscrição preenchidos online através do site.

Além disso, o processo seletivo pede uma documentação adicional obrigatória aos candidatos ao doutorado, que consiste no plano de pesquisa pré-aprovado pelo orientador pretendido. O orientador deve integrar o quadro de docentes permanentes do Programa de Pós-Graduação do DI. 

Outro documento adicional e fortemente recomendado é o exame do POSCOMP, organizado anualmente pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC). A realização do POSCOMP não é obrigatória, mas é indicada para candidatos que sejam: graduados em outra área, que não a de Ciência da Computação ou Informática; graduados em instituição de ensino superior estrangeira; ou que queiram confirmar ou reforçar seu perfil acadêmico. No caso da pós-graduação stricto sensu do DI, o candidato que realizou qualquer edição anterior do POSCOMP pode anexar o seu resultado.

Todos os aprovados devem confirmar a sua vinda para o programa de Pós-Graduação do DI entre os dias 19 a 23 de julho de 2021, entregar a documentação na Diretoria de Admissão e Registro (D.A.R.) da PUC-Rio e realizar sua matrícula conforme indicado no calendário da PUC-Rio

Mais informações sobre as inscrições e o processo seletivo estão disponíveis no edital do programa.


quinta-feira, 6 de maio de 2021 às 18:25

Primeira pós-graduação stricto sensu brasileira da área tem conceito máximo da Capes; inscrições podem ser feitas até 18 de junho […]

Defesa de Dissertação de Mestrado: Usando segmentação de objetos em vídeos para a aplicação de técnicas de Vídeo Inpainting
terça-feira, 4 de maio de 2021 às 21:22

Autor: Susana de Souza Bouchardet

Orientador: Hélio Côrtes Vieira Lopes

Data e Hora: 11/05/2021 às 14:00


terça-feira, 4 de maio de 2021 às 21:22

Autor: Susana de Souza Bouchardet Orientador: Hélio Côrtes Vieira Lopes Data e Hora: 11/05/2021 às 14:00

Gattass relembra desafios do Tecgraf em projetos com a Petrobras
terça-feira, 4 de maio de 2021 às 12:52

Foto: Reprodução/YouTube

Em live, professor do DI e diretor do Instituto falou do trabalho visando à proteção ambiental

Tecnologia e preservação do meio ambiente não são áreas afins, aparentemente. Mas podem, sim, andar lado a lado, aponta o professor do Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio Marcelo Gattass, diretor do Tecgraf. O instituto mantém uma parceria de mais de três décadas com a Petrobras, e ajuda a empresa na prevenção de desastres ecológicos. 

Para falar sobre esses e outros projetos desenvolvidos em parceria com a indústria de óleo e gás, Gattass apresentou a live “Capacitação tecnológica das empresas de petróleo e a segurança e proteção do meio ambiente – Os trabalhos dos últimos 34 anos do grupo Tecgraf” na sexta-feira (30). 

O professor relembrou algumas fases marcantes da atuação do Tecgraf com a Petrobras. Ele contou que, nos anos 1990, o grupo do instituto precisava identificar desafios que justificassem a manutenção do trabalho conjunto com a petrolífera. Com esse intuito, os pesquisadores começaram a desenvolver ferramentas e programas gráfico-interativos para apoio às atividades de engenharia e geologia da companhia. 

Em 1996, uma abertura na lei brasileira permitiu que as empresas pudessem importar software, algo que até então não era permitido por aqui. Com isso, o Tecgraf readaptou seu modelo de trabalho na Petrobras, tornando-se desenvolvedor e integrador. “Como já conhecíamos bem a parte de geociências, a gente não só sobreviveu, mas também cresceu a partir daí”, disse Gatass na live. 

A partir dos anos 2000, o Tecgraf ampliou o escopo dos serviços para todas as áreas da empresa, incluindo sísmica, reservatório, automação, meio ambiente e logística. Outro destaque da atuação se deu em 2007, após a descoberta da camada pré-sal. Na ocasião, os pesquisadores se envolveram não só no desenvolvimento de produtos, mas também no treinamento, consultoria e suporte à estatal, tentando resolver diretamente os problemas enfrentados no contexto do pré-sal. 

Projetos e desafios 

Gattass citou, na live, situações desafiadoras vividas ao longo das décadas de parceria. “O primeiro desafio mais direto que enfrentamos foi quando a Petrobras, no início da exploração marítima, tinha uma frota de navios petroleiros e precisava de uma frota de plataformas”, narrou. Segundo ele, a ideia era aposentar esses navios ou tentar adaptá-los para plataformas novas. “Junto com uma série de cooperações, colocamos um anel gigantesco embaixo dos navios, para que ficassem parados em uma posição. Então, em vez de o navio ser um meio de transporte, ele virou uma unidade estacionária.”

Porém, ocorreu um problema: navios ancorados possuem uma base três vezes maior do que a altura da lâmina da água. Quando há muitas embarcações reunidas num mesmo lugar, existe o risco elevado de uma interferir na operação da outra. E isso pode provocar vazamentos de óleo, um grave problema ambiental. “Sendo assim, desenvolvemos modelos que criassem sistemas para prender as plataformas de forma mais eficiente, evitando a ocorrência de algum desastre”, esclareceu.  

O professor relembrou outro episódio marcante da atuação do grupo do Tecgraf, e que também envolveu a proteção ao meio ambiente. Em 2000, houve o rompimento de um duto da Petrobras, e o despejo de mais de 1 milhão de litros de petróleo no fundo da Baía de Guanabara. O Tecgraf foi chamado para ajudar a analisar o que aconteceu. 

“Um dos nossos papéis foi coordenar diversas unidades do Brasil para fazer uma base de dados geográficos, levantando a sensibilidade de cada trecho da costa brasileira”, contou Gattass. No período, foram desenvolvidos sistemas de combate ao derramamento de óleo.

Gattass também reforçou a importância de se pensar sempre na manutenção desses sistemas, evitando novos derramamentos. Para ele, o aporte tecnológico é fundamental, mas é preciso também se manter em estado de vigília para que os recursos sejam usados de forma efetiva.

Ao longo da live, Gattass respondeu às perguntas do público, que acompanhava em tempo real, e rememorou outras soluções adotadas diante de percalços vividos pela indústria do petróleo. 

Ele destacou ainda a atuação de diferentes áreas do Tecgraf, como o desenvolvimento do sistema Recon MS, voltado para a restauração de modelos geográficos e a avaliação de falhas que possam interferir no ecossistema, e a área de gerenciamento de reservatórios (Geresim), que estuda a produção do reservatório e as formas seguras de trabalhar essa produção.

Por fim, o professor ressaltou que o Tecgraf vem obtendo reconhecimento por seu trabalho. O Instituto tem parceiros de relevo, como as empresas Shell Brasil e Eneva. 

A live do professor Marcelo Gattass faz parte dos seminários de pós-graduação e foi transmitida no YouTube e no Facebook do DI. Inscreva-se no canal, e siga a nossa página para ficar por dentro das novidades!


terça-feira, 4 de maio de 2021 às 12:52

Em live, professor do DI e diretor do Instituto falou do trabalho visando à proteção ambiental Tecnologia e preservação do […]

PUC-Rio é a melhor universidade privada do Brasil, segundo indicador do governo
segunda-feira, 3 de maio de 2021 às 15:00

Foto: Acervo Comunicar PUC-Rio

Índice Geral de Cursos (IGC) foi divulgado em 23 de abril

Reconhecida pelo ensino de excelência, pesquisa e projetos, a PUC-Rio conquistou mais uma vitória: é a melhor universidade privada brasileira, segundo o Índice Geral de Cursos (IGC), relativo a 2019. Os dados foram anunciados na sexta-feira (23) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), órgão do MEC responsável pela avaliação. 

O resultado só foi divulgado agora por conta da coleta de dados relacionados à pós-graduação, que saíram depois dos referentes à graduação. Para o professor e diretor do Departamento de Informática (DI) da PUC-Rio, Markus Endler, a notícia confirma o alto nível da universidade, e de seu corpo docente.

Endler destacou que, por se tratar de uma universidade privada, a PUC-Rio tem um corpo docente menor do que o das universidades federais e depende das taxas escolares de seu alunado, bem como das parcerias em projetos com a iniciativa privada para manter o seu alto padrão. “É louvável que mesmo diante dessas dificuldades, ela figure tão bem na avaliação”, disse o diretor. 

O DI se orgulha de fazer parte da história da PUC-Rio. Há mais de 50 anos, o departamento vem atuando com destaque no ensino superior e pesquisa nacionais, foi pioneiro em várias áreas da computação e criador de vários softwares mundialmente conhecidos, como Lua e Ginga. “Eu tenho o maior prazer de estar como diretor do departamento e poder direcionar e tomar decisões que melhorem ainda mais o nosso desempenho”, afirmou Endler.

A excelência do Departamento de Informática pode ser confirmada pelo conceito máximo (7) de seu programa de pós-graduação, conferido pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e mantido desde que o sistema de avaliação foi criado pela a agência, e também pelas estreitas parcerias com a indústria, que trazem recursos e notoriedade não só para o departamento, mas para a universidade como um todo. 

A Informática da PUC-Rio, vale ressaltar, está em 1º lugar na lista de cursos de universidades brasileiras da área que mantêm projetos com a indústria, feita pelo Emerging Economies University Rankings 2021. O ranking é divulgado pela prestigiosa revista inglesa “Times Higher Education”, e este último saiu em março. 

Saiba mais sobre o IGC

O Índice Geral de Cursos avalia universidades, faculdades e centros universitários, e é calculado pela combinação dos dados coletados por meio do Conceito Preliminar de Cursos (CPC), outro indicador do governo federal voltado a esta análise. O ranqueamento também considera notas dos programas de pós-graduação stricto sensu das instituições, atribuídos pela Capes. 

Essa avaliação é feita pela média das informações coletadas nos três últimos anos – neste caso, o IGC levou em consideração os dados de 2017, 2018 e 2019. 


segunda-feira, 3 de maio de 2021 às 15:00

Índice Geral de Cursos (IGC) foi divulgado em 23 de abril Reconhecida pelo ensino de excelência, pesquisa e projetos, a […]

‘Segurança da informação é um tema muito amplo’, diz Oliveira em live
sexta-feira, 30 de abril de 2021 às 18:28

Foto: Reprodução/YouTube

Professor Anderson Oliveira dá dicas a interessados em trabalhar na área

O que faz um especialista em segurança da informação? O assunto está em alta, mas nem todo mundo conhece o dia a dia deste profissional, hoje muito procurado por empresas e mesmo por pessoas físicas. Na live “Prática e pesquisa em segurança da informação”, na quinta-feira (29), o professor do Departamento de Informática (DI) Anderson Oliveira conversou com a coordenadora da graduação, professora Noemi Rodriguez, a este respeito. Lembrou um pouco de sua trajetória acadêmica, e falou dos trabalhos atuais em segurança da informação desenvolvidos no DI.

Professor do quadro complementar do departamento desde 2001, Oliveira atua na área desde a década de 1990. Na live, ele destacou a grande evolução da disciplina de segurança da informação ao longo destes anos. “Ela procura preparar nossos alunos para construir sistemas de processamento de informação seguros. Mas também é muito importante que o aluno tenha uma boa base de segurança da informação”, explicou.

Segundo Oliveira, a disciplina é dividida em quatro partes. A primeira tem como foco a gestão da segurança da informação. Os estudantes, neste momento, conhecem as normas da área. A segunda parte aborda, entre outros pontos, a implementação de sistemas seguros, e as técnicas de autenticação para controle de acesso a um sistema. A terceira parte estuda segurança ofensiva; ou seja, quais são as etapas e técnicas de ataque. Por fim, a quarta discorre sobre segurança defensiva. 

“Quando a gente pensa em segurança da informação, existem cinco pilares: integridade, autenticidade, confidencialidade, controle de acesso e disponibilidade”, resumiu o professor, que respondeu a perguntas que chegaram pelo chat. Quando perguntado quais são os principais pontos que um aluno deve dominar para ser um bom profissional em segurança da informação, ele disse que é necessário interagir com todas as áreas de TI, e apresentar boas soluções quando instado a tal.

Uma dica relevante para quem quer ter êxito na área é buscar uma sólida formação em Ciência da Computação e em Engenharia da Computação, sublinhou o professor. Ele também falou da necessidade de se buscar certificações na área – elas costumam ser exigidas pelo mercado. “Dessa forma, você mostra que está preparado para assumir o papel de gestor de segurança de informação ou de atuante na operação da segurança de TI”, explicou.

Novo curso sobre compliance de dados e formação DPO

Com a entrada em vigor da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados), entender de compliance de dados de formação DPO (data protection office) é uma exigência para muitos profissionais. Oliveira é um dos coordenadores do curso on-line Compliance de Dados e Formação de DPO, oferecido em conjunto pelo DI e pelo Instituto de Direito da PUC-Rio, e que começa na próxima segunda-feira (3). Na live, ele deu mais detalhes sobre a função de um DPO, quais são suas áreas de interesse e por que esse é um cargo que está cada vez mais requisitado pelas empresas.

O trabalho de pesquisa no LAC (Laboratory for Advanced Collaboration), laboratório do DI voltado para a área de internet das coisas, foi outro tema tratado na transmissão. Oliveira falou sobre os desafios de segurança enfrentados quando do desenvolvimento de aplicações com este fim.

Além das aulas na graduação e da pesquisa no LAC, o professor também coordena a equipe de suporte do DI. Ele levou para a live exemplos do que enfrenta no dia a dia, e quais soluções mais usa. O professor revelou que a adoção de boas práticas de segurança da informação dentro da rede do departamento resultou em baixíssimos índices de incidentes de segurança ao longo dos últimos anos.

A live “Prática e pesquisa em segurança da informação” faz parte dos seminários da graduação, realizados duas vezes por mês. Está disponível no nosso canal no YouTube e no Facebook. Assista, e não deixe de se inscrever no canal e de curtir a página!


sexta-feira, 30 de abril de 2021 às 18:28

Professor Anderson Oliveira dá dicas a interessados em trabalhar na área O que faz um especialista em segurança da informação? […]

Defesa de Dissertação de Mestrado: Load Disaggregation in a Brazilian Industrial Dataset Using Invertible Networks and Variational Autoencoders
sexta-feira, 30 de abril de 2021 às 09:25

Autor: Eduardo Santoro Morgan

Orientador: Sergio Colcher

Data e Hora: 07/05/2021 às 10:00


sexta-feira, 30 de abril de 2021 às 09:25

Autor: Eduardo Santoro Morgan Orientador: Sergio Colcher Data e Hora: 07/05/2021 às 10:00