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Tecnologias das Olimpíadas de Tóquio são destaque em pesquisas do DI
quinta-feira, 5 de agosto de 2021 às 17:33

Visão computacional e Inteligência Artificial, estudadas no DI, são usadas para monitorar a performance de atletas olímpicos em tempo real

Foto: Pixabay

As Olimpíadas de Tóquio levaram às telas do mundo inteiro muito mais do que entretenimento e performances de atletas. No país da tecnologia, os Jogos introduziram uma série de inovações para aproximar um pouco mais os esportes do público. Uma das principais novidades foi o reconhecimento inteligente de imagem.

Tecnologia estudada pelos pesquisadores do Departamento de Informática (DI), o reconhecimento inteligente de imagem nos esportes é capaz de processar informações numéricas instantaneamente para apresentar dados na tela enquanto as provas acontecem.

“Essa parte de ‘reconhecimento inteligente de imagens’, na verdade, é o que chamamos de visão computacional. Superficialmente falando, essas tecnologias operam de diversas formas, mas basicamente se baseiam na capacidade dos algoritmos de aprendizado de máquina serem capazes de reconhecer elementos da imagem”, explica o professor Alberto Raposo, Gerente de Projetos no Instituto Tecgraf e pesquisador na área de Realidade Virtual, Visão Computacional e Processamento de Imagens.

Um exemplo são as provas de velocidade. Enquanto a competição acontece, uma Inteligência Artificial (IA), aliada à visão computacional, é capaz analisar a performance dos atletas do atletismo, decatlo e heptatlo, exibindo a suas velocidades máximas. “Em TV, cinema e treinamentos esportivos, essas tecnologias de reconhecimento de imagem podem ter o auxílio de sensores adicionais, o que torna possível algumas dessas coisas que estamos vendo nas Olimpíadas”, completou Raposo.

No caso das maratonas, ciclismo, mountain biking, triatlo e canoagem, o 2D image tracking é o protagonista. Na tela, os telespectadores conseguem ver uma espécie de “etiqueta” em cada atleta enquanto ele se move, permitindo um acompanhamento mais fácil da prova.

A visão computacional é um campo de destaque na informática e nas pesquisas do DI. Além de ser uma tecnologia que deve ser bastante aplicada no futuro, segundo Alberto Raposo. “A importância dessas tecnologias é grande. Há anos isso já vem sendo estudado em robótica, segurança e medicina, por exemplo, e atualmente um dos grandes investimentos nessa área é em torno das pesquisas para veículos autônomos, já que são essas tecnologias que permitirão que eles sejam ‘dirigidos’ sem humanos”, finalizou.


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Por dentro do DI: LabLua usa criatividade para estudar linguagens
quarta-feira, 4 de agosto de 2021 às 15:52

Alunos trabalham em conjunto para fazer manutenção da linguagem Lua, criada no DI

Professor Roberto Ierusalimschy, arquiteto-chefe da Lua

A linguagem de impacto mais importante já criada no Brasil tem uma casa própria dentro do Departamento de Informática (DI): o LabLua, o laboratório responsável pela manutenção da Lua, hoje uma das linguagens em script mais importantes da computação e criada pelo próprio DI. Marcado pela inovação, o LabLua é responsável também pelo estudo de linguagens de programação. Mas, embora as pesquisas do laboratório sejam pautadas pelos olhos no futuro, para entender as origens da Lua precisamos nos voltar para a década de 1990.

A Lua é uma linguagem de programação totalmente projetada, implementada e desenvolvida no DI. O projeto é fruto de um esforço conjunto da equipe composta pelos professores Roberto Ierusalimschy, Waldemar Celes e Luiz Henrique Figueiredo (Instituto de Matemática Pura e Aplicada). Nascida no Tecgraf, que na época ainda se chamava Grupo de Tecnologia em Computação Gráfica da PUC-Rio, a Lua teve suas origens em uma demanda de mercado.

“Lua foi desenvolvida totalmente com base em necessidade. De início, a linguagem não era nem uma ideia acadêmica. Em um dos vários projetos que tínhamos com a Petrobras, fomos consultados porque eles precisavam de uma linguagem de configuração para a execução de um projeto. Pesquisamos, mas não encontramos nada que servisse para os planos que tinham. Então partimos para criar a nossa própria linguagem”, conta o professor Roberto Ierusalimschy, arquiteto-chefe da Lua.

Nos anos 1990, enquanto o acesso público à internet dava seus primeiros passos no Brasil, os professores vislumbravam as possibilidades que uma linguagem leve, rápida, portátil e livre poderiam oferecer para a nova realidade da computação. Lançada como open source (código aberto), a Lua pode ser usada para qualquer objetivo, até mesmo para propósitos comerciais. Depois de fazer download, o usuário pode fazer uso da Lua para seu projeto de maneira rápida e simples, sem custo ou burocracia.

Professor Roberto Ierusalimschy no até então Grupo de Tecnologia em Computação Gráfica da PUC-Rio

A virada de milênio foi agitada. A popularização da linguagem levou a sua aplicação em uma série de jogos de grande destaque como Grim Fandango (1998), Tibia (1997) e Grand Chase (2003). Como reconhecimento da relevância do trabalho dos pesquisadores do Tecgraf, o grupo responsável pela manutenção da Lua ganhou seu próprio laboratório, o LabLua, em 2005.

A decisão de tornar Lua open source ainda na sua fase inicial foi significativa para sua divulgação. Hoje, é uma das linguagens em script mais utilizadas em jogos. Lua é utilizada em uma série de games “Triple A”, a classificação utilizada para designar os jogos com maiores orçamentos e níveis de produção. Dessa forma, títulos jogados por milhões de pessoas ao redor do globo expõem ao público um trabalho gerado pela pesquisa do DI.

World of Warcraft, um dos maiores RPGs (Role Playing Game) on-line da história, Angry Birds e Roblox são apenas alguns dos clássicos que dependem da Lua para funcionar. Inicialmente, não havia pretensões para voltar o desenvolvimento da linguagem especificamente para jogos. Entender o por que de Lua ser tão útil para construir games motivou o laboratório a fazer algo como uma espécie de engenharia reversa: estudar a execução, para entender a teoria.

“Existem casos onde desenvolvedores fazem alguma coisa e depois descobrimos o porquê de dar tão certo. Por vezes nós pensamos ‘como aquele jeito de fazer um processo tal ficou tão mais fácil’? A partir daí, partimos para os estudos acadêmicos. O usuário da linguagem contribuiu muito para seu aprimoramento”, disse Roberto.

Foto: Divulgação/Rovio

E não são apenas os gamers que têm contato diário com a linguagem. Lua também é usada em várias aplicações industriais, como Adobe Photoshop Lightroom, um dos softwares de edição de imagem mais populares do mundo.

O futuro, tão presente nos trabalhos do laboratório, ainda guarda muitas possibilidades para quem trabalha no LabLua. Assim como no contexto que motivou suas pesquisas no início dos anos 1990, o laboratório olha para o futuro para desenvolver novas iniciativas. Entre elas, está a linguagem Pallene.

A ideia por trás do plano é preencher um espaço deixado por Lua. Por ser uma linguagem com ênfase em scripting, ela atua, geralmente, em parceria em engines programados em C ou C++. Já a Pallene é uma linguagem em desenvolvimento com o objetivo de facilitar esse processo. Um detalhe curioso: Pallene é o nome de uma das luas de Saturno, e por isso faz sentido que as duas sejam chamadas de linguagens complementares.

Ainda assim, a Lua segue atual. A linguagem é a porta de entrada no mundo da programação para jovens ao redor do mundo. Recentemente, uma das plataformas que permite usuários criarem seus próprios jogos, a Roblox, convidou o professor Ierusalimschy para uma edição da reunião mensal da empresa idealizadora da plataforma. O encontro, chamado de “TownHall”, contou com a presença de todo corpo empresarial, além do próprio CEO.

Foto: Divulgação/Roblox Corporation

“A Roblox é interessante porque você pode fazer seus próprios jogos e disponibilizar para outros, então é muito utilizado por adolescentes. Um garoto de 14 anos escreveu um livro inteiro sobre programação em Lua para Roblox, ensinando a fazer joguinhos na plataforma. Existe um mundo de usuários em Lua, e muitas vezes eles nem sabem!”, completou Roberto.

O LabLua representa a vanguarda na pesquisa de linguagens de programação no cenário nacional. Desenvolvida inteiramente na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio), o impacto da Lua no desenvolvimento de aplicações representa a internacionalização da pesquisa de qualidade proporcionada pelos cientistas do DI. O mundo de possibilidades que a criatividade, aliada à Lua, pode trazer, torna o futuro imprevisível. Mas uma coisa é certa: quem vislumbrou possibilidades lá atrás, hoje conta com a colaboração gigante de milhões de usuários que fazem da evolução das linguagens de programação algo possível.


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Professor Wehrmann recebe prêmio de melhor tese de doutorado no CSBC
segunda-feira, 2 de agosto de 2021 às 18:28

Pesquisa sobre redes neurais recebeu destaque no Congresso da Sociedade Brasileira de Computação

Professor Jônatas Wehrmann

Você sabia que a computação também pode ter muito a ver com o cérebro humano? E não estamos falando só de códigos. O uso da informática para desenvolver redes neurais, uma espécie de emulação das sinapses humanas, é uma das áreas que mais vêm ganhando relevância no mundo da computação.

O professor  Jonatas Wehrmann, que ocupa no DI o cargo “Professor Fundação Behring de Inteligência Artificial”, recebe destaque nesse campo. A sua pesquisa, Language-Agnostic Visual-Semantic Embeddings”, ganhou o prêmio de melhor tese de doutorado no XLI Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC 2021).

Conduzido por Wehrmann durante doutorado na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), o projeto estuda redes neurais profundas para aprendizado multimodal. O trabalho propõe abordagens para melhorar o desempenho preditivo de redes neurais multimodais.

A tese introduz novos sistemas de inteligência artificial (IA) capazes de entender o que está escrito em textos e aprende a relacionar os diferentes conceitos descritos com o conteúdo de imagens. Dessa forma, um usuário é capaz de realizar uma busca de imagens a partir de um texto.

A extensa pesquisa apresenta quatro novas estratégias de codificação de texto, assim como uma abordagem de incorporação de palavras baseada em caracteres. O modelo proposto é altamente flexível e pode ser utilizado em textos dos mais variados idiomas, desde o inglês até o japonês.

Recém integrante do DI, Jônatas espera trazer seus conhecimentos no campo das redes neurais para o Departamento. “Estou muito animado, com muitas ideias e projetos. Já estou atuando na graduação, especialização, mestrado e doutorado, ministrando disciplinas e orientando alunos. Estamos inclusive com um projeto para criar um novo laboratório de pesquisa em IA e Machine Learning visando focar em pesquisa de ponta no Brasil.” disse Jonatas.

O prêmio da SBC é um dos mais importantes reconhecimentos para teses de doutorado de computação do Brasil, e dá destaque a projetos inovadores. “A premiação tem um significado muito especial pra mim, especialmente considerando todo o trabalho e tempo que eu dediquei à pesquisa. Eu fui um dos primeiros estudantes brasileiros a fazer pesquisa em Deep Learning no Brasil, e na época nosso laboratório não tinha nenhum equipamento e nem conhecimento a respeito do assunto. A área era extremamente nova e não tinha muitos materiais a respeito, então foi um período bastante desafiador, mas que também trouxe muitas recompensas”, conclui.


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Pesquisa sobre redes neurais recebeu destaque no Congresso da Sociedade Brasileira de Computação Você sabia que a computação também pode […]

Disciplinas da pós do DI estão com inscrições abertas até 10/08
sexta-feira, 30 de julho de 2021 às 16:51

Alunos extraordinários poderão cursar disciplinas do mestrado e doutorado, sem estarem matriculados nos programas

Ainda dá tempo de estudar no Departamento de Informática (DI) no semestre de 2021.2. As inscrições para aluno extraordinário estão abertas até 10 de agosto. São 29 disciplinas lecionadas por professores da pós-graduação, em assuntos como algoritmos, machine learning, computação gráfica e inteligência artificial em jogos.

Os alunos extraordinários poderão cursar disciplinas tanto do mestrado quanto do doutorado, sem estarem matriculados nesses programas. É uma ótima chance para adquirir conhecimento, se ambientar com os cursos, e ter contato com o corpo docente. O programa de pós-graduação do DI tem nota máxima (7) na Capes e é o mais antigo do Brasil, com forte tradição acadêmica. “Trata-se de uma grande oportunidade. A oferta mais ampla das disciplinas da pós-graduação do DI para alunos extraordinários possibilita disponibilizar disciplinas de um programa de reconhecida excelência em computação para atender às demandas da sociedade”, destaca o coordenador da pós-graduação, Marcos Kalinowski.

A avaliação da adequação do aluno é feita pela coordenação de pós-graduação, de forma alinhada com o professor responsável pela disciplina pretendida.

Ao cursar as disciplinas, o aluno extraordinário é avaliado como um aluno regular, através provas e trabalhos com o mesmo nível de cobrança dos demais estudantes de mestrado e doutorado.

Ao concluir as disciplinas, os alunos podem solicitar uma declaração de aprovação, com a nota de conclusão. As inscrições são feitas no site da Coordenação Central de Planejamento e Avaliação (CCPA). A relação das disciplinas disponíveis e suas ementas podem ser acessadas nessa página. As aulas são lecionadas de maneira remota.

Interessados devem realizar o cadastro no CCPA e selecionar a opção “aluno extraordinário”. Depois de preencher o formulário pedido, o aluno deve adicionar o código da disciplina que deseja realizar (exemplo: INF + código da disciplina). Ao finalizar o processo, é preciso clicar em “Encaminhar” e conferir se todos os campos do formulário foram preenchidos corretamente. Também é importante checar se as justificativas para realização das disciplinas foram preenchidas, assim como se o envio do histórico da instituição de origem foi realizado.

Dúvidas podem ser enviadas para o e-mail pos@inf.puc-rio.br.


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Alunos extraordinários poderão cursar disciplinas do mestrado e doutorado, sem estarem matriculados nos programas Ainda dá tempo de estudar no […]

Artigo sobre uso de robôs nas eleições de 2020 é premiado em congresso
quarta-feira, 28 de julho de 2021 às 15:04

Trabalho teve a participação do professor do DI Sérgio Lifschitz e parceria com o Departamento de Comunicação da PUC-Rio, ITS Rio, INCT.DD e o LNCC.

Arthur Ituassu (esq.) e Sérgio Lifschitz

A atuação de bots (robôs) nas redes sociais é um assunto que tem ganhado destaque nas manchetes por conta da sua relevância no contexto político. Trazendo essa questão para o campo da computação, o artigo “From digital militias to coordinated behavior: interdisciplinary methods for analyzing and identifying bots in Brazilian elections”, analisou o conteúdo de 92.600 usuários do Twitter durante o segundo turno das eleições de 2020. Com a colaboração de diversas instituições, o estudo conquistou segundo lugar (menção honrosa) na categoria short paper do X Brazilian Workshop on Social Network Analysis and Mining (BRASNAM 2021)

Trabalharam juntos o Departamento de Informática (DI), o Departamento de Comunicação (COM), o ITS Rio (Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio), o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Democracia Digital (INCT.DD) e o Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC).

O pesquisador João Guilherme Bastos dos Santos

O trabalho foi conduzido por uma equipe extensa. O grupo é formado por João Guilherme Bastos dos Santos, do INCT.DD, em parceria com os pesquisadores do ITS Rio Thayane Guimarães, Diego Cerqueira, Debora Albu, Redson Fernando, Julia Hellen Ferreira e Maria Luiza Mondelli. Todos em estreita colaboração a PUC-Rio, envolvendo os professores Sérgio Lifschitz (DI) e Arthur Ituassu (COM).

O artigo analisa a atuação de possíveis bots (robôs) nas respostas aos tweets de candidatos à prefeitura do Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Porto Alegre e Fortaleza nas eleições de 2020. A partir dessa identificação, o texto faz uso de métodos de análise para identificar semelhanças de vocabulário utilizadas por esses bots.

O laboratório BioBD, coordenado por Lifschitz, realizou a coleta de dados dos tweets nas cinco capitais com uso da ferramenta ePOCS Twitter Crawler (eTC), desenvolvida em parceria com o laboratório COMP. Essa ferramenta permite a extração de dados históricos do Twitter, coletando dados e metadados envolvidos em tweets sobre determinados assuntos dentro de um período de tempo especificado.

Os pesquisadores do ITS Rio, Diego Cerqueira, Thayane Guimarães e Maria Luiza Mondelli

“Temos uma bela parceria com o Departamento de Comunicação através do professor Arthur Ituassu. Há mais de 5 anos, publicamos e pesquisamos juntos. Começamos exclusivamente com o Twitter, mas já estamos trabalhando há um tempo no Facebook e, em breve, no Instagram”, declarou Lifschitz.

O professor ainda destacou a importância do BioBD no estudo de big data, uma área importante da computação. “No nosso lab BioBD, o foco sempre foi no grande volume de dados. Twitter é ‘big data‘ total por conta do streaming de grandes volumes, e lidar com isso com qualidade, permitindo análises corretas sempre foi e segue sendo nosso foco”, afirma.

O BRASNAM 2021 traz os artigos selecionados e apresentados na edição do evento realizada online, de 18 a 23 de julho, como parte do XLI Congresso da Sociedade Brasileira de Computação (CSBC 2021), que teve como tema “Inovação e Transformação Digital: Enfrentando a Complexidade e as Incertezas do Mundo Contemporâneo”.

Os pesquisadores do ITS Rio, Redson Fernando, Debora Albu e Julia Hellen Ferreira

“Ter recebido menção honrosa (segundo lugar) na categoria de short papers, nossa primeira participação, em um evento que ganha relevância a cada ocorrência, é certamente um fator de visibilidade para o DI, para o departamento de Comunicação e para o grupo ePOCS que fazemos parte. Também destaco a participação dos alunos de Engenharia da Computação Bruno Coutinho e Mariana Porto Barreto, integrantes do laboratório, que foram fundamentais para o trabalho”, finalizou Lifschitz.

Esses alunos continuam com pesquisa e desenvolvimento nesse tema através de bolsas PIBIC e PIBITI da PUC-Rio.

Alunos Bruno Coutinho e Mariana Porto Barreto


quarta-feira, 28 de julho de 2021 às 15:04

Trabalho teve a participação do professor do DI Sérgio Lifschitz e parceria com o Departamento de Comunicação da PUC-Rio, ITS […]

Inscrições abertas para curso online de Ciência de Dados
sexta-feira, 23 de julho de 2021 às 17:47

Com professores do DI, especialização, oferecida pela CCE, inclui aulas práticas e teóricas 

Foto: Pixabay

Que tal começar 2022 fazendo um curso de Ciência de Dados com profissionais renomados? Se o tema te interessa, já pode começar a planejar o próximo ano. Estão abertas as inscrições para o curso “Ciência de Dados”, ministrado pelo Departamento de Informática (DI) e oferecido pela Coordenação Central Extensão (CCE) da PUC-Rio. Coordenado pelos professores Helio Cortes e Tatiana Escovedo, o curso irá abordar conhecimentos em Bancos de Dados (SQL e NoSQL, Data Warehouses, Big Data, Cloud Computing, etc.), algoritmos, matemática aplicada e estatística (Data Mining, Machine Learning, Inteligência Artificial).

De acordo com Hélio, o curso busca preparar os alunos para as demandas do mercado “As turmas são heterogêneas em termos de formação dos alunos, mas todos ficam rapidamente nivelados. O mercado está buscando profissionais que consigam extrair valor dos dados para seus negócios, e nesse curso os alunos vão aprender como dar valor aos dados, em conjunto com outros conceitos importantes da área”, destaca.

Cada disciplina tem carga horária de 36 horas, com aulas 100% online, ao vivo, ministradas através da plataforma Zoom. Os vídeos ficarão armazenados no ambiente de aprendizagem online da PUC-Rio (Moodle).

Além da alta qualidade acadêmica do corpo docente, o curso busca aliar a excelência teórica com conhecimentos do mercado profissional “Essa especialização está conseguindo dar uma boa formação para seus alunos, criando novas oportunidades para eles, já que o curso abrange tanto a teoria, quanto a prática”, concluiu Hélio.

As inscrições já estão abertas e você pode se inscrever no site da CCE.

 


sexta-feira, 23 de julho de 2021 às 17:47

Com professores do DI, especialização, oferecida pela CCE, inclui aulas práticas e teóricas  Que tal começar 2022 fazendo um curso […]

Alunos comemoram aprovação no programa de pós-graduação do DI
quinta-feira, 22 de julho de 2021 às 16:23

Programas de mestrado e doutorado em Informática têm 25 admitidos 

Os novos alunos de mestrado Rodrigo Galdino e Ney Barchilon. Foto: Arquivo Pessoal

A última terça-feira (20) foi de comemoração para os aprovados nos programas de pós-graduação do Departamento de Informática (DI). Na data, 22 alunos foram classificados para o programa de mestrado do DI e três aceitos no de doutorado. O processo foi extenso e contou com uma análise individualizada de cada candidato.

Entre os aprovados, há alunos que não pertenciam à área de computação mas que, com a ajuda de cursos de especialização do DI, foram se aproximando do setor. É o caso do engenheiro metalúrgico Rodrigo Galdino, que conta como o DI foi essencial para viabilizar sua migração de carreira.

“Eu fiz a pós-graduação lato sensu em Análise e Projeto de Sistemas, pela CCE. Aquela foi uma porta de entrada muito importante para mim. Eu estava no mercado mas queria aprender, absorver mais conhecimento. Conversei com alguns professores, me preparei psicologicamente e me inscrevi no mestrado. Estou muito feliz com o resultado e super animado.”

Galdino também destacou a importância do contato com professores do Departamento da decisão. Avaliado pela Capes com o conceito 7, o programa de pós-graduação do DI conta com um quadro de professores internacionalmente reconhecidos por suas pesquisas.

“Trabalhando no Tecgraf, tive a oportunidade de conversar com alguns professores e ir amadurecendo a ideia. O corpo docente definitivamente contou muito”, concluiu.

Para o também recém-admitido Ney Barchilon, a qualidade do programa e dos professores foi um fator definitivo na decisão por aplicar para o mestrado: “Além do reconhecimento do DI pela excelência, o que eu mais gostei no programa de mestrado foi a combinação entre teoria e prática. Também levei em consideração os bons trabalhos de pesquisa conduzidos no departamento.”

Ney já havia alcançado destaque no DI. O estatístico venceu na categoria de melhor artigo na trilha principal do Simpósio Brasileiro de Sistemas de Informação (SBSI), sob orientação da professora Tatiana Escovedo. 

Agora mestrandos, ambos se dizem motivados para começar os estudos: “Já pensei também no doutorado do DI, mas ainda é algo distante. Agora eu quero aprender o quanto de conhecimento que eu puder adquirir. Vou me esforçar para isso. Eu vejo o mestrado como uma ótima oportunidade para continuar crescendo”, afirmou Rodrigo.

“Quero me aperfeiçoar na área de ciência de dados e desenvolver algo a partir daí. Mas esses são meus planos iniciais. Estou ansioso para explorar as outras áreas que o DI oferece e, quem sabe, buscar algo diferente”, finalizou Ney.

O programa de pós-graduação contempla dez áreas de concentração: Bancos de Dados; Ciência de Dados; Computação Gráfica; Engenharia de Software; Hipertexto e Multimídia; Interação Humano-Computador; Linguagens de Programação; Otimização e Raciocínio Automático; Redes de Computadores e Sistemas Distribuídos e Teoria da Computação.

A lista dos aprovados pode ser conferida neste link. Parabéns aos novos alunos!


quinta-feira, 22 de julho de 2021 às 16:23

Programas de mestrado e doutorado em Informática têm 25 admitidos  A última terça-feira (20) foi de comemoração para os aprovados […]

Times Higher Education: PUC-Rio é a 7ª melhor universidade da América Latina
terça-feira, 20 de julho de 2021 às 14:22

Ranking destaca a universidade como a quarta melhor do Brasil

Foto: Divulgação

A produção acadêmica da PUC-Rio mais uma vez recebe destaque internacional. A Times Higher Education, periódico britânico focado em educação, apontou a universidade como a sétima melhor na América Latina e a quarta melhor no Brasil. No total, 177 instituições foram avaliadas, sendo 67 brasileiras.

A PUC-Rio também se destacou como a melhor universidade do estado do Rio de Janeiro e a melhor particular do país.

A Times Higher Education avalia as cinco principais áreas de atuação de instituições de ensino superior – Ensino, Pesquisa, Produção Acadêmica, Internacionalização e Parceria com a Indústria, por meio de 13 métricas diferentes.

Pelo terceiro ano consecutivo, A PUC-Rio ficou em primeiro na categoria “Industry Outcome” (parceria com a indústria), que destaca as relações da universidade com empresas, tanto para inserção no mercado de trabalho, quanto para o investimento em projetos acadêmicos.

Além disso, a PUC-Rio conquistou a melhor posição entre as universidades brasileiras na categoria “International Outlook” (Internacionalização), que mede a proporção de alunos e professores estrangeiros, assim como o volume de colaborações internacionais na redação de artigos acadêmicos.

A PUC-Rio também figura como a primeira colocada da América Latina no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável número 17 (ODS), uma das diretrizes da ONU que trata da contribuição da universidade para a inovação e desenvolvimento de infraestrutura locais.

Todos os 26 departamentos foram avaliados em conjunto, assim como os 36 programas de graduação e os 26 programas de pós.


terça-feira, 20 de julho de 2021 às 14:22

Ranking destaca a universidade como a quarta melhor do Brasil A produção acadêmica da PUC-Rio mais uma vez recebe destaque […]

YouTube do DI ultrapassa a marca de 1.500 inscritos
segunda-feira, 19 de julho de 2021 às 15:09

Canal acumula mais de 40 mil visualizações entre lives, vídeos resumo de trabalhos de graduação, mestrado e doutorado, research talks e vídeos informativos

Foto: Reprodução

Com seminários, debates, trabalhos acadêmicos e muita informação para quem se interessa pelos mais variados tópicos da computação, o canal do Departamento de Informática (DI) no YouTube já ultrapassou a marca de 1.500 inscritos. Até o momento são mais de noventa vídeos divididos entre palestras, apresentações de projetos de pesquisa e discussões sobre os mais variados tópicos da computação.

Só nos últimos 28 dias, foram mais de 500 horas assistidas e 3 mil visualizações. O canal serve como um ponto de encontro virtual entre professores e aqueles interessados na vasta produção acadêmica do departamento.

Desde o segundo semestre de 2020, no contexto da pandemia da Covid-19, os seminários da pós-graduação foram adaptados para o ambiente digital e permitiram que um público maior tivesse acesso à produção científica do DI. Conduzidas pelo coordenador da pós-graduação, Marcos Kalinowski, as lives trazem novidades das pesquisas desenvolvidas.

Durante as transmissões, o público interage fazendo perguntas, e o conteúdo fica disponível no canal, sendo acessado com frequência. As palestras “Pesquisa em Ciência de Dados: A Escalada para a Valorização dos Dados” do professor Hélio Lopes, e “Métodos de Pesquisa Survey em Engenharia de Software”, do professor Marcos Kalinowski, são as mais vistas e já contam com mais de 800 visualizações cada uma.

Os seminários da pós-graduação contaram ainda com palestras dos seguintes professores pesquisadores:  Alberto Raposo, Alessandro Garcia, Bruno Feijó, Daniel Menasce, Eduardo Laber, Jônatas Wehrmann, Marcelo Gattass, Marco Antonio Casanova, Markus Endler, Edward Haeusler, Sérgio Colcher, Sérgio Lifschitz, Simone D.J. Barbosa, Thibaut Vidal e Waldemar Celes.

O YouTube do DI também abriga as lives da graduação. Duas vezes por mês a professora Noemi Rodriguez, coordenadora da graduação, faz uma entrevista com professores do departamento ou profissionais do mercado com alguma ligação com o DI. Entre os destaques de audiência está a live “Lua na PUC-Rio”, onde o professor Roberto Ierusalimschy fala do seu trabalho no desenvolvimento da linguagem de programação Lua. O envio já acumulou 1.175 visualizações.

Todas os seminários da pós-graduação podem ser encontradas nesta playlist. Já os seminários de graduação estão nessa playlist

Os vídeos do canal contemplam desde assuntos acadêmicos avançados até informações para quem sonha com uma carreira na informática. Dois dos conteúdos mais populares apresentam o campo de ciência da computação: em “DI PUC-Rio – Curso de Ciência da Computação” e “Futuro Estudante de Informática da PUC-Rio”, professores discutem o curso e as possibilidades de carreira.

Além disso, também é possível encontrar conteúdo útil para apoiar a apresentação de trabalhos científicos. No vídeo “Como gravar a apresentação de seu trabalho acadêmico em vídeo“, a ex-aluna de mestrado e analista de pesquisa e desenvolvimento do ExACTa, Bianca Teixeira, ensina como comunicar melhor os objetivos do seu trabalho científico.

Se você ainda não conhece o canal, inscreva-se! O endereço é: youtube.com/dipucrio

 


segunda-feira, 19 de julho de 2021 às 15:09

Canal acumula mais de 40 mil visualizações entre lives, vídeos resumo de trabalhos de graduação, mestrado e doutorado, research talks […]

Por Dentro do DI: Galgos aposta na interdisciplinaridade para inovar
quinta-feira, 15 de julho de 2021 às 18:19

Da esquerda para direita: Artur Pessoa, Eduardo Uchôa, ex-alunos do DI, Marcus Poggi e Dan Bienstock, editor do periódico Mathematical Programming.

Interdisciplinaridade e inovação. São dois termos atuais e importantes na busca por conhecimento. E é apostando nesses dois pontos que o Galgos opera no desenvolvimento e aplicação de métodos algorítmicos para o manuseio e análise de grandes volumes de dados. O laboratório é um dos Núcleos de Inovação Tecnológica do Departamento de Informática, e é o tema do “Por Dentro do DI” de hoje.

Coordenado pelo professor Marcus Poggi, que tem como área principal de atuação a Ciência da Computação com ênfase em Teoria Computacional e Otimização e Raciocínio Automático, o Galgos trabalha com técnicas clássicas de design de algoritmos, técnicas de programação matemática e técnicas de aprendizagem de máquinas.

“Muita coisa que o Galgos faz está na fronteira. Nosso laboratório não é vertical. O Galgos abraçou a interdisciplinaridade porque trabalhamos em áreas bem diferentes.” afirma Poggi.

Graduandos, mestrandos e doutorandos, mesmo em fases muito diferentes da trajetória acadêmica, são expostos ao mesmo ambiente de inovação. De acordo com Georges Spyrides, que faz parte do Galgos, o contato com outras áreas foi crucial em sua experiência como mestrando e doutorando no DI.

“O que é legal no laboratório é a rotina de almoços e conversas que te expoem a temas diferentes. Fiz muitas amizades com outras pessoas e mesmo tendo como tema específico no doutorado o Process Mining, não deixei de aprender outras coisas. O doutorado tem essa coisa de te transformar em um especialista em algo específico, mas o Galgos me deu essa chance de ampliar horizontes para outras coisas, me transformar em um profissional mais completo”, afirma Spyrides.

Poggi lembra que o Galgos, que na época ainda se chamava ATD-LAB, começou com um esforço conjunto dele e dos professores do DI Hélio Lopes e Eduardo Laber. E destaca que a colaboração entre a equipe está no DNA do laboratório. “Eu, o Hélio e o Laber fizemos esse grupo e logo chegaram outros para colaborar. Desde que o Galgos surgiu, já existia essa coisa da parceria mesmo. Os alunos querem aprender e interagem bastante entre si, desde a graduação”, aponta Poggi.

Alunos do Galgos e de outros laboratórios reunidos Foto: Arquivo Pessoal

Pelo fato de o Galgos ser um laboratório com grande diversidade de áreas de atuação, existe também a colaboração com outros laboratórios. Entre eles se destacam o ExACTa, uma iniciativa de experimentação ágil e cocriação para transformação digital, e o Laboratory for Advanced Collaboration (LAC), que desenvolve softwares para redes móveis, Internet das Coisas e ambientes de computação pervasiva.

Parcerias com o setor produtivo

O Galgos também produz inovação em parcerias com empresas. O projeto PRONAV (patrocinado pela Petrobras) estuda algoritmos para gerar a movimentação dos produtos claros e escuros ao longo da costa do Brasil; enquanto o projeto RC (em parceria com a FAST-SearchandTransfer) visa a extração automática de conteúdo relevante de páginas Web.

A possibilidade de participar de grandes projetos com o setor produtivo é outro ponto ressaltado por Spyrides. “Uma coisa que impressiona no DI, na pós como um todo, é a liberdade. Agora, você é responsável pela sua própria trajetória. O acesso ao professor se torna muito mais pessoal. Por isso, conseguimos articular esses projetos”, conta.

O trabalho do laboratório também recebe reconhecimento internacional. Em 2017, o ex-aluno de doutorado do DI Eduardo Uchoa, que fez parte do Galgos, recebeu o prêmio de melhor artigo científico no International Symposium on Mathematical Programming, junto com Artur Pessoa, também aluno do departamento.

A qualidade das pesquisas produzidas pelo Galgos também pode ser constatada pelas publicações em veículos científicos relevantes, como ACM TOIS, SICOMP, Mathematical Programming, ACM TALG, WWW, IPCO, dentre outros.

 


quinta-feira, 15 de julho de 2021 às 18:19

Interdisciplinaridade e inovação. São dois termos atuais e importantes na busca por conhecimento. E é apostando nesses dois pontos que […]

Professora Tatiana Escovedo passa a integrar Quadro Complementar do DI
quarta-feira, 14 de julho de 2021 às 10:24

Formada pelo próprio Departamento de Informática, com mestrado em Engenharia de Software e doutorado em Inteligência Artificial, a professora dará aulas para a graduação

Professora Tatiana Escovedo

O semestre de 2021.2 traz novidades. Tatiana Escovedo, coordenadora e professora dos cursos de especialização lato sensu em Ciência de Dados e Análise e Projeto de Sistemas, oferecidos pelo Departamento de Informática (DI) via CCE, passará a integrar o quadro docente complementar. Tatiana irá atuar como professora do DI, lecionando agora também para a graduação. Em 2021.2 ela irá ministrar a disciplina INF1013 – Modelagem de Software, que estará disponível para a inscrição dos alunos.

Além da experiência acadêmica, a professora também atua como coordenadora da Academia de Comercialização e Logística na Petrobras, com passagem pelas áreas de TI e Transformação Digital. Tatiana espera que essa união entre prática no mercado e vivência em sala de aula contribua para a formação dos alunos. “Por ter sido aluna do DI, ter experiência de docência nos cursos lato sensu e ter essa experiência corporativa na Petrobras, espero poder contribuir para a formação dos alunos, que estão em um momento tão diferente da carreira”, disse a professora.

Mesmo nos cursos lato sensu, Tatiana incentivava seus alunos a produzirem artigos científicos. No início deste ano, três alunos da Especialização em Ciência de Dados orientados pela professora tiveram artigos aceitos no Simpósio Brasileiro de Sistemas de Informação (SBSI). Um dos trabalhos, intitulado “Machine Learning Applied to the INSS Benefit Request”, recebeu o prêmio de melhor artigo na trilha principal do simpósio.


quarta-feira, 14 de julho de 2021 às 10:24

Formada pelo próprio Departamento de Informática, com mestrado em Engenharia de Software e doutorado em Inteligência Artificial, a professora dará […]

Kalinowski atuará como Senior Advisor do programa MPS.BR
quinta-feira, 8 de julho de 2021 às 11:45

Prof. Marcos Kalinowski

O professor do DI vai colaborar com o programa MPS.BR que busca melhorar a capacidade de desenvolvimento de software, de prestação de serviços de TI e de gestão de RH na indústria de TIC.

O professor do DI Marcos Kalinowski foi convidado para atuar, a partir de Julho de 2021, como Senior Advisor do programa MPS.BR – Melhoria do Processo de Software Brasileiro. O programa MPS.BR é promovido pela Softex – uma Organização Social Civil de Interesse Público (OSCIP) – com apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). O principal objetivo do programa é desenvolver e disseminar o modelo de melhoria de processos brasileiro – o modelo de referência MPS – que visa melhorar a capacidade de desenvolvimento de software, de prestação de serviços de TI e de gestão de RH na indústria de TIC.

O modelo MPS é utilizado por diversas empresas. Mais de 900 avaliações oficiais MPS já foram realizadas. Ao longo dos anos, o modelo vem sendo aperfeiçoado a partir dos esforços de equipes técnicas, que contam com os Senior Advisors para consultoria e aconselhamento técnico especializado. De acordo com a Softex, os Senior Advisors são membros convidados escolhidos entre profissionais com larga experiência em engenharia de software e melhoria de processos de software, serviços e gestão de pessoas, além de empresários visionários atuantes em TIC e representantes do governo com envolvimento em políticas públicas voltadas à difusão e ao uso das TIC.

“O MPS tem importância incontestável no cenário nacional. Além de fornecer orientação e servir de base para a avaliação de empresas em relação a boas práticas, ele contribui significativamente para disseminar uma cultura de engenharia e qualidade de software e serviços de TI no Brasil. Muito deste sucesso se deve à visão da Prof. Ana Regina Rocha, principal idealizadora do modelo. Sou grato pelo convite e pela oportunidade de poder colaborar”, afirma Kalinowski.

O professor do DI já tinha história com o MPS. Além de ser implementador e avaliador do modelo, tendo participado da avaliação dos processos de engenharia de software de mais de 20 de empresas Brasileiras, ele foi integrante da equipe técnica do modelo de 2008 a 2015 e colaborou na escrita de diferentes versões de guias oficiais do modelo e de artigos científicos a respeito do modelo e de suas implicações para as empresas. Entre as investigações científicas ele destaca a pesquisa iMPS que conduziu em colaboração com o professor Guilherme Travassos da COPPE/UFRJ por 6 anos, de 2008 a 2013. Segundo Kalinowski, “trata-se da pesquisa mais ampla já realizada a investigar os efeitos da adoção de um modelo de referência em organizações de software”. Os resultados finais da pesquisa, que contou com dados de 364 organizações, apontaram para benefícios da adoção do modelo, indicando que quanto mais alto o nível de maturidade do modelo melhor o desempenho, a precisão de estimativa e a qualidade do desenvolvimento de software nas organizações.

A nova composição da equipe técnica do modelo e a listagem dos Senior Advisors, em vigor a partir de Julho de 2021, pode ser encontrada em https://softex.br/mpsbr/equipe-tecnica-do-modelo-etm/


quinta-feira, 8 de julho de 2021 às 11:45

O professor do DI vai colaborar com o programa MPS.BR que busca melhorar a capacidade de desenvolvimento de software, de […]